Contraponto do professor universitário Carlos França ao artigo Universidade Futurologista Operacional do Pará, do também professor universitário Gilson Costa:
Carta aberta a população do Oeste do Pará
Prezados(as),
A liberdade de expressão foi conquistada as duras penas e até o dia de hoje muitos são julgados, massacrados ideologicamente e moralmente, por tornarem públicas suas opiniões. A coragem de se opor a um projeto da grandiosidade da UFOPA deve ser feita de forma equilibrada, responsável e acima de tudo com propostas que possam confrontar o que está sendo ofertado.
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O que adianta discordar sem apontar as possíveis soluções?
Será que as grandes universidades citadas neste desabafo do colega Gilson Costa já começaram grandes e se tornaram referência da noite para o dia? A bagagem dos idealizadores da UFOPA, respeitados no cenário da Educação Superior, valem menos do que os discursos sem fundamentos do colega? É possível dar créditos a quem não respeita o seu local de trabalho e consequentemente os seus pares?
Respondam as interrogações acima introspectivamente e entenderão exatamente o que está acontecendo com a UFOPA, pela ótica dos defensores e dos que atacam pelo “bel prazer” de se opor.
Jeso, não chame de artigo esse desabafo do colega Gilson. Artigo é fundamentado em bases cientificas comprovada e não baseado em achismo e muito menos em previsões “futurologistas”, recheadas de desrespeito profissional.
O colega tem direito de escrever o que quiser e colher os frutos de tudo que vem semeando em solos UFOPANIANOS. Espero que sejam frutos saborosos e que a acidez apresentada até o momento se transforme em diálogos respeitosos e não em agressões que denigrem a imagem da instituição que nos acolheu e que foi criada para atender os anseios de uma região sedenta de conhecimentos acadêmicos e de qualidade.
O desabafo do colega pautado em sacarmos e humor negro deveria receber uma nota de repúdio assinada por todos que lutaram e lutam para a consolidação da UFOPA, mas as tentativas de deturparem os trabalhos alheios não abalam os que acompanham de perto a construção da Universidade no dia a dia, e a melhor resposta é a qualidade do ensino que estamos ofertando com respeito aos nossos alunos e aos cofres públicos que pagam nossos salários.
Assumimos um cargo público para produzir conhecimentos e prover meios para o desenvolvimento de Santarém e região, e estejam certos que assim como eu, a maioria dos docentes da UFOPA lutam por ela e não contra uma instituição que está começando a germinar.
Se querem encarar as chamadas de calouros como rejeição ao modelo, que façam baseados em fatos e não em achismos, ou em dor de cotovelos por não estar na linha de frente da construção da UFOPA. Algum instituto de pesquisa idôneo entrevistou os calouros que optaram por outra instituição? Sabem os reais motivos das escolhas dos calouros ? Afirmar em cima de achismo é um ato leviano e irresponsável e vindo de quem deveria defender a fonte do seu sustendo é pior ainda.
Cada um contribui com o que tem e pode oferecer. Não se pode colher bons frutos de árvores cobertas de ervas daninha… A reflexão e o discernimento são peculiares ao amadurecimento e avanço intelectual de cada um.
Respeitosamente,
Prof Carlos França
BSI/IEG/UFOPA
afinal, não entendi nada quem ta do lado de quem , quem é professor carlos e contra ou a favor do que os academicos fizeram na aula magna
Prezado Jeso,
Sou Prof. Dr. Clodoaldo dos Santos da UFOPA, Presidente da Comissão Estatuinte e gostaria que você publicasse o texto que segue devido à citação de nome no seu Blog.
Gostaria de explicar aos leitores do Blog, e especialmente aos que têm interesse no assunto UFOPA, inicialmente, que não faço parte do sindicato não exercendo, portanto, a função de “Diretor” como dito por um internauta que preferiu o anonimato e se assinou como “Estatuinte”.
Assim quero dividir esse texto por partes:
1º – Ataques ao Modelo da Universidade
Seria importante que as pessoas soubessem que os ataques tanto ao modelo adotado pela universidade quanto aqueles direcionados a alguns profissionais da educação superior que atuam na UFOPA tem coloração, interesse e motivações partidárias.
Não quero em nenhum momento ficar contra a vontade de qualquer pessoa de se filiar a nenhum partido porque isso faz parte da democracia, mas é importante chamar a atenção dos leitores que esses ataques todos ocorrem porque a UFOPA foi criada por intermédio de uma política do Governo LULA. Assim, pessoas ligadas aos partidos de oposição (mais radical PSOL e PSTU – por exemplo como os colegas que ficam atacando a UFOPA pelo Blog) utilizam a estratégia de bater, bater, bater nas ações do Governo LULA. A UFOPA foi criada como uma das ações do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento – que foi tocado pela hoje presidente Dilma).
Dessa forma é bom que se diga sem esconder o jogo aos que não estão atentos a esses detalhes: mesmo que a UFOPA tivesse sido criada com paredes revestidas em ouro, mármore e diamantes ainda assim essas pessoas se posicionariam contra. Sabe por quê? Porque essa é uma estratégia e determinação partidária. Não estou dizendo com isso que não devam fazê-lo (filiar-se e seguir determinações partidárias) porque cada um faz o que acha que acredita seja melhor para si, mas chamando a atenção sobre o fato dessas pessoas quererem passar seus interesses políticos como se não tivessem esses comprometimentos, como se os ataques a UFOPA fossem separados de seus interesses que tem coloração político-partidária.
Disseram pelo seu Blog Jeso que os alunos aprovados não vieram se habilitar porque reprovaram o modelo. Disseram sem ter dados de pesquisa de entrevista, sem nada apenas porque acham que foi isso. Quero lembrar que a UFRA está na sua Sexta (6ª) Chamada, Ainda essa semana foi noticiado que a USP ainda tem 1113 (mil cento e treze) vagas que não foram preenchidas. A Universidade Mackenzie (uma das mais tradicionais de SP) fez mais de cinco chamadas). Lembrando que estas são no modelo tradicional onde o aluno faz vestibular pra curso específico. Sinceramente, não dá pra saber o que motivou tanto esses alunos quanto os que foram aprovados na UFOPA a não se habilitarem. Apenas uma pesquisa séria poderia dar respostas. Não dá pra afirmar o que motivou realmente esses aprovados a não se habilitar. Eu posso imaginar algo a respeito e ter uma opinião, mas não posso dizer que isso tenha rigor científico e que corresponda com a verdade. Como fazem aqui no blog os alunos e outros que se posicionam como se tivessem a verdade dentro de seus achismos e opiniões.
2º Sobre a Estatuinte:
Realmente a Estatuinte está parada. A Estatuinte é muito importante. Comparando e guardando as devidas proporções a importância dela é como a de uma Constituinte, pois é lá que se vai escrever o documento principal da Universidade. Deveria ser um local onde as Categorias Docentes, Técnicos-Administrativos em Educação e Discentes pudessem discutir a partir da Minuta de Estatuto que foi provisoriamente colocada no MEC como documento da UFOPA, melhorando esta com as contribuições das categorias que devem também consultar a comunidade sobre o assunto.
Contra qualquer lógica os Discentes ligados ao PSOL e os docentes ligados ao PSTU passaram a querer utilizar a estatuinte apenas como um canal de tensionamento contra a Reitoria. Utilizando a Comissão Estatuinte como um palco para se promover politicamente e retirar alguns dividendos.
