
Há dias em que o corpo acorda, mas a alma não acompanha, ficar ali, feito um velho pescador diante do mar, aguardando algo que talvez nem venha, mesmo assim… É se pegar pensando em Santiago, o personagem cansado de Hemingway, aquele que enfrenta o peixe porque o que resta é apenas a dignidade de enfrentar; daí, no mesmo compasso aparece Frida, essa mesma… a mulher que pintava dores como quem exorcizava fantasmas com pincel.
Santiago e Frida, dois diferentes e apenas um gesto: o de quem persiste porque parar seria trair algo essencial, ele, velho e cansado, remando contra o desgaste e contra a ausência de sorte, com o corpo em ferida, mas o orgulho intacto; ela, atravessada por dores que o corpo insistia em renovar, pintando com sangue, com raiva, com beleza, como quem se recusa a desaparecer.
Um enfrenta o mar, a outra a si mesma, ambos transformam o insuportável em ação, o silêncio em criação, o fracasso em ritual. Não vencem como os livros gostam de contar, mas não caem como os fracos costumam cair, ficam naquilo que fazem, naquilo que suportam, no que nos ensinam sobre seguir.
❒ Leia também de Josué G. Vieira: Criadores e destruidores; visionários e nostálgicos.
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Continuam, e no fundo isso é tudo, porque há uma força mais acertada que a glória, mais sincera que o êxito: o ato de insistir mesmo quando o horizonte já não devolve respostas. Continuar é um gesto íntimo, quase secreto, que brota no instante em que o mundo parece fechado, mas o corpo, por teimosia ou por ternura, dá mais um passo.
É saber que talvez nada mude, mas ainda assim carrega a criança que escreve no caderno já rasgado, colhe o que sobrou da lavoura, fala mesmo sabendo que não vão ouvir, faz-se coragem silenciosa dos que caminham mesmo sem estrada, dos que cozinham mesmo sem o que ter, dos que amam mesmo sabendo do risco; continuar é a forma mais bonita de dizer: ainda estou aqui; e, esse “ainda” é um milagre.
Às vezes, o que sustenta é justamente essa loucura mansa, como a de Dom Quixote, que enxergava gigantes onde havia moinhos e que escolheu com bravura quase infantil viver segundo a nobreza do delírio, em troca das regras ranzinzas da realidade. Sabia que o mundo zombava dele, e ainda assim vestia a armadura imaginária e seguia cavalgando por excesso de beleza interna.
Sua lucidez estava justamente em preferir o sonho, em agir como se a honra ainda existisse, como se a justiça fosse possível, como se salvar donzelas ainda fosse necessário; algo profundamente verdadeiro de criar sentido onde o mundo já desistiu.
E aí vem Mandela, como se fosse o próprio Quixote, que depois de décadas de cárcere, saiu ao sol com a armadura invisível de um homem que ainda acreditava. Vinte e sete anos preso no corpo, no tempo, no esquecimento e na tentativa sistemática de apagá-lo; e ao sair sem o veneno do ódio, sem a fome de vingança, sai com uma fé que não é triunfal, mas serena; uma fé que vislumbra o mundo como poderia ser, mesmo que ele ainda não seja. É disso que falo: dessa centelha que sobrevive ao escuro, que não diz o momento certo para acender, Mandela não destronou os moinhos como Quixote, mas cavalgou até que se tornassem outra coisa.

Esse tipo de força que não grita nem levanta bandeira, tem algo subterrâneo e por isso mesmo: profundo, Macabéa não tinha discurso, não tinha beleza, não tinha voz que ecoasse além do próprio corpo, era uma existência apagada, ainda assim estava presente. Clarice com sua delicadeza feroz, nos obriga a olhar para ela e entender que a insistência de Macabéa não estava em querer mudar o mundo, mas ocupar espaço nele; o mínimo resistente, radical em sua muda insignificância que transforma a normalidade.
