A ex-advogada Jorgina de Freitas, conhecida como a maior fraudadora do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), saiu da prisão na tarde de anteontem (12).
Ela foi solta por ter cumprido 14 anos de pena em presídios do Rio de Janeiro, mas ainda terá que devolver R$ 200 milhões aos cofres públicos.
Jorgina foi condenada por crime contra a administração pública em 1992, mas só foi capturada pela polícia brasileira em 1997. Durante esse tempo, ficou refugiada na Costa Rica e fez diversas plásticas no rosto para não ser reconhecida.
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Jorgina estava em regime semiaberto desde 2007.
Decisão recente da 27ª Vara Federal do Rio de Janeiro decidiu colocar em leilão 57 bens da fraudadora para cobrir parte do rombo causado pela quadrilha.
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Nota do blog: Quando vão prender as “jorginas” do IPMS (Instituto de Previdência do Município de Santarém) – Lira Maia e o advogado José Maria Lima?
daqui a pouco veremos o Fernandinho Beira Mar, o Juiz lalau, os anões do orçamento e outros vidas tortas querendo ser professores, advogados, juízes,etc, para enganar mais ainda o povo, eu hein!!!!
Lembrando que o juiz lalau, pode reivindicar sua volta ao tribunal. Como a nossa lei é pai d’égua para os criminosos, não demora ele retorna como juiz honorário ou algo parecido, para nos deixar de vez carecas.
jeso vamos ser justo tambem,quantas jorgina nao tem na administraçao do pt,voce nao pode cobra do lira maia e fazer vista grossa com tantos escandalos que toda semana saem em jornais da regiao,cade a sua imparcialidade, voce esta sendo injusto.
Sousa, tire a trave do seus olhos. Assim vc. não enxergará nada do que o blog publica sobre os governos Maria I e II. Em que espaço da mídia santarena há mais denúncias contra o atual governo? Anote aí no seu caderninho: em nenhum mais do que este blog. Nenhum, reitero. Vc., sim, que comete injustiças.
jeso,o que eu quero dizer e que voce nâo vai mais a fundo nas denuncias que envolve o governo maria do carmo,tem tantas denuncias em que voce poderia ir mais a fundo, cade aquele jeso da epoca do governo lira maia que nâo deixava passa nada, ai è que tà a trave so nâo enxerga quem nâo quer