O Prof. Gilson Costa foi presidente desta Comissão até 21-12-2010 quando por dez (10) x dois 02 ele foi destituído. Vale ressaltar que os dois votos não foram contrários à destituição, mas foram abstenções (um professor e um aluno se abstiveram). Ou seja, quatro técnicos, três alunos e três professores votaram pela destituição do Prof. Gilson Costa da presidência. Motivo: ter sido desagregador e não demonstrar interesse em escrever o documento. Houve momentos que pessoas desse grupo de radicais defenderem que deveríamos passar 17 anos para escrever esse documento (como ocorreu na UFPA).
Assumimos a presidência da Estatuinte com a maioria dos votos de seus membros. Iniciamos os trabalhos de escritura do Estatuto. Na reunião de 25 de janeiro de 2011 sob minha condução escrevemos dez artigos do documento. Nos cinco meses que o Prof. Gilson Costa esteve a frente nenhum único artigo do Estatuto havia sido escrito porque o objetivo dele com seus seguidores não era o de escrever esse documento e sim utilizar a Comissão como palco político para suas ambições nas eleições municipais e de dentro da própria UFOPA.
Após essa reunião (25-01-2011) percebendo que realmente escreveríamos o Estatuto, aqueles alunos que são contra o avanço dos trabalhos e a favor apenas de utilizar politicamente a Estatuinte, puseram em prática uma ação que provocou o fim das reuniões: trouxeram o prof. Gilson Costa apoiando-o como presidente da Comissão. O estranho é que eles mesmos haviam votado pela destituição do Prof. Gilson. Os técnicos, que foram eleitos por sua categoria para fazer parte da Comissão Estatuinte, que em sua maioria é composta de pais e mães de família e pessoas sérias que não concordam com essa falta de compromisso dos representantes discentes se recusaram a continuar participando das reuniões. O mesmo procedimento foi adotado por mim e pela professora Terezinha Pacheco, por não haver mais condições e garantia de continuidade dos trabalhos da comissão.
Porque as reuniões da Comissão Estatuinte passaram a ser apenas um palco de disputas e não exatamente o que deveria ser: um local para que pudéssemos discutir e escrever o documento que norteará juridicamente a UFOPA. Por isto que a Comissão está parada.
Ressalto, no entanto, que durante este mês estará sendo realizada uma Assembleia Geral dos Docentes da UFOPA, convocada exclusivamente para discutir o Estatuto e, consequentemente, haverá uma prestação de conta dos seus atuais representantes na Comissão Estatuinte e, esperamos indicações de novos membros que estejam realmente dispostos a contribuir para a elaboração do Estatuto da UFOPA. O mesmo procedimento será feito pela Categoria dos Técnicos-Administrativos.
Jeso, são esses os esclarecimentos que gostaria de dar depois de ver meu nome citado no seu Blog.
Prof Clodoaldo, Jeso e demais leitores e leitoras do BLOG,
Desculpe pelo termo de roda de boêmios, mas o que temos de concreto é tão sem defesa pelo grupo do agitadores (UFOPA LIVRE) assim como BATOM NA CUECA. O que foi dito pelo colega Clodoaldo, se tivesse algo de incoerente e LEVIANO como temos lido em diversos canais, seria suficiente para os pseudos revolucionários se indignarem e atirarem para todos lados como fazem para semear a discórdia e as previsões apocalípticas.
Sabemos que a reação não virá, pois BATOM NA CUECA e oposição pautada em mentiras não se explica e nem se dar crédito para quem tenta se justificar.
Saudações e vamos torcer para que as pessoas sérias e comprometidas possam realmente construir a UFOPA sem esses entraves, sem os esquivadores da verdade única e absoluta.
Sinceramente,
Prof Carlos França
Prezados(as) leitores e leitoras deste blog,
Hoje são 12/03 e já se passaram QUATRO DIAS de debates aqui no BLOG e até o momento os que se opõem ao modelo da UFOPA, não se manifestaram. Acredito que essa seja a maior respostas aos que dão eco aos textos caluniosos e recheados de segunda intenção que circulam por ai.
Teria sido de grande importância as comprovações dos diversos factóides lançados por aqui, mas o que vimos até o momento foi a negligência total do autor do manifesto e batida em retirada dos lançam informações mentirosas e que ao serem derrubadas, se quer vem a público pedir desculpas ou agradecer pelas correções e elucidações dos que estão compromissados com a verdade e com o crescimento da UFOPA.
Prezados(as), aproveito este canal para convocar todos (docentes,técnicos, alunos e amigos da UFOPA), para que possamos abraçar a nossa Universidade e trabalhar por ela. Se o elemento que está EMPERRANDO é a comissão que deveria cuidar da ESTATUINTE, vamos juntos resolver e esclarecer os fatos de uma vez por todas.
PEÇO PUBLICAMENTE AO COLEGA GILSON COSTA, QUE SAIA DA ZONA DE CONFORTO E ASSUMA AS CONSEQÜÊNCIAS DOS SEUS ATOS. SE PODE VIR A PÚBLICO PARA ESCULACHAR A UFOPA E POUSAR DE DETENTOR DAS SOLUÇÕES, NÃO CONSIGO VER MOTIVOS PARA FICAR OMISSO E FURTANDO O DIREITO DA OPINIÃO PÚBLICA DE SABER A REAL SITUAÇÃO DA ESTATUINTE E AS SUAS JUSTIFICATIVAS. VOCÊ FOI CITADO DIVERSAS VEZES E NÃO TEVE CORAGEM DE SE POSICIONAR EM NENHUMA DELAS.
Caso queira continuar calado que fique, mas não TRANCA OS TRABALHOS DOS OUTROS.
Saudações,
Prof Carlos França
Jeso, nem precisa se desculpar, o mesmo vale p o Prof, Carlos França, eu q escrevi mal mesmo…rsrsrs
abraços
Heliana
Olá Jeso e demais
De antemão peço desculpas se parecerei grosseira mas se queremos mudanças não conseguiremos isso com gritos de FORA SEIXAS, ABAIXO O MODELO UFOPA, ELEIÇÕES Já…etcetc
Se quisermos eleger nova reitoria e mudarmos modelo, as maiores reclamações que vejo aqui, so poderemos a partir da aprovação de nosso estatuto e, infelizmente, até onde sei , a Comissão está parada.
1) Prof. Gilson Costa, Presidente da Comissão Estatuinte, quando teremos convocação de assembléia da categoria docente para tratar da mesma?
2) Prof. Carlos França, sugiro que também convoque uma assembléia do SINDUFOPA para tratar desta questão e de outras mais, relativas à nossa categoria..
3) Caros alunos, vcs tem representação na estatuinte, procurem e discutam na categoria de vcs propostas a serem apresentadas em assembléia geral.
4) Se não me falha a memória, a última assembléia geral da estatuinte (encontro?), foi em outubro de 2010, quando será a próxima? Qual o cronograma dos trabalhos, alguém sabe? Sugiro que o presidente da comissão estatuinte divulgue aqui estas datas para que toda a comunidade santarena possa participar.
Por fim, apesar do imenso respeito que sinto pelo Jeso e por este blog, não serão aqui e nem a partir destas discussões que as mudanças se efetivarão.
VAMOS TRABALHAR PARA A ESTATUINTE ANDAR
abraços
Prof. Heliana Aguiar
Prezados(as), Profª Heliana Aguiar, Jeso, “revolucionários” e construtores(as) da UFOPA que temos e queremos.
