Na Folha de S. Paulo
Índios da Amazônia têm loteado e “alugado” terras para madeireiros desmatarem e retirarem madeira de forma ilegal — e a preços módicos.
A Folha identificou casos em ao menos 15 áreas indígenas (no Amazonas, Pará, Maranhão, Mato Grosso e Rondônia), com base em investigações da Polícia Federal, Ministério Público e relatos de servidores da Funai (Fundação Nacional do Índio).
Nas transações, madeireiros pagam R$ 15 pelo m³ da madeira, depois revendida por preços na casa dos R$ 1.000, de acordo com a PF.
Além de pagamento em dinheiro, os índios também aceitam aparelhos eletrônicos, bebidas ou até mesmo prostitutas, conforme relatos de funcionários da Funai.
— ARTIGOS RELACIONADOS
A madeira ganha aspecto de legalidade pelo uso de planos de manejo aprovados legalmente para outras áreas. Chega assim ao mercado.
Leia mais em Índios ‘alugam’ terras para exploração ilegal de madeira.
Leia também:
Funai mantém interdição de área indígena.
Pensão para viúva e 4 órfãos.
Lição certamente aprendida com o branco, negociador e, quando lhe interessa, sem escrúpulo algum. Triste constatação, Jeso. Cadê a Dona Funai? O que tem a declarar?
Tenha paciência!!!!!! Aprendeu com o Branco? Sempre assim, o índio é uma criatura naturalmente imaculada, sem qualquer vício, a própria pureza em sí!!!! Os índios nunca foram esses inocentes não, desde sempre tiveram noção do bem e do mal, sabem exatamente o que estão fazendo e porque estão fazendo, movidos por um sentimento normal aos seres humanos, a ganância. A mesno que você não os considere humanos? Pois eu considero, inclusive brasileiros sem qualquer tipo de regalia jurídica, devem ser processados como qualquer cidadão comum. Espere para ver se a região de Alter virar um reserva, os índios irão viver de seus costumes milenares de explorar o turismo na região!!!
Pobre Novo Progresso, o Prefeito seu Vice e a maioria dos seus secretários tem crimes ambientais sejam notórios madeireiros,fazendeiros ou grileiros.
O “notório” prefeito e madeireiro de Novo Progresso milita junto com seu staff de criminosos ambientais nesta área.