
Integrantes da Frente Parlamentar Evangélica reagiram ao nome de Mozart Neves Ramos para o Ministério da Educação, informa a Folha de S. Paulo.
Segundo o jornal paulista, tão logo o diretor do Instituto Ayrton Senna despontou como a escolha para a pasta, deputados desembarcaram no centro da transição de governo, em Brasília, para dizer a aliados de Jair Bolsonaro (PSL) que a indicação não seria bem recebida pelo setor.
Os evangélicos apontaram dois problemas.
Disseram que Mozart não se identifica com o Escola Sem Partido, plataforma defendida por Bolsonaro e pelos religiosos, e que também não seria contra o que chamam de ideologia de gênero.
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Os integrantes da frente ainda disseram que, se Mozart for oficializado como ministro, representará uma quebra à plataforma com a qual Bolsonaro se elegeu.
Eles levaram o recado a Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que será o chefe da Casa Civil na próxima gestão.
Onyx tentou acalmar os aliados – Bolsonaro têm o apoio dos evangélicos– e disse que o martelo sobre a indicação de Ramos ainda não foi batido.
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dai a pouco vão nomear o Tiririca ! é só esperar prá ver ! povo que escolhe um abestado analfaburro atrapalhado em vez de um professsor doutor merece o que vai passar !!!! eu acho é pouco !!!!
Saimos de um governo aparelhado que dizem está aparelhado por umpartido e vamos para um governo aparelhado pelos evangélicos fundamentalista. Estamos sem saida
Saimos de um governo aparelhado que dizem está aparelhado por partido e vamos para um governo aparelhado pelos evangélicos fundamentalista. Estamos sem saida
A mistura desse “angu” tem tudo para dar errado: Politicagem, Pilantragem, Arrogância e Protestantes travestidos de “cordeiros”. Sorte do Brasil que DEUS ESTÁ ACIMA DESSES ANJOS DO MAL.
A própria matéria diz que Bolsonaro não bateu o martelo. No mínimo o texto é contraditório.
Pedro, indicação não é nomeação. É preciso diferença uma de outra para entender a matéria. Não há contradição.