Este BLOG não resolverá nossos problemas em sua plenitude, e nem acredito que seja essa a intenção, mas serve para informar as verdades dos fatos para a opinião pública.
1 – A ESTATUINTE tem outro presidente, pois o colega com previsões futorologistas apocalipticas, FOI EXPULSO DA PRESIDÊNCIA DA ESTATUINTE PELOS DOCENTES E TÉCNICOS. Até onde eu sei o colega Gilson Costa é persona não grata e não “apita” nada por lá. Acho que ele mesmo deveria ter humildade e se posicionar perante a opinião pública.
Um profissional que vive desqualificando a Universidade que trabalha, não tem a menor moral e nem condições psicológicas de conduzir um grupo de trabalho tão crucial para a UFOPA , como a constituinte. Serei acusado de atacar o colega novamente, mas não motivos para me acovardar e muito menos opinar por aqui com pseudônimo e anonimato. Em respeito a Profª Heliana Aguiar, ao Jeso e a todos que leem este BLOG diariamente, é que estou trazendo ao julgo algumas obscuridades deste que ao meu ver não constrói nada de útil e consegue desarmonizar um ambiente de trabalho tão sério quanto a ESTATUINTE.
2 – Em relação ao SINDUFOPA, estamos trabalhando em cima do debate do dia 31/03 e no próximo sábado(19/03) teremos uma reunião de diretoria e levarei este assunto para discussão e encaminhamento da diretoria.
Prezados(as), acho que os fatos falam por si só e deixam claro quem está afim de colaborar para a SOLIDIFICAÇÃO DA UFOPA e quem está apenas se opondo sem medir as consequencias dos seus atos e artigos planfetários, sarcárticso, levianos e irresponsáveis. Parece aqueles adolescentes que quebram as vidraças dos vizinhos e ficam escondidos para ver as reações. Coisas típicas de quem não tem proposta e nem preparo para se opor ao que quer que seja. REFLITAM E TIRAM SUAS CONCLUSÕES !
Obs. O Colega está tão preocupado com os rumos do modelo acadêmico e da UFOPA que se quer aparece por aqui para argumentar. Vai dizer que não precisa, mas criar panfletinho de quinta para denegrir todos que são a UFOPA e isso sim é super útil e faz parte da pseudo revolução.
Saudações,
Prof Carlos França – BSI/IEG/UFOPA
Eliana,
Informo que a estatuinte encontra-se parada pelo boicote de 2 professores (Clodoaldo – que é diretor do SINDUFOPA – e pela professora Terezinha Pacheco), pois estes representantes docentes se negaram a participar das reuniões estatuinte. Desta forma, inviabilizando o nosso trabalho. Acho muito importante levar esses dois professores para balanço!
Senhor (a) Estatuinte:
Primeiramente acho um ABSURDO O MEDO QUE VOCÊS TÊM DE SE IDENTIFICAR. QUE COISA RIDÍCULA !
O Professor Clodoaldo NUNCA FOI DO SINDUFOPA e novamente um dois oito “revolucionários vem a público com INVERDADES E ISSO É LAMENTÁVEL.
Além da sua FALTA DE CORAGEM, busque se informar os reais motivos e saberás o que está acontecendo. Não entendo o MEDO QUE VOCÊS CARREGAM E MUITO MENOS O SILÊNCIO DO PRETENSO LIDER REVOLUCIONÁRIO. SINTO VERGONHA DE TER COLEGAS OPOSITORES SEM CORAGEM DEFENDER SUAS POSIÇÕES.
O MELHOR A FAZER É BATER EM RETIRADA E PARAR DE SE BORRAR DE MEDO.
Saudações corajoso(a) ESTATUINTE !
Prof Carlos França
Comentário pífio e frágil.
A estatuinte pode funcionar com 50% de seu quorum. Considerando que são 12 membros nesta comissão, como a ausência de 2 professores irão paralizar os trabalhos da estatuinte.
Seria interessante contares a história real, desde a retirada do Prof. Gilson Costa da presidência até a tentativa deste retornar no grito com o apoio de alguns aluno que, inclusive, haviam votado na sua saída. Assim, quem sabe, podes falar do por que os trabalhos estão inviabilizados.
Pois é Victor,
Te garanto que dirão que estamos criando fatos ou tornando público um assunto interno. Lamento muito essa postura covarde e informo a todos que essa situação será resolvida nos próximos dias. Ainda temos pessoas que querem ver as coisas andarem e precisamos contar com as mesmas…
Aguardem as próximas ações e vamos ver se os citados têm coragem e respeito pelos leitores do blog, já que pela Universidade tá mais que provado a falta de respeito e compromisso com a consolidação da nossa instituição.
Saudações,
Carlos França
Eu que nao qero Santarém como minha capital
deixa Altamira sob Belém mesmo!!
Santarenos qerem tudo pra eles, qerem ser o centro
imagine so com Estado Tapajós(sonho)
Humildade gente!!
Carlos França,
Como podes defender a UFOPA ( estudantes e professores) que delam fazem parte, se tens um comportamento deplorável como o que tiveste na aula magna (insultastes com palavras vis e vaias professores e estudantes que estavam na manifestação) não sendo capaz de dá um rumo democrático e inteligente ao momento.E o que chama a atenção e que sua inércia no sindicato( dos professores) é inversamente proporcional a censura que fizestes aos manifestantes!!
Pois é Drica,
Eu estava no comando do cerimonial. Organizei a represália do DCE contra a aula magna. Ofendi a inteligência de todos que estavam por lá ao impedir um palestrante de renome nacional se dirigir aos calouros e a aos demais presentes, que se somavam mais de 1000 pessoas….
Ainda por cima, tentei quebrar o notebook e os equipamentos da COMUNICAÇÃO DA UFOPA. Ainda bem que o DCE e os Universitários conscientes como você me seguraram enérgicamente. Lutaram pelos direitos dos calouros em assistir a sua aula magna, colocaram o professor que estava agitando em seu devido lugar e tudo foi DEMOCRATICAMENTE CORRETO.
É drica, tens razão em seus discurso. Eu deveria aprender com o DCE e chamar os alunos para fazer barulho e aumentar e criar um grupo para me apoiar, ainda que seja formado por pessoas que não estejam diretamente ligadas a UFOPA.
Quer saber drica: Resolvi pegar um avião e correr para o Rio de Janeiro e jogar um coquetel molotov no consulado americano. Não me contive e me concentrei o tempo todo no copacabana palace e tentei gritei muito fora OBAMA ! Pois é drica, o mundo não nos houve e não nos deixa exerce a nossa democracia. O que eu fiz impedindo a aula magna foi só um detalhe…
Ainda bem que a UFOPA pode contar com docentes como eu e estudantes como voce, altamente comprometidos com as verdades e sem nenhuma distorção dos fatos.
obrigado pelos conselhos drica. Espero que você se forme e um dia venha engrossar a luta dos docentes da UFOPA, caso agente permitir que essa Universidade seja criada.
Saudações do que luta pela democracia e é injustiçado e negam o direito de falar e atrapalhar a aula do Prof Dr Armando Mendes. Ah, quem é ele afinal né !?! Nos sim somos o que sabemos tudo e construiremos uma UFOPA justa ….
Ih DRICA!!! O despetador tocou e o seu sonho acabou. Tá na hora de acorda e tentar encontrar pares para o seu discurso.
Bom dia e boa reflexão.
Prof Carlos França
Adorei… excelente reflexão!!!
Carlos,
Sua inércia ( mental) e falta de humor, fizeram o meu dia bem melhor!!!
