As redações do Diário do Pará e do portal Diário Online estão em plena ebulição.
Amanhã (20), os jornalistas prometem cruzar os braços em greve por melhores e dignos salários nas empresas do senador Jader Barbalho e seu filho Hélder Barbalho, potencial candidato a governador do Pará na eleição do próximo ano.
Abaixo, matéria extraída do site Comunique-se sobre o assunto.
— ARTIGOS RELACIONADOS
Jornalistas do Diário do Pará e do Portal Diário Online decidiram parar suas atividades por tempo indeterminado em protesto por melhores condições de trabalho. A greve, que também reivindica piso salarial justo, será iniciada nesta sexta-feira, 20.
Ao Comunique-se, o grupo revelou que vive em situação crítica, com sujeira e computadores insuficientes na redação. “Nós estamos buscando o apoio da imprensa nacional para chamar atenção para o caso. Cerca de 90% dos funcionários estão apoiando a causa”, disse um representante do movimento grevista, que pediu para que não fosse citado nominalmente nenhum integrante.
Desde abril, o Sindicato dos Jornalistas do Pará (Sinjor-PA) tenta diálogo com a direção da Rede Brasil Amazônia de Comunicação (RBA), afiliada da Band, grupo do senador Jader Barbalho, presidente do PMDB-PA. A negociação visa cumprimento dos direitos trabalhistas, como pagamento de hora-extra.
O Grupo RBA paga apenas R$ 1.000 brutos para repórteres, um dos salários mais baixos da categoria no Pará. Com descontos, a remuneração chega a R$800. Os funcionários denunciam que jornalistas são contratados ilegalmente, sem registro na carteira de trabalho.
“Não deixaremos que a ameaça de demissão e o assédio moral voltem a calar qualquer um de nós”, afirma o grupo, em carta aberta. Os profissionais denunciam que à noite, próximo ao horário do fechamento, precisam revezar computadores porque não há nem mesmo onde sentar por falta de cadeiras e computadores suficientes.
Na última semana, a produtora da TV RBA Cristiane Paiva, foi demitida após reproduzir no Facebook uma cópia de seu contra-cheque. A segunda demissão ocorreu logo em seguida. O repórter Leonardo Fernandes foi dispensado sem justificativa, tendo trabalhado cinco anos na empresa – dois deles sem carteira assinada.
O assédio moral também já está se tornando mais visível no DOL, afirma o grupo.
“Queremos que a família Barbalho entenda que o compromisso com a informação de qualidade não pode ser menosprezado e, com isso, se disponha a garantir um mínimo de condições decentesparaque seus funcionários cumpram com sua função social de informar bem a nossa população”, finaliza o grupo. A reportagem tentou contato com a direção da empresa, que não se manifestou.
Imaginem esse turma governando o Pará… Ei professores! Rezem pra esse tal Helder não se eleger por que senão preparem-se para regime forçado no minguado salário de vocês pago por esse governador sovina que está aí.
Boa tarde! Dia histórico para a mídia impressa do estado do Pará.
Isso ia acontecer cedo ou tarde, trabalhei 3 anos no jornal, me dedicava pra caramba, mas reconhecimento? Nada! Madruguei várias noites e sempre passava do meu horário, mas no fim do mês o RH do jornal sempre esquecia dos direitos de trabalhador. Minhas horas extras? Nem aparecia na minha folha de pagamento. Meus adicionais noturnos? Sempre alterados.
E nós conversávamos sempre e ficávamos indignados com isso, eu reclamava do meu salário e sem querer descobri que ganhava mais que repórter, fotógrafo e dos diagramadores. Sempre comparávamos o quanto o jornal da 25 de setembro pagava na mesma função que a nossa no diário, a diferença sempre foi estúpida, entre R$ 800 a R$ 1.100 a mais do que a gente ganhava. Um absurdo!!!
Essa é pra quem não tem noção de valores, um amigo nosso que não vem ao caso falar o nome, errou um anúncio de um banco aqui do estado, e que sairia no jornal de domingo, e todo mundo sabe que anúncios aos domingos sempre são mais caros, gente pasmem, esse anúncio custava R$ 200.000, e isso custou o emprego dele, foi demitido na terça feira, isso um único anúncio, imaginem os outros quanto não custam? Esse jornal quer sempre lucrar e lucrar, mas pagar um salário digno aos seus profissionais? Nada!
