Do advogado e vice-presidente da OAB/Santarém Roberto Vinholte, sobre o post (e comentários) Gozo da impunidade:
Espero que, mesmo tarde, a punibilidade da bandidagem política brasileira esteja só começando.
Decerto ainda tem muito “…ISTA”, de vários partidos, pra também sofrer, pra também pagar.
Aliás, sobre esse corpo imundo, só quem não tem vista não vê… Bom, agora tem um problema: será que tem cadeia pra todos?
O Estado em que os brasileiros estão inseridos, ainda esta muito fragilizado, se não houver mais atenção e um tratamento especial à 3 pontos fundamentais, como: Família, (como a verdadeira base da sociedade, pois é quem tem o dever de educar). À formação escolar, como valorização dos professores por exemplo. (Pois a educação dos nossos filhos, não deve ser transferida à professores, à eles, cabe o dever de transferir conhecimento). Finalmente, termos bons exemplos, das nossas autoridades, (que não seja a corrupção, pois essa, para muitos, também serve como bom exemplo, mas que seja o exemplo de dedicação e empenho de alguém que conhece de perto as verdadeiras necessidades da sociedade onde vive, afinal no período da campanha, politica, frisam com muita propriedade esse ponto).
Havendo atenção pelo menos a esses 3 pontos, ja melhoraria bastante o comportamento de muita gente no Brasil, sendo assim diminuiremos a nossa ânsia por mais construção de cadeias, onde, como mencionou o Tibério, só tem servido para neste momento, 4 Ps, preto, pobre, puta e petista, por que realmente se formos querer colocar todos os criminosos na cadeia, nem nos estádios caberiam.
errata:….corporativismo…
Concordo com o nobre advogado Roberto Vinholte, lentamente estamos começando a punir políticos corruptos, passo importantíssimo. Nesse contexto observo que políticos são reflexos de uma sociedade , que no seu cerne, também é viciada pela falta de ética, que prima pelo jeitinho, por co
orporativismo, apadrinhamento, etc. Um exemplo simples, do nosso dia-a-dia, o desrespeito as normas básicas de trânsito, vidas ceifadas violentamente, pelo prazer da transgressão. O primeiro passo, para combatermos todo tipo de impunidade, é investir pesadamente no processo de mudança cultural e educacional. Caso contrário, a indagação do ilustre causídico, faz sentido, vão faltar cadeias.