O seu texto só deixa bem claro o que pensa dos estudantes da UFOPA( já que defendes esse modelo acadêmico do jeito que está).
E graças a Deus que tenho controle dos meus sonhos…pelo menos isso!!
Heliana, acho que esse tema é muito importante, com influência sobre a toda sociedade para ficar só no intramuros da UFOPA.
Através do blog, quem não faz parte diretamente da universidade tem a oportunidade de se informar sobre o pulsar daí dentro da instituição, conhecer os atores e ideias envolvidas neste, repito, importantíssimo debate.
O blog não tem qualquer propósito de efetivar mudanças, seja em qualquer esfera pública da sociedade, mas informar, e com isso, provocar reflexões.
Jeso,
Eu já tinha manifestado meu apoio ao serviço prestado pelo seu BLOG, e afirmo novamente: Querem tanto que a UFOPA seja ouvida e construída pelo povo e para o povo, mas ao mesmo querem privar a população das informações. DIVULGAR ATAQUES SEM PROBLEMAS. DIVULGAR A VERDADE QUE FAZ OS AUTORES SE RECOLHEREM AS SUAS INSIGNIFICÂNCIAS É FEIO E DEVE SER DISCUTIDO SOMENTE NA UFOPA. FAÇA-ME O FAVOR…
Continue nos apoiando Jeso. A sociedade do Oeste do Pará merece saber a verdade dos fatos e o que acontece numa instituição pública, mantida com os impostos de todos os cidadãos.
Saudações e obrigado pelo espaço !
Prof Carlos França – BSI/IEG/UFOPA
Prof.Carlos França, já expliquei abaixo ao Jeso, não sou contra o debate aqui, a sociedade deve ser informada e também participar da construção da UFOPA.
Por isso pedi ao “presidente”(???) da Comissão estatuinte mostrasse o seu trabalho ( metas, cronogramas, avaliação do q foi feito), porque não basta apenas propor a participação da sociedade, como ele fez na última reunião da categoria em novembro, sem esclarecer de que forma seria esta participação, quais movimentos sociais, como se daria esta escolha., mas esta participação deve ser efetivada de forma clara para todas as categorias e isso, até o presente momento não foi feito.
Caro/a Estatuinte, se há um impasse na Comissão pq o prof. Gilson Costa não convoca a reunião da categoria docente para discutir esta questão? Se ele é o “nosso” representante, deve defender as decisões tomadas na base e não as suas próprias, da mesma forma, enquanto categoria temos todo o direito de avaliar esta representação e se necessário for, escolhermos outras pessoas.
Prof Carlos, sei do trabalho que é estar a frente de um sindicato sem disponibilidade de carga horária p isso e embora saiba que SINDUFOPA e Estatuinte sejam instâncias distintas, acredito que devamos nos posicionar, so sugiro que não seja no debate Proifes Andes e sim, em outro momento. Obrigada por responder
abraços
Heliana Aguiar
Profª Heliana Aguiar,
Ainda bem que você retornou com as suas ponderações, pois eu tinha interpretado do mesmo jeito que o Jeso.
Bem, em relação a sua preocupação em tratar assuntos distintos no dia do debate ANDES X PROIFES (31/03), isso não ocorrerá. Teremos uma reunião da diretoria do SINDUFOPA e tentarei aprovar uma agenda das ações mais urgentes e sem dúvidas falarei sobre a ESTATUINTE e sobre esses ataques que a instituiçao UFOPA vem sofrendo, por quem deveria defendê-la e ajudar na sua construção.
Abraços e eu que te agradeço pelo seu retorno.
Carlos França
Jeso, menino eu sei…rs
não quis dizer que não deveria haver debate aqui, o problema é que o debate está sendo realizado APENAS aqui. Lógico que, devemos levar em consideração que o período letivo está apenas começando e, na UFOPA, muitos professores,inclusive eu, estavam de férias, bem como os alunos, então meu coment foi mais um chamado ao trabalho…rs
abraços
Heliana
Te interpretei mal, Heliana. Mil desculpas. Abração!
O DIABO É QUE AS ELITES NO BRASIL DE TODOS OS MATIZES TEM HORROR A POVO ! O MODELO DA UFOPA É SUICIDA E EQUIVOCADO !!! EM UM PROJETO POLÍTICO E PEDAGÓGICO DECENTE DEVE-SE CONTEMPLAR EM PRIMEIRO LUGAR A INSTÂNCIA POLÍTICA CONSULTA DAS NECESSIDADES DAS COMUNIDADES EM TERMOS DE EXPECTATIVAS DOS PROFISSIONAIS QUE A MESMA DEMANDA E POR OUTRO LADO “FILTRAR” E ADEQUAR ESSA DEMANDA TRATANDO-A TECNICAMENTE, CONTUDO NO BRASIL É SEMPRE ASSIM !!! O POVO ? A COMUNIDADE ? AH! ELES NÃO SABEM DE NADA !!! PRÁ QUE CONSULTAR O POVO ? A INTELIGENTZIA AO TUCUPI É EXTREMAMENTE COMPETENTE PRA PLANEJAR UM MODELO DE UNIVERSIDADE À SUA IMAGEM E SEMELHANÇA !!! É UMA MERDA CONFIAR OS DESTINOS DE UMA JUVENTUDE E DE SUAS ESPERANÇAS EM GENTE TÃO AUTISTA , AUTO SUFICIENTE E NARCISISTA !!!! AFINAL DE CONTAS SÃO REItores !!! e PHdeuses!!! POBRE POVO DO OESTE DO PARÁ EM TER EM SEU MEIO GENTE TÃO PEDANTE !!!!
Há um trabalho do Prof. Lima (economista), mostrando todos os modelos de desenvolvimento regional aplicado no Oeste do Pará nos ultimos 50 anos. Todos baseados no extrativismo e com os dias contados (juta, ouro, madeira, soja, etc), o final é sempre a ampliacão dos bolsões de miséria em nossa cidade e região. Com a chegada das faculdades em Santarém, acreditou-se que iriamos ganhar um capital social capaz de agregar valor ao que se produz aqui, com desenvolvimento tecnologico e centros de pesquisa, o que vimos até agora são faculdades formando Advogados, pedadodos, contadores, economistas, e por ai vai. Nada contra esses cursos, tem seu espaço no mercado de trabalho. Porém nada, ou quase nada acrescentam em nossa combalida economia. É preciso centro de pesquisa, que ajudem na transformação da produção, agregando valor ao que se produz, é necessário a produção de conhecimento na Amazonia, inovação. Algo que gere riqueza e qualidade de vida aos que aqui habitam. Portanto, uma universidade que ouse fazer diferente, que se propoe a sair do mesmismo, merece todo nosso apoio e incentivo. O novo sempre assusta, enfrenta oposição, mas é assim mesmo. Professores da UFOPA não desanimem. lembrem-se que pessoas foram mortas apenas porque ousaram dizer que o mundo era redondo.
Alberto,
Muito legal este seu post e ânimo que nos transmitiu. Gostaria muito de ter acesso ao trabalho do Prof Lima que você citou e se souber de um link para este material, socialize conosco.
Saudações,
Prof Carlos França
Ninguém é obrigado/a a estudar ou trabalhar na Ufopa. Se não é o modelo ideal, os que não querem procurem outros, existem outras faculdades/universidades. Muitos que uq
Muitos estão seguindo o seu conselho, 7 chamada kkkkkkkk.
