O semanário sensacionalista O Impacto levou às bancas, na edição de ontem (27), matéria em que o alvo de suas catilinárias é, desta vez, o senador paraense Flexa Ribeiro (PSDB).
O mote é uma informação publicada aqui no blog, há poucos dias.
O estilo não foge à regra do periódico: panfletário e irresponsável.
“Um milionário que passa seu tempo entre obras inacabadas”, assim o parlamentar é descrito pelo jornal.
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Em página inteira, o tabloide santareno esmurra, chuta, denigre a imagem do tucano, por conta, veja só, da Estacon – “uma empresa que cresceu na sombra dos governos, construindo obras nadas publicanas [sic] e dentro dos rígidos padrões de apadrinhamento com os grandes” -, alveja o semanário, de propriedade do enroladérrimo contador Admilton Almeida, uma espécie de Sila Assis mocorongo.
A Estacon, garante O Impacto com todas as letras, é de “propriedade do senador Flexa Ribeiro”.
É aí que a reportagem torna-se tão consistente quanto um pudim de leite.
A vilipendiada Estacon não pertence, nunca pertenceu ao senador tucano. A empresa tem como nº 1 Lutfalla Bitar.
Flexa Ribeiro é sócio, na verdade, da Engeplan Engenharia.
A matéria vira, então, samba do crioulo doido. E se inscreve, em definitivo, como mais novo exemplo do anedotário da imprensa santarena, da qual O Impacto tem sido o seu mais assíduo colaborador.
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Estacon deixa a Vera Paz.
É uma questão de “pedágio”.
O Sen. deve ter “esquecido” o Semanário.
Do contrario teria sido tratado como no resto da Imprensa: “O Rei do Açaí.
Tiberio Alloggio
Tiberio,
vc pode provar o que diz? Isso é coisa séria.
Jeso, gostaria que não publicasse nenhuma matéria chamando o cidadao em questão de “Contador” ele pelo que eu sei nao estudou a ciencia contábil, acredito que deve ter feito curso de tecnico em contabilidade, que por sinal no municipio temos bons profissionais técnicos em contabilidade. A classe dos Contadores prestam um bem a serviço do País, pela responsabilidade, pela capacidade tecnica e por ser uma classe que merece todo o respeito da sociedade.
Jeso,
Porque você retirou o meu relato? Foi um fato verídico. Há duas semanas estive em um bar à beira da BR-163, fui ao banheiro e na falta de papel higiênico eles estavam utilizando o “jornal” O Impacto. Para você ver a serventia que tem esse jornal nos dias de hoje.
Não vou acusar na mesma moeda.
Não se deve dizer que tudo que está no jornal é mentida e não presta.
Vamos separar o joio do trigo. Afinal, esse estilo de ataque precipitado é comum em muitos jornais.
Essa é uma oportunidade de lição para todos nós! Quem ainda não cometeu um erro semelhante a esse…
Desde quando este panfleto pode ser chamado de jornal. Não atende a nenhuma das regras exigidas dos jornais e se enquadra, como seu dono, no maior golpe de extorsão da região oeste do Pará. Não se responsabiliza por nada que publica. Nem o editor e muito menos seu proprietário, que estão acostumados a pagar indenizações na Justiça. Basta acionar!
JORNAL O IMPACTO: “ÉTICA, A GENTE NÃO VÊ POR AQUI”.
Caso de PRENHEZ PELO OUVIDO é complicado. “Taí…”