Me lembro até hoje no ano de 2009 quando o Público Jornal fez vários convites com proposta a esses mesmos funcionários insatisfeitos, com salários bem melhores do que o da família barbalho, simplesmente foi uma senhora debandada de mais de 20 funcionários em um único mês, foi um corre corre geral nessa redação atrás de profissionais para que a edição do dia não deixasse de sair, o Gerson Nogueira era o mais desesperado, e todos sabiam o motivo ((($$$)))
Uns se arrependem de ter deixado o diário, mas a maioria que eu conheço não, porque o Público pagava melhor, deu valor no trabalho deles, pena que os donos entendiam mais de gado do que de comunicação, e o jornal encerrou suas atividades em Belém.
Mas me expliquem, como um jornal que veicula comercias televisivos em mais duas emissoras de Belém várias vezes ao dia dizendo que é o maior do estado em termos de venda, e ganha vários títulos mundo a fora paga tão mal seus funcionários???
Diário do Pará, esse título vocês não tem, DE VALORIZAR MAIS CADA TRABALHADOR DE VOCÊS.
Parabéns aos que tiveram coragem pelo ato, isso era pra ter acontecido há mais tempo.
Gente no sábado à noite soube que o Jader Filho vai atender as reivindicações de vocês, mas ele deixou claro que vai demitir todos que participaram do ato um a um, fiquem de olho nisso.
Bom começo de semana!
Esse Barbalho filhote acabou com Ananideua, tanto que o seu candidato perdeu a eleição com uma enxurada de votos. O Povo do Pará sabe que esses Barbalhos não prestão, por isso, Jader nunca ganhou uma eleição aqui dentro de Belém e o culpado dele ainda ser eleito são o pessoal do interior.
Vindo de onde vem, nao assusta, ja era o esperado.Agora nao podemos entreguar o Estado nas maos desta turma de gangster.Cuidemos atentamente!
Jeso, essa turma do Diário do Pará, RBA e Rádio Clube é uma bandalheira só. Aqui é assim, ou você faz o que eles querem, independente do fato ser uma verdade ou não, ou você está fora. As edições não são técnicas. O interesse não é prestar informação à população e sim servir aos interesses políticos do Sr. Jader e Helder Barbalho.
Somos obrigados a fazer campanha política abertamente a favor do filho do Sr. General Jader, que se intitula dono do Pará.
Só para você ter uma idéia, o Sindicato já manifestou uma nota de repúdio contra a direção do Diário do Pará por eles terem fabricado a matéria contra a Santa Casa com uma foto de um hospital de Honduras. Depois culparam o editor, que nada tem a ver com o fato. A Direção do Diário, a mando dos Barbalho, filho e pai, manipularam e fabricaram a matéria.
Viva ao direito de imprensa. Viva ao Jornalismo sério. Fora Barbalhos e Cia.
Isso é uma vergonha para nós jornalistas, para nosso Estado…e o pior…..as coisas ficam por isso mesmo!
O que descreve o nosso Jornalista indignado é a pura verdade. Infelizmente, essa é a realidade do Grupo dos Barbalho. Eles pagam R$ 1.000,00, não oferecem a mínima condição de trabalho, manipulam as matérias da forma que lhe convém politicamente e nos obrigam a fazer campanha política.
Temos que nos sujeitar a essas coisas. Não é só a Santa Casa que está sendo alvo dos Barbalho, outras entidades tem sido bombardeadas pela família Barbalho. Quem se rebela contra essa selvageria é expulso e ameaçado. Realmente, uma vergonha!
se ta doido, e o cabra que ser governado do estado!!!
ESSA BANDE É ESSE CANAL DE TELEVISSÃO QUE TÚ QUERIAS FAZER PROGRAMA, DE TE BRECARO, AINDA PORQUE É 1.000,00 JA VIU SE FOSSE MAIS HEN, A TUA INDENIZAÇÃO ERA 800,00 REALMENTE ISSO É SACANAGEM PAGA UMA INDENIZAÇÃO DE 800,00 AO MELHOR BLOG DE SANTARÉM, NÃO SEI COMO AINDA QUERIAS TRABALHAR NESSA IMPRESA DE COMUNICAÇÃO FALIDA,
E com essa família que o PT do Pará, que sempre se disse o partido defensor dos trabalhadores, vai se meter na eleição de 2014!
A RBA em Belém paga 1000 reais?? .. Isso é uma fortuna perto do que pagam as empresas de comunicação em Santarém. E elas também não pagam hora extra e ainda tem que se virar para comprar as roupas usadas no trabalho. Sei disso porque tenho um amigo que trabalha em uma delas e posso afirmar… Os repórteres em Santarém são igual surubim…. só pinta