é impressionante o nivel de informação inútil criada por um grupo que nao colabora em nada com a IES. Gritam desesperadamente por uma universidade melhor mas nao querem trabalhar para que ela seja assim. Poem até culpa no governo federal, em X, Y ou Z, mas nao possuem coragem para encarar a realidade de quem deveria trabalhar pela qualidade é a própria pessoa.
Eu lamento muito ao observar professores universitários que não PESQUISAM para saber se existe ou nao um modelo no qual a UFOPA está fundamentada. Cara que absurdo, pesquisadores que nao pesquisam, que acham que um modelo nao funciona só por achar.. que o modelo é errado .. entao prove…
Ai vem outro SABEDOR (sabe só sobre dor rs) e diz.. a resposta é as inúmeras chamadas.. meu amigo.. quantos se ingressaram de outros estados, quantos passaram pra outras capitais etc etc etc.. O real motivo só saberá se pesquisar.. mas o SABEDOR só sabe da dor.. ahuuah nao se iludem por favor.
O modelo é esse, e vamos trabalhar para melhorar se for o caso.. por exemplo.. nao seria melhor que o aluno já tivesse garantido a vaga dele no curso como um todo e nao apenas para um 1 ciclo.. isso já foi posto aqui e foi fundamentado por meio de uma apresentacao na propria UFOPA nesses ultimos dias.. .. pois é.. assim avançamos.. com pesquisa.. com fatos que estejam fundamentados em alguma coisa..
Não vejo nehuma providencia jurídica ou administriva que a REItoria possa tomar? Você fala tanto em embasamento, mas não tem nenhum.
Caro Armando Weinberg,
Primeiramente não sei se você está utilizando seu nome real, ou se utiliza uma pseudo identificação. Torço apenas para que realmente tenha nível superior em Economia ou qualquer outra área para que possas entender o meu posicionamento de uma vez por todas.
1 – Todos os novos DOCENTES, inclusive aquele que você defende, entraram para TRABALHAR na UFOPA e NÃO PARA CRIAR UMA UNIVERSIDADE DO ZERO. Pena que não posso desenhar aqui no blog do Jeso, para que as mentes inflexivas entendam melhor, . Faça um esforço para compreender que o que encontramos E CONCORDAMOS, JÁ QUE FIZEMOS O CONCURSO, foi com uma Universidade baseada em interdisciplinaridade.
Isso não significa que concordo cegamente com modelo ao ponto de vir aqui ou em qualquer outro lugar para defende-lo com unhas e dentes. Cara, tire a armadura e as ideias pre-concebidas e entenda que eu nem ninguem que não tenha criado o modelo acadêmico vigente da UFOPA, pode atacá-lo ou defendê-lo veementemente. O QUE PODEMOS E DEVEMOS É TORCER PARA DAR CERTO, POIS O QUE TODOS QUEREMOS É UMA UFOPA FORTE E DE QUALIDADE. Caso dê errado serei o primeiro a ir as ruas, fazer passeatas e derrubar o modelo e quem estiver pela frente. Este é o meu JEITO DE SER e não me baseio em ACHISMO, POLITICAS PARTIDARIAS, LIDERANÇA OU QUALQUER OUTRA COISA. Defendo os meus princípios de lutar por aquilo que acredito e não tenho elementos para desacreditar do atual modelo acadêmico da UFOPA e muito MENOS PARA DIZER QUE O MESMO É O APOCALIPSE DA EDUCAÇÃO SUPERIOR, COMO PROPÕEM O OUTRO COLEGA E QUE VOCÊ ACHA QUE QUERO ATACÁ-LO. Não tenho nada contra ele, apesar de sentir muita pena por não saber lutar pelos seus objetivos e se sentir revolucionário do nada… NÃO ME VENHA FALAR DE CHAMADAS DE CALOUROS, POIS É ACHISMO E NÃO PROVA NADA CONCRETAMENTE. SÓ LOUCO PARA SE APOIAR EM ALGO TÃO INCONSISTENTE COMO A TESE DE QUE NÃO ACEITARAM A CONVOCAÇÃO POR DISCORDAR DO MODELO. tragam fatos reais e comprovados e deixem o achismo para as mentes vazias e doentias.
2 – A UFOPA não é o meu primeiro emprego como Prof Universitário. Trabalhei DEZ ANOS NA UERJ ( Universidade do Estado do Rio de Janeiro), TRÊS ANOS na UNIR ( Universidade Federal de Rondônia), DOIS ANOS na ESCOLA NAVAL ( Escola de formação de Oficiais da Marinha do Brasil) e SETE ANOS em Universidade particulares, tendo inclusive participado da criação do Complexo Universitário de MACAÉ que congrega duas federais ( UFRJ e UFF) e uma Faculdade municipal daquela cidade. São mais de VINTE ANOS como Professor Universitário e isso seria o suficiente para questionar o modelo e ” esperniar” com previsões de fracassos e etc. NÃO FAÇO ISSO POR TER ACEITO FAZER PARTE DO QUADRO DA UFOPA E POR SER COERENTE EM TUDO QUE PARTICIPO. SE EU FOSSE LOUCO, ESTARIA REFORÇANDO ESTE GRUPO QUE NÃO TEM PROPOSTA, EXPERIÊNCIA E NADA QUE POSSA CONFRONTAR COM A PROPOSTA ATUAL.
3 – Acredito que você não me conhece pessoalmente, mas creio fortemente que seja um dos 8 componentes que apóiam o colega Gilson. Bom, você já o viu debatendo e apresentando propostas em algum lugar ? Já leu alguma postagem coerente dele por aqui ? Já leu alguma resposta ou posicionamento argumentativo dele por aqui ? A RESPOSTA É NÃO ! E O MOTIVO É SIMPLES. ELE PRECISA CONSULTAR A BASE PARTIDARIA PARA SE POSICIONAR. NÃO CONSEGUE DAR UM PASSO POR SI SÓ E TEM EXTREMA NECESSIDADE DE ESTAR “AMPARADO” PELOS ALUNOS, JÁ QUE OS PROFESSORES NÃO DÃO A MÍNIMA PARA ELE E ESTÁ CADA VEZ MAIS ISOLADO.
Você queria o que ? Alguém que vai a público atacar a UFOPA está atacando a TODOS COVARDEMENTE E LEVIANAMENTE. EU, TODOS OS DOCENTES, TÉCNICOS E ALUNOS SOMOS A UFOPA. Se quiser atacar, tem que ter “culhão” e dar nome aos bois e não colocar todos no mesmo saco. Critico ele e qualquer um que falar mau da UFOPA, lugar que escolhi para trabalhar, onde tiro meu sustendo. Não defendo pessoas e sim a INSTITUIÇÃO.
Se vocês fossem mais organizados e coerentes, já teriam avançado e mobilizado mais pessoas, mas falta de postura e proposta é a marca maior deste grupo e de todos que se juntam a eles sem o mínimo de reflexão.
Espero que vc e os demais possam acordar e lutar pela UFOPA E POR SANTARÉM, e não denegrir a imagem de uma Universidade pública que acabou de completar um ano de criada e que está entrando no seu primeiro mês de funcionamento acadêmico. TROQUEM A MASCARÁ DA INCOERENCIA POR ALGO QUE POSSA ÚTIL PARA SANTARÉM E PARA O PARÁ.
Saudações,
Prof Carlos França – BSI/IEG/UFOPA
Apesar das críticas do prof. Carlos França, não vi em seu “artigo” qualquer sugestão de modelo para a UFOPA, a não ser a defesa deste modelo mais do que fracassado que foi adotado nesta última seleção.