Ela não pedia amor, não ansiava por aplausos, apenas andava, trabalhava, sonhava em segredo com um batom ou com o futuro, e esse gesto de não desistir, mesmo sem promessa é o que comove mais, dela atravessar a cidade como quem atravessa a própria invisibilidade, qual Carolina Maria de Jesus, no mesmo silêncio de Macabéa, um silêncio que escreve.
Carolina catava papel e escrevia como quem recolhe o que sobrou da linguagem para transformar em fogo, era negra, pobre, mãe, favelada, autora. Escrevia o dia com fome na barriga, com raiva nos dedos, com uma lucidez cortante, ninguém a convidou para a literatura, ela arrombou a porta do cânone na hora do chá das cinco.
Suas palavras vinham sem verniz, sem sintaxe ornamentada, mas cheias de uma verdade que os salões preferem esquecer, ela não escrevia para agradar, mas para sobreviver e no fundo para provar que sua vida não era descartável. Escrever, para ela, era respirar, era gritar: “Eu também conto.”
Essas figuras ensinam que nem toda resistência vem armada de grandes gestos, ela se disfarça de rotina, de um caderno sujo escondido debaixo do colchão, de uma mulher que não sabe que é personagem. Macabéa, Carolina, e tantas outras que não tiveram nome nem livro, continuam ensinando que existir, em certos contextos, já é demais. E que continuar mesmo sem convite, sem palco, é uma forma íntima e brutal de beleza frágil, teimosa, insubmissa que nos obrigam a reconhecer que o mundo precisa mudar para caber nelas.
E o que falar dos que sonham grande dentro de suas rotinas? Riobaldo não era só um jagunço, era um homem em guerra com as próprias perguntas, falava de Deus como quem procura um rastro na poeira, e do Diabo como quem sente a presença do que não se pode tocar. Seu sertão geográfico, era também alma, dilema, travessia, andava entre emboscadas e silêncios, tentando entender onde começa o bem, onde termina o mal, e se existe destino ou apenas escolha.
Guimarães Rosa fez dele um narrador em vertigem, alguém que fala para existir, que transforma a dor em pensamento, por isso Riobaldo nunca cessou de andar enquanto houvesse palavra e caminho. E isso se parece demais com Darcy Ribeiro, que sonhava o Brasil como se escrevesse um romance inacabado, cheio de personagens contraditórios, de paisagens feridas, de frases cortadas pelo vento.
Darcy plantava escolas como quem ergue trincheiras contra a ignorância histórica, sabia que ensinar era mais do que transferir saber, era tentar fundar um novo país, um país que ainda não tinha nascido. E assim como Riobaldo cruzava os sertões para tentar nomear o indizível, Darcy cruzava ministérios, universidades e projetos tentando alfabetizar o próprio futuro.
Não se deixava abater pelos fracassos e quando perguntado sobre isso dizia que suas derrotas eram vitórias, porque o sonho que não se concretiza também empurra a história. Riobaldo e Darcy, erravam muito, mas sonhavam mais, nesse sonho, mesmo torto, havia uma obstinação que não se compra, não se aprende, coisa que se carrega no fundo do peito, como uma vontade bruta de que o Brasil seja mais do que sobrevive.

Fabiano era o silêncio da seca, homem bruto, calado, atravessando a vida como quem carrega um fardo que não sabe nomear, ele não entendia as gramáticas, não sabia explicar o que sentia, mas sentia. O que sentia era fome, medo, injustiça, coisas antigas; coisas herdadas, seus passos eram lentos, pesados, mas não paravam, mesmo diante da terra rachada, do sol que castiga, do patrão que humilha, ele seguia. Não por um amanhã, mas por necessidade de continuar hoje, Fabiano, personagem de Graciliano Ramos, é o retrato do povo que anda sem horizonte, porque parar seria morrer; nesse gesto rude e constante criou sabedoria profunda, de que não precisa entender o mundo para saber que algo está errado.
