Não foi o delegado Sílvio Birro que pediu a prisão preventiva (acatada pelo juiz Valdeir Salviano da Costa) do policial federal rodoviário Carlos André Costa, conforme o blog informou ontem no post Caso Mirante: decretada a prisão do policial.

A iniciativa partiu da promotor Ione Missae Nakamura, da Promotoria de Justiça de Direitos Humanos e Controle Externo da Atividade Policial, do MP (Ministério Público) do Pará em Santarém.

Em outras palavras: o MP pediu, o juiz acatou e a polícia, agora, deve cumprir o mandado.

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Caso Mirante: MP abre investigação.

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6 Comentários em: Caso Mirante: prisão é iniciativa do MP

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  • Rizzo disse:

    Graças a Deus pelo menos o Ministerio Publico esta funcionando em Santarém… Parabéns!!!
    Já as policias Militar, Civil e Federal quando aprenderão a ser competentes? Quando deixarão de protejer assassinos iguais a esse tal Carlos André? Tantas injustiças em todo o Brasil, até quando vamos assistir tantos e tantos Carlos Andrés rindo da cara das pessoas de bem e sobre-sairem numa boa? MP, o povo clama por JUSTIÇA, neste caso e em muitos outros! MP, mostre para o mundo que aqui em Santarém ainda existe… Lei.

  • Ze Piracuí disse:

    O cara queria dar uma fugida, mas tava cabral, com medo da mulher, foi quando apareceu um parceiro com a solução,”meu irmão é só tu te vestir de PM que ninguém vai te pertubar” hahaha!

  • João Souza disse:

    Parabens ao Ministério Público, já que a Policia do jatene, deu cobertura ao criminoso.

  • Ze Piracuí disse:

    Quem irá fazer o recambiamento do prf? A Susipe, a PC ou a PM? Caso seja a PM, avisar para que eles não esqueçam de levar a farda de PM para o PRF.

  • Curica disse:

    Existe uma série equívocos envolvendo este crime, pode ser que o PRF tenha agido de forma legítima, pode até ser, mas tudo deve ser apurado, tá tudo muito nublado.

    Uma pessoa não pode ser assassinada assim, e a versão que vale, pelo que estou vendo é a do vivo, pois o morto já não pode mais se defender e nem dá a versão dele para os fatos.

  • s.silva disse:

    Outra questão importante Jeso, é que as testemunhas ouvidas no inquérito policial foram todas levaddas pelas pelo autor do crime, ou seja, a polícia não conduziu nenhuma testemunha como manda do Código do Processo Penal. Todas as testemunhas, possivelmente, eram conhecidas do autor; todas elas são residentes em Belém e Gurupá. Nenhuma delas, se amigas do autor do fato, em tese nem testemunhas seriam, nos termos legais, já que não possuiriam isenção tendo de ser ouvidas como informantes.
    O delegado presidente do inquérito, tem ouvir quem realmente estava lá e presenciou os fatos, tal como os menores vítimas do susposto contrangimento ilegal praticado pela vítima do crime de homicídio.