Assim como tinha dito em meu comentário anterior (no artigo do prof. gilson), o modelo que está aí não deve ser adotado para o próximo ano, pois está causando prejuízo ao patrimônio público com a ociosidade de salas (alugada$ em hotel) e professores (que recebem sua remuneração mensalmente, independende de dar ou não aulas).
A mensagem do Prof. Gilson Costa é bem simples, para a qual eu faço eco: não queremos ser laboratório para testes pedagógicos, ainda mais de um modelo imposto de cima para baixo, sem qualquer consulta aos alunos e sociedade.
Querem proposta pedagógica? Então voltemos ao bom e velho modelo de ensino, em que os alunos entram na universidade sabendo qual curso vão cursar. Se for o caso, incluam na grade curricular de cada curso as matérias deste “bacharelado interdisciplinar” inventado sabe-Deus-por-quem, mas ainda assim que seja dada a certeza ao aluno de qual curso irá se formar, ao entrar na universidade.
Não se esqueçam que o grande mérito das Federais sempre foi seus alunos, selecionados por rígido médoto o qual era capaz de incluir somente os melhores nas universidades, resultando em melhores turmas, melhores projetos e melhores resultados.
Com o modelo que está aí, fico em dúvida acerca da qualidade dos alunos que estão entrando, bem como da qualidade das turmas que serão formadas.
Não há porque reinventar a roda, voltemos ao modelo tradicional que sempre funcionou muito bem.
Eduardo Niederauer
Egresso da UFPA-STM
…vou ficar com o Prof. Romy. Esperar para que dê certo, porque o mínimo que poderemos sofrer se o modelo não vingar é mais uma vez perder tempo, a exemplo das greves e falta de professores da Ufpa….aí a história se repetirá!!!!
E interessante todos perceberem que o discurso dos que são sempre do contra aqui na UFOPA é o mesmo.Qualquer pessoa que fale a favor da nova universidade para eles é mais um ” porta-voz da Reitoria da Universidade” . Como veterano aqui posso dizer que sempre vi esse mesmo grupinho fazendo esse papel ridículo de colocar alunos contra reitoria ou alunos contra professores assim como técnicos e quem mais estiver no caminho contra a reitoria. Nunca vi fazerem uma proposta decente se quer uma proposta inteligente e real, só discursos baratos. Como aluno aqui eu gostaria muito de ver o professor Gilson que tanto critica a UFOPA, assim como seus seguidores apresentando a academia e a população de Santarém uma proposta de modelo acadêmico novo fundamentada em algo real , um modelo que tenha dado certo com bons resultados. Penso eu como aluno que é isso que precisamos ver dos nossos professores, ver os mesmos discutindo idéias, não brigando com bandeiras partidárias.
Será que não tinha outro lugar pra esse modelo de estudo “DESESTIMULANTE” ser implantado? Não seria mais um “sonho da intelectualidade” colidindo com a verdade do alvo?
É isso ai professor Carlos, gostei de seu posicionamento, acredito que são pessoas como o senhor que ajudarão a aperfeiçoar o modelo da UFOPA, porque somente dialogando, trazendo as críticas mas também propostas é o que vai ajudar nesse processo de contrução acadêmica.
Professor não espere que os opositores da UFOPA sejam capazes de ajudar a construir alguma coisa em prol da instituição a qual pertencem e muito menos em prol da população que vive nessa região, seu único objetivo é ser oposição, porque o que está por trás desse discurso oposicionista ao projeto acadêmico da UFOPA é a agenda política partidária.
Vamos continuar defendendo nossa universidade sem deixar de reconhecer que como qualquer outra instituição brasileira ela tem problemas, mas acima de tudo, ela tem pessoas que estão dispostas a construir e a melhorar o modelo acadêmico porque quem faz a universidade são as pessoas comprometidas com ela.
bom final de carnaval
Uma das consequências desse novo experimento vai ser o total isolamento da universidade no que tange ao conteúdo programático, não permitindo que haja mobilidade entre universidades, pois dificilmente haverá outra instituição com ciclo básico compatível que aceite nossos estudantes.
Outra questão é a oferta de vagas nos cursos específicos ser menor que as vagas no ciclo básico, com a possível consequência do aluno sair formado em Estudos Amazônicos, e o que ele fará com esse diploma? Quem pensa como o professor Gilson Costa responderá: Muita coisa, como o professor Carlos França responderá: Nada, e o aluno responderá: Sei lá!
Correção: onde consta Gilson Costa deverá constar Carlos França e Virce-versa.
virse versa.
ai que sussssto, imagina esse leSionando HUAhuahua
Gilson Costa quer a Reitoria rsrs…
Acompanho está luta discursiva há algum tempo, desde as primeiras notas jornalísticas sobre a criação da UFOPA (UNIAM) até os últimos “desabafos” sobre os primeiros frutos da então universidade recém implantada.
Acredito que não devemos esconder os fatos debaixo do sofá da sala, pois poderão ser encontrados pela visita em algum domingo de sol, suor e cerveja. O primeiro fato – alegórico – é quanto à política de expansão do Ensino Superior iniciada pelo Gov. Lula II, ao qual, em números, ultrapassou as 11 universidades criadas no período Juscelino (1956-1960).
Sempre fora corrente entre os técnicos, agentes administrativos, engenheiros e outros mais do quadro funcional do Ministério da Educação a dubiedade do REUNI, e temiam pela falácia do ideal social embutido no programa. Tanto que ao final do segundo mandato a grande mídia, comandada pelo Grupo Abril e Globo, escarafuncharam as gavetas e no fundo de cada uma achavam as peças de um imenso quebra-cabeça com o começo nos despachos presidenciais e o fim nas licitações para contratação das empresas construtoras – atuais responsáveis pelas obras desde então.
Um grande circo baseado no principio “ganha-ganha” e em cooperações técnicas a fim de tirar do marasmo o Ensino Superior Público Brasileiro, e assim conseguir se equiparar, pelo menos, aos investimentos do Chile nesta fatia educacional.
Mais uma vez, como em toda nossa historia educacional brasileira, um programa belíssimo começa a ser sabotado. O medo do então quadro funcional do MEC começa a virar Fred e a fazer a hora do pesadelo (sei lá qual a parte…). Em matéria publicada pela revista Época fins de Janeiro e disponível neste endereço: https://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI204239-15223,00-CADE+A+UNIVERSIDADE+ANUNCIADA+AQUI.html Temos um panorama atual da consolidação do REUNI, porém a matéria enfoca o lado depreciativo do programa. Ora, por mais que seja boa vontade se construir novas universidades isso demanda tempo e investimento, alem disso sabemos que as verbas federais para o REUNI derivam do royallites do pré-sal que ainda estão em ritmo fraco, e, quiça – tom otimista – teremos bons frutos.
Outro fato que não devemos esquecer é quanto ao corpo docente aprovado em concurso público. Que alerto senhores: poderão se tornar uma “nova” UFPA da vida, isto é, um novo trampolim político-partidario, pernicioso e desgastado como tal modelo foi implantado no campus da UFPA da Capital. Isso sim é que devemos tomar muito cuidado, pois é este modelo que degrada toda a proposta de ensino e que começamos a ver os indícios deste modelo sendo desenvolvido na UFOPA, que ao fim novos Jatenes, Nilson Pintos e Alex Fiuzas nascerão.