Aí pensar em Chico Mendes, outro homem também do chão que aprendeu a nomear a injustiça, a organizar o sofrimento, Chico era filho do escuro da floresta e da brancura opressiva da borracha, sabia que preservar uma árvore era preservar a própria vida, mas dizer isso em voz alta em terras de ganância, era como escrever com o próprio corpo a sentença de morte.
Ainda assim, Chico não recuou, levou os silenciamentos da floresta para o mundo, mas foi condenado a não sair mais de casa, defendia como quem defende a própria mãe, mesmo sabendo que a luta era desigual, mas escolheu continuar, assim como Fabiano, só que com palavras. Seu assassinato não calou a causa social da defesa dos silenciados pelas queimadas, pelas invasões de terra, pela exploração trabalhista na mata; pelo contrário, amplificou-a. O chão em que tombou ainda germina vozes para denunciar os opressores.

O que liga esses dois homens é a dureza do caminho e a delicadeza do gesto, Fabiano, com sua ignorância sofrida, e Chico, com sua lucidez perigosa, caminharam lado a lado na memória do Brasil. Ambos entenderam, cada um a seu modo, que viver neste país é sobreviver em retidão ou morrer em voz alta. E mesmo assim, eles andaram, Fabiano com a dignidade que brota mesmo sem saber por quê; Chico com a coragem de dizer “não” mesmo sabendo o custo. Juntos, desenharam uma trilha anti-heroica, de gente real que sua, tropeça, levanta, deixa pegadas que ainda guiam os nossos passos.
Zé do Burro carregava mais do que uma cruz, levava nos ombros uma fé que não pedia compreensão, apenas passagem; seu gesto era puro, rude, ingênuo, profundamente humano. Ele não compreendia as engrenagens do mundo, mas acreditava que seu pacto com o sagrado era válido, era ele e a santa, ele e a palavra dada.
O que comove em Zé é o absurdo de alguém que acredita tanto numa promessa que topa enfrentar a cidade, a Igreja, a polícia, o riso alheio; sua tragédia é a de todos os que confiam em algo maior do que si mesmo e que por isso, se tornam alvos, mas também é o milagre dos que mesmo sem serem ouvidos, deixam eco.
É impossível não pensar em Zilda Arns numa rua de periferia qualquer, ajoelhada ao lado de uma mãe magra, ensinando a fazer soro caseiro com afeto e paciência. A cruz que ela carregava não era de madeira, era feita de estatísticas: mortes evitáveis, doenças por ignorância, abandono estatal, e mesmo assim, ela ia de casa em casa, com uma fé que não vestia batina, mas sorriso.
Zilda também acreditava que o gesto pequeno salvava, salvou milhares, e mesmo assim, morreu sozinha numa tragédia no Haiti, tão longe de casa, tão fiel ao que acreditava. O que a movia não era o palco, era a calçada; não era a grande política, era o toque, a conversa, a colher de sopa.
Tanto Zé quanto Zilda tinham a alma acesa por dentro, cada um do seu jeito, um analfabeto da fé, a outra doutora da misericórdia, os dois agiram como quem acredita que o mundo pode ser revirado a partir de um ponto minúsculo: uma cruz, um bebê, um altar improvisado, uma receita de farinha e água.
É isso que mais assusta o cinismo do mundo, quando alguém, mesmo diante da indiferença, ainda escolhe agir com cuidado. Os dois nos lembram que às vezes a mudança não vem do grito, mas do gesto e que esse gesto, repetido, teimoso, invisível, é o que sustenta o que ainda vale a pena.

Florentino Ariza não aguardava com pressa, aguardava como quem cuida de uma vela acesa num vendaval, protegendo aquela chama fina e vacilante com as mãos do tempo, em “Amor nos tempos do cólera” seu amor por Fermina Daza não foi feito de encontros, mas de distância; mesmo assim, persistiu.
