Residencial vai custar R$ 6,7 milhões

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9 Responses to Residencial vai custar R$ 6,7 milhões

  • Vale salientar que com estas obras, mesmo com as empresas com sede fora de Santarém, geram emprego e renda, aquecem o comércio local, aumentam as vendas de material de construção. A maioria das construtoras daqui de Santarém nem assinam as carteiras de trabalho seus trabalhadores. Acho que idependente de onde é a empresa, estas construções só trazem benefícios para nossa cidade.

  • Acredito que essa questão de “cartas marcadas” possa ocorrer em muitos casos, mas mesmo que a empresa vencedora do processo licitatório ganhe com um preço muito baixo ela esta se responsabilizando em realizar a plena execução da obra e cabe a nós como cidadãos fiscalizarmos para que isso ocorra e não deixar que seja firmado nem um tipo de aditivo irregular que beneficie a empresa e outras pessoas envolvidas. E se encontrarmos irregularidades devemos denunciar ao Ministério Público.

  • Mas preciso reconhecer que as construtoras santarenas estão longe de querer serem concorrentes, afinal, os imóveis vendidos por elas são o olho, dentes, bochecha, orelhas……aliás, tudo da cara, com padrão de 5 categoria

  • Jeso,
    Bom dia!
    Eu ainda não consegui entender como que geralmente quem ganha essas licitações são somente empresas de fora de nossa cidade. Aqui e ali tem licitação pra construir escolas, prédios, isso ou aquilo, e é só construtoras de Belém ou região da capital que ganham essas licitações. Será que as construtoras daqui de Santarém e região não estão estruturadas, capacitadas, regularizadas e associadas ao Sinduscon? Ou participam regularmente dessas licitações mas perdem a concorrência por cobrarem um valor muito elevado? Afinal é dinheiro que não fica na cidade, vai embora para o lugar de onde é a sede dessas construtoras que estão ganhando essas licitações. E olhem que ainda vem muitas construções por aí.

    1. Carlos, uma opinião de quem acompanha licitações há muito tempo no município.

      1º) As licitações não podem ser exclusivas para empresas santarenas, sob pena do certame ser considerado ilegal;

      2º) As empresas made in Santarém não costumam se cercar de todas as exigências nesses certames, por isso, quase sempre não derrotadas por “importadas”.

      3º) O desinteresse por licitações municipais por parte de empresas santarenas também se repete em licitações estaduais. O deputado Alexandre Von chegou a trazer para cá várias licitações para obras em Santarém, no ano passado. Mas raras, poucas, manifestaram interesse neste tipo de negócio.

      Em resumo: a raridade de empresas santarenas em licitações mais robustas aqui no município é mais um problema na ponta da iniciativa privada do que na outra ponta, do poder público.

      1. Jeso, tu jura….

        Acredito que seja carta marcada para investimentos em campanha eleitoral. Este tipo de assunto é amplamente divulgado em revistas de grande porte. Não acredito que com sua inteligencia, acredite que esse problema não ocorra aqui!!!!!

  • Vejam uma situação obras em final de mandatos são todas feitas com construtora de fora,e o santareno,fica só olhando os numeros

  • Jeso, para uma melhor avaliação, seria bom informar quantos metros quadrados tem cada unidade residencial, cujo valor é de R$ 37.250,00 cada uma.

    1. Nelma Bentes ou a assessoria de imprensa da Seminf poderiam dar resposta à indagação do leitor Luiz Fernando?

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