De Brasília, o vereador Reginaldo Campos (PSB) acaba de informar o blog que ocorreu alteração na data de votação, no plenário do Senado, do projeto que convoca plebiscito sobre a criação do estado do Tapajós, desmembrado do Pará.
– Houve uma antecipação. Ou seja, não será na quarta-feira da próxima semana [1º de junho], como estava anteriormente previsto, e sim na terça-feira [31] – avisa o parlamentar santareno.
Ainda segundo Reginaldo, é preciso que as lideranças dos diversos setores da região do Tapajós estejam aqui durante a votação da matéria, para exercerem pressão sobre os senadores no sentido de aprová-la.
– Não se descarta que armadilhas sejam colocadas até o dia da votação por forças políticas interessadas em barrar o plebiscito. É preciso ficar atento – avisa Reginaldo.
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Marcos que tal então transferirmos a capital do Estado do Pará para o centro do Estado? Porque a capital tem que ser em Belém, tão longe das populações do interior, mormente as do oeste do Estado?
apoiadíssimo!
Prefiro que transfira a capital para Santarém do que faça essa indecência de dividir o estado.
“Ó Pará, quanto orgulho ser filho de um colosso tão belo e tão forte …..”
Caso a divisão seja aprovada pela população do Pará o que veremos será a auto destruição de nosso Estado através de uma proposta politiqueira de determinados grupos políticos-que tentam seduzir partes de nossos irmãos com propostas futuristas e fantasiosas –que acreditam que o simples esfacelamento do Estado irá proporcionar mais desenvolvimento e melhor qualidade de vida a todos os paraenses.Haverá, então, a necessidade de mudar a letra do hino do Estado do Pará, do atual para: “ Ó Pará quanto é triste ser filho de um nanico, tão feio e tão fraco…..”
A bandeira do Brasil, que pela importância do Estado destaca a estrela do Pará em sua parte superior, provavelmente deverá retirá-la dessa posição. Os nossos irmãos bicolores e remistas dos sessenta e seis municípios que sairão do Estado possivelmente terão que deixar essa parte do coração paraense.
O Pará que por sua grandeza e perspectiva de melhoria de qualidade de vida acolheu fraternalmente milhares de brasileiros de outros Estados observa que alguns deles, depois de estabelecidos e com patrimônio político econômico estabelecidos, dão agora o “tiro de misericórdia” no Estado, subtraindo mais de um milhão de Km², deixando-o com apenas 212.000Km², o que equivale a apena 17% de seu território.
Paraenses, pelo sangue que corre em suas veias e palpita em seu coração o orgulho de ter nascido neste rico e abençoado Estado, repudie,diga não a esta demagógica conspiração política que tenta destruir o nosso querido Pará. Segundo IPEA ( Instituto de pesquisa Econômica Aplicada), os dois Estados que seriam criados são inviáveis economicamente
e causarão grave ônus para o país.
Senhor Marcos, com respeito a seu ponto de vista, certamente o senhor deve ser morador de Belém e desta perspectiva vê nosso justo anseio. É certo que a divisão trará mais desenvolvimento e melhor qualidade de vida, “não a todos os paraenses” mas ao povo Tapajoara, eis que sempre fomos privilegiados pelos governantes do seu estado somente em época de eleições, época de caça aos votos! A proposta de divisão não se trata de proposta politiqueira como o senhor afirma, mas justo anseio à vista do abandono que vivemos. Seus argumentos sentimentais só demonstram falta de conhecimento da região do Tapajós, como de resto a maioria do povo de Belém e entorno. No entanto, se é para buscar socorro no Hino, este também tem os seguintes versos: “E a deixar de manter esse brilho/Preferimos mil vezes a morte!” e “Tudo em ti são encantos vibrantes,/Desde a indústria à rudeza pagã’. Os que conhecem a região do Tapajós sabem que, pela política implementada pelos governantes, a indústria fica com Belém e os municípios no entorno e a rudeza pagã fica conosco. Mas se a catástrofe que o senhor pinta com a divisão for verdadeira, está implícita a confissão de que sempre viveram às nossas custas e perderão o brilho da riqueza, tendo que viver “mil vezes a morte”. Continuando na apreciação de seu texto, me parece que a estrela acima da faixa na Bandeira Nacional não era pela importância mas por ser o único estado, à época da criação da bandeira, acima da linha do Equador. Quanto aos bicolores e remistas (que mau gosto!), continuarão a sê-los, pois se assim não for, como explicar os belenenses que torcem por Flamengo, Vasco, Fluminense etc. Quanto ao fato do Pará ter acolhido “milhares de brasileiros de outros Estados(sic)”, isto não foi favor nenhum favor, eis que há milhares de paraenses em outros estados também. Aliás, grande parte da pujança santarena e municípios vizinhos, devemos ao labor dos nordestinos, principalmente os cearenses. E na proposta não reside nenhuma traição, como não houve quando o Maranhão se separou do Pará, nem muito menos “tiro de misericórdia”, a não ser que os belenenses reconheçam que morrerão sem nós, o que é uma textual confissão de que sempre viveram às nossas custas. O Pará continuará com o sangue dos paraenses correndo em suas veias e o Estado do Tapajós nascerá como outros tantos estados já nasceram e não há nenhuma “demagógica conspiração politica” para destruir o Pará. Por acaso, Goiás e Mato Grosso morreram? Quanto ao IPEA deve ser considerado somente como um indicador dos muitos que existem. Só Deus é infalível. Por findo, o nosso AZUL será o do SÃO FRANCISCO e o bicolor, o São Raimundo. A voz do povo é a voz de Deus! Respeitosamente,
Esse Marcos é muito mocorongo (no sentido original da palavra). Esses argumentos sentimentalistas não funcionam. Possivelmente é de Belém, que é sustentada pelo Tapajós e Carajás e para nós sobra apenas as migalhas. Quando ele fala em ” Rico e abençoado estado” deve se referir apenas a região da capital, ele não conhece o restante do estado que vive no abandono. Marcos, faça uma coisa de útil para humanidade: CALA A BOCA.