Não é um amor ideal, talvez nem justo, mas é daqueles que carregam uma obstinação que já não se vê, é construção lenta, feita de memórias, cartas, recaídas e recomeços; uma árvore que cresce ao lado do muro, torta, mas viva. É o tipo de sentimento que não precisa da reciprocidade imediata para existir, ele ama como quem se recusa a desistir da possibilidade de amar, o que por si só, é uma forma de vida.
Malcolm X também era um homem que aguardava, seu objetivo era um País que ainda não existia, por uma dignidade roubada há séculos, por um novo modo de ser negro no mundo, inicialmente sua raiva era afiada, sua linguagem, incendiária, mas aos poucos, como Florentino, foi mudando.
A viagem a Meca, o rompimento com a retórica de ódio, o surgimento de um Malcolm mais amplo, mais complexo, não significam que ele se perdeu, significam que ele andou, se deixou afetar, rever, desmontar; o belo é saber que o refúgio se transforma para ser mais inteiro, amplo, luz. Como Florentino que depois de tanto tempo finalmente ama, mas de outro jeito, com outro corpo, com outro tempo.
A decisão de continuar caminhando sem garantia é o ponto de toque, eles não sabiam se dariam certo, não sabiam se seriam aceitos, acolhidos, amados, perdoados, e de todo modo foram. Isso aconteceu porque eles não pararam, cultivaram a fé no passo seguinte, mesmo quando tudo já havia esgotado.
É como uma espécie de intuição profunda de que o tempo não é apenas um relógio, é também uma espiral, um retorno possível, uma cura improvável, Florentino e Malcolm, tão distantes na forma, tão próximos no gesto, lembram que viver é continuar por dentro do mistério, como aquelas sementes que germinam no lugar improvável e assim surgem para alertar do caminho.

Maria Moura não era “autorizada” quando a vida se fez ruína, morte do pai, traição dos homens, abandono, ela não se vitimizou, cavalgou, tomou o poder como quem recolhe os cacos do que sobrou e moldou as próprias mãos e sua nova paisagem. Não era movida por ilusões românticas nem por projetos de redenção, era uma mulher marcada, firme, seca, incrivelmente lúcida, sabia o que o mundo pensava dela e, por isso mesmo, fez diferente.
Sua força não vinha do confronto, mas da recusa a ser conduzida em um Brasil sertanejo, patriarcal, brutal, ela era mais do que coragem, era revolução íntima de uma linhagem que não faz discurso, faz caminho para ocupar espaços que historicamente lhes foram negados.
Maria liderava jagunços carregava a centelha de decidir, de reescrever os termos da presença, compreendia que viver para mulheres como elas era seguir sem abaixar os olhos, era a maior resposta possível à violência. Não pedia licença porque sabia, mas porque o mundo empurra, então empurrou; e ainda hoje, cada passo em busca de algo carrega, sem que percebamos, a poeira das trilhas cavalgadas por ela.
Esses nomes, tão distintos entre si, compartilham uma mesma natureza de acontecimento, deles não buscarem monumentos, assim como Sethe, em sua dor materna extrema ao qual preferiu o sacrifício à submissão. De Weil, frágil e luminosa, consumiu-se na tentativa de existir com coerência entre fé, justiça e corpo, por isso se deixou morrer sem jamais trair seu sentido de presença no mundo.
Gregor de Kafka, depois de transformado em algo que o mundo rejeita, ainda ansiava por um gesto de cuidado que não cabia nas categorias usuais de certo ou errado, por isso tocou tanto saber, assim como ele, que somos feitos daquilo que nos escapa, mesmo assim negamos o sofrimento, recusamos fazer dele uma arma.