Alem desse fato, não devemos fechar olhos para nossa realidade local. Todos aqueles que passaram por um ensino superior em Santarém sabem que o investimento em pesquisa é mínimo ou inexistente. A maior fatia das novas universidades criadas dependerão deste, que para muitos é o sonho não realizado no ensino superior: a pesquisa.
A verdade seja escancarada senhores professores da UFOPA, quantos de vocês não se inscreveram nos concursos com a promessa de vida universitária nova, já que em seus domicílios as empresas educacionais não oferecem lá mares de proventos e incentivo à pesquisa e extensão.
Com a plataforma Freire, investimento em pesquisa e extensão olhos se encheram para a UFOPA. O signo de “peregrino” contaminou a alma de vossos conhecimentos, quando aqui aportaram viram, qual Caminha, mato, índio, água e palmeiras onde cantam os sabiás. E agora o que presenciamos são notas de repúdios voando qual jato, artigos-bombas sendo fabricados por mentes vanguardistas, alem disso desculpas e notas de sufrágio, qual Marat ou Lamarca.
No meio desse fogo cruzado: estudantes em fase de vestibular, adultos que retomam sua vida escolar depois de 5, 10 ou 20 anos, concurseiros de plantão – que vão até em mães ou pais de santos comprar-lhes a fé. Temos uma população. Pessoas que não se importam em estudar em hoteis, escolas publicas, ginásios, são pessoas crédulas no princípio do ensino liberta, é uma população crente em dias melhores ou em chavões como: “menino vai estudar para ser alguém na vida!”. Somos nós, 40 mil palavras em língua portuguesa, mesmo assim indefinidos, no entanto determinados.
Qual modelo pedagógico ideal para a UFOPA? Trabalho, Conhecimento, Pesquisa, Dialogo e BOA VONTADE. Pois, antes de serem nomeados professores o humanismo foi a “peteca”, “cabeça”, “carreira” ou “cheirada” que os levou ao vicio da educação.
Senão tomarmos cuidados com a construção de um local de saber baseado na excelência do ensino, a UFOPA terá cabaré certo: UFPA. E, acredito que o medo é o primeiro passo para uma dominação perene, viciante, Wilhelm Reich nos alertara na década de 30 com sua “Psicologia das Massas”. A universidade é para formar mentes produtoras de soluções e não atentados discursivos ou sufrágios de “caminhando e cantando seguindo a canção”. Abandonemos a vanguarda do ensino e a dianteira da covardia, tornemo-nos comprometidos com o ensino, e isso que falta. Fim de papo – não para o ar, sim suporte de saberes.
Disse muito, nheco-nheco! O pessoal que só repudia a Ufopa precisa parar de ter comportamento de adolescente “não quero, não gosto, nunca comi”.
Uma estrovenga o método testado pela UFOPA. Eu gostaria de ver o professor Carlos França fazer uma critica fundamentada em argumentos técnicos em defesa do método testado pela UFOPA, o que vi foi apenas uma critica ao professor Gilson Costa e uma tentativa de desqualificar as pessoas que tem a opinião contrária. Deviam usar o que já existe e não tentar reinventar a roda.
No passado, milhares de santarenos tiveram que debandar para outras praças para adquirir uma educação de nível superior. Isso ocorreu simplesmente porque há 33 anos, pelo menos, não havia curso universitário em Santarém. Os primeiros cursos superiores em Santarém foram particulares. Muito tempo depois chegaram a UFPA e a UEPA. Agora que a cidade e região foi contemplada com uma universidade pública, vejo com surpresa toda essa querela infundada em torno da atuação da instituição UFOPA e a rejeição sem causa de estudantes, talvez bem-nascidos, que desconhecem o passado de sacrifício de seus pares no passado. Agora eles tem uma universidade “na porta” e ficam fazendo charminho. Lembro: a UFOPA é de toda região oeste do Pará e não somente de Santarém. Então, é bom consultar pais e alunos de outros municípios para colher suas opiniões. Por outro lado, nenhuma instituição desse porte, principalmente em nossa região, já nasce com alto grau de excelência, se é que existe alguma nesse nível na Amazônia. É preciso ter tempo para amadurecimento e consolidação dessa instituição nascente. Nada se constrói sem muito trabalho e persistência ou quando os próprios beneficiários são contra.
Jeso, não sou a Tatiana, mas respondendo a sua pergunta, sei o que não quero: o modelo da UFOPA. E Isso é um grande passo!
O grande número de lista de chamada é uma resposta da sociedade a esse modelo: NÃO QUEREMOS A UFOPA DESSE JEITO!
Quem critica tem a obrigação de apresentar argumentos para a sua crítica, não um modelo.
Que resposta mulher? Quer dizer que se a universidade possui mais de uma chamada quer dizer que o modelo nao presta ? Entao a UFRJ, UNB, UNICAMP , PUCs e as USPs também nao prestam.
Nossa, isso tudo é uma loucura….
Fui aluno do Campus da UFPA em Santarém e, na época, sonhava com uma universidade que garantisse a nós, santarenos, autonomia para definir nossas prioridades. Idealizava também uma instituição que garantisse aos meus filhos a possibilidade de estudar perto da família, com a segurança e o zelo de quem sabe dos perigos do mundo. Como professor de ensino médio e de cursos de pré-vestibular, torcia para que esse sonho se tornasse realidade o mais rápido possível. Eis, então, que vem a UFOPA. Viva!!!!
Viva? Não. Por culpa dos santarenos de uma forma geral, dos formadores de opinião, dos professores e da comunidade acadêmica (que não participaram da discussão como deveriam e que aceitaram passivamente a proposta), empurram-nos “goela abaixo” um modelo de universidade vanguardista, mas que frustrou as expectativas.
Mesmo com os discursos bonitos dos defensores do modelo da UFOPA, quem está na “outra ponta” sente o desapontamento e o desinteresse dos alunos em cursar a instituição.
O sonho virou chacota, gozação…
Se a intenção era nivelar os acadêmicos, evitar a evasão ou qualquer outra justificativa, eles não tinham o direito de nos fazer de “cobaias”. Por que simplesmente não deixam que o aluno faça a opção pelo curso na inscrição como se faz em outras instituições? Não há razões para inventar.
Duro é ouvir de sua filha que ela faz “curso nenhum” e estuda em um hotel.
Ainda assim, torço para que a iniciativa dê certo. Não adianta, agora, torcer contra. A UFOPA é nossa. Temos de acreditar em sua viabilidade e em seu sucesso – mesmo que à custa de muita frustração.
“A bagagem dos idealizadores da UFOPA…..?”
“Não se pode colher bons frutos de árvores cobertas de ervas daninha…?”
Sinceramente,
Esta UFOPA foi “idealizada e criada” por um grupo que ‘convencionou’ o que era melhor para uma população. NÃO DEU CERTO! Saibam receber os deméritos dessa estupidez!
Quanto a chamar as pessoas que são contrárias aos intocáveis e incomunicáveis, repito incomunicáveis idealizadores da UFOPA de erva daninha, é não olhar para o seu próprio r*.
Caro professor, quem se apega demais a tecnocracia perde a leveza da alma, acabou o tempo onde a verborragia disfarçada de intelectualidade ganhava apoio dos ignorantes.
E só que fique bem claro, não são somente professores que se posicionaram contra essa estrutura institucional, boa parte dos alunos também não concorda. A própria população se posicionou contra esse modelo quando NÃO respondeu ao chamado de matrícula das vagas, repito NÃO respondeu ao chamado de matrícula das vagas, QUANTAS VAGAS SOBRARAM MESMO DE INÍCIO? 800….+? Isso é um dado comprovado, longe de ser um achismo.
