A prefeita Maria do Carmo (foto) é destaque de uma longa matéria na edição de hoje do jornal Valor Econômico.
Título da reportagem: MP quer direito de atuar na vida política, feita por Caio Junqueira.
Nela, o jornalista cita a batalha jurídica enfrentada pela gestora de Santarém, no ano passado, para fazer valer a vontade das urnas que a reelegeu com uma diferença de 15 mil votos sobre o 2º colocado no pleito eleitoral de 2008.
Maria opina sobre processos, denúncias feitas pelo Ministério Público (MP) contra prefeitos:
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– A maioria das denúncias do MP no Brasil são infundadas, pois se dá tratamento político a um instrumento que é jurídico, expondo os prefeitos à execração pública.
AQUI, a íntegra da reportagem.
meu deus pai amado em nome de jesus chega dessa enconpetente meu deus teu sangue tem poder pai afaste em nome maria santissima senhor.essa mulher sem comando.
Seria de bom agrado, e nos encheria de orgulho se a Prefeita Maria do Carmo fosse matéria de jornais como a servidora pública municipal exemplo de austeridade e competência, tanto no gerenciamento de recursos públicos como na condução da melhoria de qualidade de vida dos administrados santarenos.
Já que isso está muito longe de virar realidade, só nos resta lamentar com matéria desse estilo, ou seja, com alto grau de densidade política e ainda por cima servindo de espaço que, a rigor, deveria ser para debates e exposição de idéias sobre assuntos que tenham na sua essência caráter eminentemente jurídico.
Precisamos ter em mente que os três Poderes que compõem a Nação se entrelaçam e vivem harmonicamente entre si, entretanto, um não pode invadir a área de atuação do outro, sob pena de quebra do balizamento democrático, e isso deve obrigatoriamente ser diligenciado por todos, principalmente por aqueles que labutam nas vísceras dos Poderes
Jorge Furtado: a antiga imprensa, enfim, assume partido
Jorge Futado – Blog da Casa de Cinema
Artigo publicado no blog de Jorge Furtado/Casa de Cinema de Porto Alegre
Quem estava prestando atenção já percebeu faz tempo: a antiga imprensa brasileira virou um partido político, incorporando as sessões paulistas do PSDB (Serra) e do PMDB (Quércia), e o DEM (ex-PFL, ex-Arena).
A boa novidade é que finalmente eles admitiram ser o que são, através das palavras sinceras de Maria Judith Brito, presidente da Associação Nacional dos Jornais e executiva do jornal Folha de S. Paulo, em declaração ao jornal O Globo:
“Obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada.”
A presidente da Associação Nacional dos Jornais constata, como ela mesma assinala, o óbvio: seus associados “estão fazendo de fato a posição oposicionista (sic) deste país”. Por que agem assim? Porque “a oposição está profundamente fragilizada”.
A presidente da associação/partido não esclarece porque a oposição “deste país” estaria “profundamente fragilizada”, apesar de ter, como ela mesma reconhece, o irrestrito apoio dos seus associados (os jornais).
A presidente da associação/partido não questiona a moralidade de seus filiados assumirem a “posição oposicionista deste país” enquanto, aos seus leitores, alegam praticar jornalismo. Também não questiona o fato de serem a oposição ao governo “deste país” mas não aos governos do seu estado (São Paulo).
Propriedades privadas, gozando de muitas isenções de impostos para que possam melhor prestar um serviço público fundamental, o de informar a sociedade com a liberdade e o equilíbrio que o bom jornalismo exige, os jornais proclamam-se um partido, isto é, uma “organização social que se fundamenta numa concepção política ou em interesses políticos e sociais comuns e que se propõe alcançar o poder”.
O partido da imprensa se propõe a alcançar o poder com o seu candidato, José Serra. Trata-se, na verdade, de uma retomada: Serra, FHC e seu partido, a imprensa, estiveram no poder por oito anos. Deixaram o governo com desemprego, juros, dívida pública, inflação e carga tributária em alta, crescimento econômico pífio e índices muito baixos de aprovação popular. No governo do partido da imprensa, a criminosa desigualdade social brasileira permaneceu inalterada e os índices de criminalidade (homicídios) tiveram forte crescimento,
O partido da imprensa assumiu a “posição oposicionista” a um governo que hoje conta com enorme aprovação popular. A comparação de desempenho entre os governos do Partido dos Trabalhadores (Lula, Dilma) e do partido da imprensa (FHC, Serra), é extraordinariamente favorável ao primeiro: não há um único índice social ou econômico em que o governo Lula (Dilma) não seja muito superior ao governo FHC (Serra), a lista desta comparação chega a ser enfadonha
Serra é, portanto, o candidato do partido da imprensa, que reúne os interesses da direita brasileira e faz oposição ao governo Lula. Dilma é a candidata da situação, da esquerda, representando vários partidos, defendendo a continuidade do governo Lula.
Agora que tudo ficou bem claro, você pode continuar (ou não) lendo seu jornal, sabendo que ele trabalha explicitamente a favor de uma candidatura e de um partido que, como todo partido, almeja o poder.
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Enquanto isso no Primeiro Mundo….
Annita Dunn, diretora de Comunicações da Casa Branca, à rede de televisão CNN e aos repórteres do The New York Times:
“A rede Fox News opera, praticamente, ou como o setor de pesquisas ou como o setor de comunicações do Partido Republicano” (…) “não precisamos fingir que [a Fox] seria empresa comercial de comunicações do mesmo tipo que a CNN. A rede Fox está em guerra contra Barack Obama e a Casa Branca, [e] não precisamos fingir que o modo como essa organização trabalha seria o modo que dá legitimidade ao trabalho jornalístico. Quando o presidente [Barack Obama] fala à Fox, já sabe que não falará à imprensa, propriamente dita. O presidente já sabe que estará como num debate com o partido da oposição.”
Ler jornais e revistas e assistir aos telejornais tornou-se um enorme exercício de paciência, dada a deslavada e usual distorção dos fatos com o intuito de denegrir, quando se trata de matéria envolvendo o presidente Lula e seus aliados; e de elevar quando se refere ao Serra, PSDB e afins.
Entretanto, a despeito de toda a oposição da imprensa, ainda disfarçada, embora mal, o povo brasileiro, que reconhece – e não há como ser diferente – os benefícios que o governo Lula trouxe ao País, lhe dá uma altíssima aprovação, que bem maior seria se a imprensa não fosse um partido como demonstra ser.
Artur se ha noticias negativas e porque esse governo tem dado noticias assim , nao ha como fexhar os olhos para maior escandalo na politica nacional que foi o Mensalao …. mas devemos questionar a veraciade e isso creio que nao ha o que questionar , se houvesse o PT e seus aliados ja teriam recorrido a justica como fez Sarnei com a Folha .