Manoel de Barros, por outro lado, preferiu se exilar do grandioso para habitar o pequeno, dando à pedra, ao sapo, ao silêncio um vocabulário novo, “poeta da margem”, transformou o desimportante em eternidade. Tia Dag, sem o título de ministra, fez da escola uma casa onde os invisíveis se tornavam possíveis. Capitu nunca precisou se explicar, e isso ainda incomoda: ser mulher, em sua plenitude ambígua bastante para ser interrogada sem fim, mas ela resistiu serena em cada leitura que a quis condenar. Dandara que não escreveu um diário, escreveu a própria história com espada, com fuga, com liderança, heroína sem estátua com raízes vivas em cada quilombo que se erguia.
Essas figuras nos mostram que há símbolos que não se impõem, mas emergem da consistência de uma vida vivida com intensidade; são vozes que mesmo caladas ou interrompidas continuam a dizer: existimos, somos feridas e farol; e, ainda estamos aqui.
Essas vidas com seus passos vacilantes ou firmes, não oferecem mapas nem atalhos, não prometem salvação, não vendem fórmulas, não nos dizem o que fazer. Elas sussurram no escuro que é possível seguir, não iluminam a estrada como refletores, mas cintilam como vagalumes, pequenos pontos de luz que não dissipam a noite, mas a contradizem, movendo algo em nós. Porque mesmo quando tudo parece exausto, o mundo, os laços, as palavras, há essa faísca breve que resiste a apagar; talvez nem seja fé, seja apenas memória de que já fomos capazes antes, e que podemos ser de novo.

Essas figuras, reais ou ficcionadas, vivem dentro da gente como um eco que recusa o fim, num tipo de sentimento que não grita, que não faz barulho, mas que insiste no gesto de preparar um café, de abrir o livro, de responder a uma mensagem, de sair para trabalhar, de escrever mais uma linha, de cantar baixinho uma canção antiga.
É persistência costurada por dentro quando tudo o que conhecíamos começa a desfiar; persistência do cotidiano, levantar sem saber por quê, lavar o rosto, ouvir alguém, manter uma planta viva. Gestos mínimos que se repetem dia após dia, que segura nossa estrutura quando o resto fraqueja.
São gestos mínimos que nascem do mesmo lugar profundo de onde vieram os passos de Fabiano, a escrita de Carolina, a cruz de Zé do Burro, a vigilância de Florentino e os objetivos de cada um ao assumirem seu compromisso velado com a humanidade. É essa persistência inexplicável, quem sabe a gente chame de coragem ou de loucura mansa, que nos empurra até o fim do dia. E se não der para sempre, tudo bem. Que seja só até amanhã ou daqui a pouco! Já é muito; já é tudo!
Nesse contexto, a “certeza” é um luxo e recompensa, uma possibilidade remota que nos salva; compromisso silencioso com o próximo passo, mesmo sem clareza; fazer, mesmo sem garantias. Amar, mesmo com medo, por necessidade de ainda existir algum tipo de sentido. Continuar quando tudo em nós quer parar é o ato mais profundamente humano.
É o que nos aproxima de todos eles, continuar sem saber se adiantaria, porque o valor está menos no resultado e mais na integridade do gesto; persistir é uma forma de fidelidade a algo que talvez nem tenha nome: a uma promessa antiga, a uma lembrança de afeto, a uma infância esquecida, a uma ideia que o tempo ainda não apagou. É essa persistência miúda e constante, que nos impede de naufragar de vez, mesmo quando falhamos, mesmo quando desmoronamos, o simples ato de ter tentado nos reconciliar com nossa dignidade.
Por mais que a gente tropece, por mais que o corpo reclame e a alma tarde a acompanha, por mais que as vozes em volta digam que não vale a pena, há algo que insiste; algo que pulsa, que reaparece, mesmo em silêncio. Algo que nos lembra que ainda podemos, mesmo cansados, ser presença, gesto, palavra: Esperança.


❒ Josué Vieira, santareno, é professor, escritor, poeta e pesquisador sobre Sociedade, Cultura e Amazônia. Mora em Manaus (AM). Leia também dele: Katy, um reino além da consciência. E ainda: Desesperos, morte e silêncio na Colônia Vertical dos Perdidos.
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