Maestro e diretor do Instituto Maestro Wilson Fonseca, José Agostinho da Fonseca Neto, o Tinho, foi exonerado do cargo de chefe de divisão da Secretaria Municipal de Cultura de Santarém (PA).
Ele foi um dos alvos da operação “Primeira Arte”, desdobramento da Perfuga, deflagrada no final de outubro deste ano.
A exoneração do maestro Tinho é retroativa ao dia 26 de novembro passado, sendo que o decreto foi publicado na segunda-feira (3).
Ele estava no cargo desde janeiro do ano passado, 13 dias depois de Nélio Aguiar assumir o cargo de prefeito.
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O Blog do Jeso apurou que a exoneração deve-se ao fato de ser ilegal o maestro ocupar cargo comissionado na prefeitura e, ao mesmo tempo, ser diretor de uma instituição que recebe verba pública, o IMWF.
Tinho Fonseca recebia salário de R$ 3 mil.
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e como fica a “gaita” recebida irregularmente pelo “maestro ” ????
Corrupção é igual e imoral em todos os lugares , não precisa ficar buscando palavras pra amenizar o estrago que ela causa , ninguém é criança ou tão inocente que não sáiba !!! Só o Lula !!!
É ILEGAL E IMORAL, toda essa CORRUPÇÃO em SANTARÉM….me engana que foi só por isso