Rarefeito
O amor que você matou em meu peito
Ressuscitou de outro jeito
Agora é amor-perfeito
Mais-que-perfeito
Do que o amor mais imperfeito
que possas imaginar…
É amor sujeito
À chuvas e trovoadas
E às pancadas do clima que você criou…
O amor que trago agora em meu peito
Tem um raro efeito
De ser passageiro, nuvem tênue e transparente
É um amor diferente
Feito de sonhos e desejos
Alimentado de beijos
E não se esgota em si mesmo
E não morre de qualquer jeito
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É um amor com todos os defeitos
Que um amor mais-que-perfeito
Tende a transpirar…
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De Jota Ninos, jornalista e poeta santareno.
Perfeito!