Por sinal sua fala vazia apenas reforça a política do grupo idealizador desse “nova” instituição.
Cara Tatiana, uma provocação: qual o modelo pedagógico que vc. propõe para a UFOPA?
O tradicional, aquele que todo mundo conhece, e para o futuro veremos se vale a pena mudar! que tal?
J.W,
Que tal voltarmos ao vinil ? E não estou falando da excelente casa noturna da Mendonça Furtado, e sim aquele vinil onde está registrado as melhores músicas dos ” beatles”. Pessoas conservadoras impedem a presença do novo, atrapalham as quebras de paradigmas e vivem chorando o leite derramado que nem saiu das tetas da vaca.
Abra a sua mente para o novo e ajude a mudar a história da educação superior de Santarém. A pessoa medrosa e agourenta não deve nem sair de casa para não ser alvo das fezes dos abutres….
Conclame os seus pares e vamos discutir ideias e não fique atirando ao leo e com medo do novo, antes mesmo de ver o que acontecerá.
Viva o CD, DVD, BLUE RAY E TODOS OS QUE OUSAM NO BRASIL E NO MUNDO EM TODAS AS ÁREAS. OU LUTE PELA VOLTA DA VITROLA E DOS VINIS DE ROTAÇÃO 45.
Saudações,
Prof Carlos França
O mais interessante é ver um conservador propondo um projeto furado e se auto considerando um revolucionário.
Amigo caia na real, concordo que devemos lutar por mudanças, mas para melhor.
J. W,
O maior problema do nosso país é o analfabetismo funcional. São aqueles que são “alfabetizados” mas não conseguem fazer conexão entre as palavras e muito menos ter discernimento de uma simples frase se quer.
Olhe as pérolas que você escreveu e tente entender o que você disse:
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J. W disse:
09/03/2011 às 18:26
O mais interessante é ver um conservador propondo um projeto furado e se auto considerando um revolucionário.
Amigo caia na real, concordo que devemos lutar por mudanças, mas para melhor.
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Como posso ser CONSERVADOR se estou defendendo o novo ??????? hahahhahahahahahahahah
Quem se considera REVOLUCIONÁRIO e faz questão de assinar com este rótulo é o seu grande ídolo, Gilson costa. Ahahhahahhahahhahahahhahahahahah
Incrível como você não consegue juntar ” leco com greco “. Meus Deus, para o bonde que eu quero descer.
Você é legitimo representante do grupo dos OITO REVOLUCIONÁRIOS, que já deve ter diminuido nessa altura do silêncio sepulcral. Não tem argumentos e distorcer terrivelmente a postura dos outros. VOCÊ EXIGE O MODELO TRADICIONAL E EU É QUE SOU O CONSERVADOR…. OBRIGADO POR ME FAZER RIR !!! AHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHA
Acorda meu caro !!!
Saudações,
Prof Carlos França
Jeso,
O “novo” modelo acadêmico proposto pela UFOPA irá excluir no ciclo seguinte muitos alunos do seu curso desejado, me arrisco a ir além, a maioria desses alunos serão oriundos das escolas públicas por motivo óbvio: boa parte deles precisa trabalhar o que os impedem de ter dedicação exclusiva para os estudos tornando mais difícil sua entrada nas áreas mais cobiçadas.
Opto pelo modelo pedagógico já conhecido, cito como exemplo universidades como USP, UNICAMP, URSC, UFRJ e UFMG (as cinco primeiras no ranking de melhores universidades 2010). Acredito que com as devidas adaptações a nossa realidade poderíamos ter uma universidade de qualidade.
Por fim, nenhum projeto, por melhor intencionado que seja terá êxito se não houve uma gestão administrativa competente e eficiente.
Obrigado, Tatiana, pela contribuição.
Parabéns, professor pela sua exposição. Eis a reflexão ponderada que esperei ver sobre o momento da Ufopa. Há que avançar nas discussões da Universidade, mas sem os exageros alardeados. A realidade das novas universidades no Brasil não é diferente da Ufopa. Basta ampliar o campo de olhar e analisar o que significa esse pequeno pedaço.. e observar que há muita caminhada e construção. É muito fácil jogar pedras e angariar gente raivosa ao redor. O difícil é lutar pra melhorar em vez de apenas querer derrubar o que está na sua frente. “Para um verme que vive em um rabanete, o mundo inteiro é um rabanete.” (autor desconhecido)
Meu caro Sabidinho,
Obrigado pelo apoio e esteja certo que enquanto estiver lotado como servidor da UFOPA, lutarei pela nossa Universidade e não me calarei diante de posturas radicais, sarcásticas e altamente desinformativa.
Não se constrói uma Universidade em cima de factóides e muito menos com previsões catastrófica de um modelo que acaba de ser implantado. Claro que se demonstrar ineficiente na prática, serei o primeiro a desfraudar as bandeiras dos debates acadêmico e reestruturação da Universidade. Agora, não aceitar o regimento de um local de trabalho escolhido por si próprio é algo patológico e incompreensível pelo juizo normal.
Saudações,
Carlos França
Mas afinal quem é esse Carlos França mesmo?
O Presidente do Sindicato dos Professores da UFOPA ou um porta-voz da Reitoria da Universidade?
Meu caro(a), Não quer calar,
Não tenho certeza se você aprendeu a ler antes de criticar, ou se o seu ATO COVARDE DO ANOMIMATO, mascará também uma pessoa inescrupulosa que só sabe atacar e nunca colabora com nada de útil.
Leia pelo menos o final da minha carta e “verá” que assinei com Prof do BSI/IEG/UFOPA. Não falei pelo SINDUFOPA que estou como presidente e muito menos pela reitoria. Para falar pelo SINDUFOPA eu teria que ter consultado os colegas Diretores. Se eu pudesse falar pela Reitoria já teria tomado as providências jurídicas e administrativas que o caso requer.
Acredito que não entenderás o que acabei de escrever, pois a pretensa CAPA DE SALVADOR DA HUMANIDADE que o grupo que você pertence veste, serve para cobrir tudo que vão contra ao pensamento comum dos “revolucionários” e para contra atacar utilizam o anonimato e o sarcasmo de sempre.
Bom, já tirei as suas dúvidas e quando tiveres coragem e urbanidade de sair do anonimato, posso tentar de esclarecer outros pontos obscuros. Espero que um dia consiga honrar este blog e mostrar a sua cara. Isso serve para todos que se utilizam do anonimato para atacar os outros.
Saudações de quem não tem nada para esconder e nem precisa de usar capa de salvador da humanidade.
Prof Carlos França – BSI/IEG/UFOPA
Interessante como são àqueles que ‘julgam ser’ os que realizam a inquisição. Julgam mas em nenhuma hipótese querem ser julgados.
Pois é Rogério,
E mais incrível ainda é constatar que são totalmente desarmados de argumentos paupáveis e racionalmente aceitos. E o que fazem nessa situação !?! O mesmo que os avestruzes ou se escondem atrás do anonimato para se defenderem sem elementos concretos.
Chegam ao absurdo de indagar o que é que eu faria se estivesse na administração da UFOPA e ainda assinam como ” advogado”. Essa piada para quarta-feira de cinzas foi boa demais.
Saudações,
Prof Carlos França – BSI/IEG/UFOPA