por Jeso Carneiro
Candidato derrotado na eleição para reitor da Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará), Aldo Queiroz é um cadáver insepulto.
Ele ainda não teve enterro digno, porque os que sempre o utilizaram, coleira no pescoço, como cão de seus interesses inconfessáveis nesses 4 anos de Ufopa, caso do reitor pro tempore Seixas Lourenço, não têm qualquer escrúpulo.
Quase 10 dias depois do resultado nas urnas, o cadáver de Aldo tem sido usado nesses últimos dias sem pudores e respeito à biografia do morto pelos abutres da cúpula acadêmica derrotada.
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É essa gente, sobre a batuta de Seixas Lourenço, que instiga, que açula, que recorre ao tapetão para reverter uma vitória democrática, avalizada, inclusive, pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), carregando nos ombros o cadáver do derrotado.
Aldo morreu.
Merece, pois, por tudo que fez, com fidelidade canina a esse grupo, um enterro digno.
Criadores da criatura, no entanto, acreditam que a imolação desse corpo para os príncipes das trevas e das sombras pode render ainda alguma serventia.
Caro Jeso, tua colocação só me fez lembrar do que dizia um professor meu no início do curso de Direito, parafraseando algum de seus autores favoritos, cujo nome não recordo, ainda nos tempos de UFPA: “o velho morreu e não foi enterrado; por conta disso o novo não pode nascer.”
Fora, DesesperAldo!!!!!
Homologa, CONSUN!!!
Passando rapidamente por aqui, nao aguentei ficar calado… Primeiro, quero dizer que o Válber Almeida foi preciso em todos os comentários que fez sobre esse assunto das eleiçoes da UFOPA. Afinal, ele conhece muito bem os atores envolvidos e sabe como eles estao jogando mesmo de longe, em Belém, sem assistir o jogo. Portanto, temos de, mais uma vez e sempre, tirar o chapéu pro Válber; Segundo, também cantei a pedra e já tinha dito que o POLITICAMENTE NOJENTO ia levar taca, e foi taca do começo ao fim! Mesmo com toda a jogada pra cima dos técnicos, mesmo com toda a jogada das bolsas do PARFOR, nao conseguiram convencer e vencer a comunidade acadêmica, um conjunto de professores, estudantes e tecnicos valorosos que lutam por uma universidade melhor e conhecem as fraudes do POLITICAMENTE NOJENTO.
Nao esperemos nenhum ato de ombridade do POLITICAMENTE NOJENTO e seu grupo pois o que eles puderem fazer, ou deixar de fazer, para ;protelar, demorar, retardar, sabotar, prejudicar, atrapalhar, impedir, eles irao fazer ou deixar de fazer! É o que eles já estao fazendo!… Por exemplo, deixaram de cumprir o prazo para enviar o orçamento que garante a continuidade das obras em 2014… Ou seja, se eles largarem o osso, vao deixar o CAOS pra Raimundinha/Anselmo.
Mas tenho a esclareceer um detalhe muito importante em política… O POLITICAMENTE NOJENTO nao morreu! Em política os caciques só morrem quando páram de mandar e, quanto a isso, sabemos que o POLITICAMENTE NOJENTO sempre vai ter um punhado de pau mandado por perto… O mal continuará rondando em nosso meio que nem uma víbora sorrateira, mas supervenenosa!
Ou nós vamos esmagá-lo no CONSUN, ou nós vamos esmagar o CONSUN! Eles escolhem o que é melhor!…
Os PELEGOS se calaram porque sabem que nao tem mais como defender suas gratificaçoes findouras…
Meu amigo Prof. Válber, parabéns pelo comentário e, principalmente pelas recomendações ao Prof. Aldo, porém eu creio que elas jamais serão ouvidas, uma vez que para tal seria necessário que este cidadão fosse humilde o suficiente para aceitar o ensinamento de Chaplin – “perder com classe”. Entretanto, acredito que você lembra de seu tempo de estudante na UFPA, Campus de Santarém, o quanto esse cidadão é orgulhoso e vaidoso demais para ouvir suas sensatas ponderações! Creio que você lembra que este filme nós já assistimos. Só não consigo entender como pessoas com currículos tão “vastos” concordem com atitudes tão vis e aceitem encerrar suas carreiras de modo tão melancólico. É lamentável o quanto a cede pelo poder torne algumas pessoas tão insanas e, assim, incapazes de avaliar o quanto suas atitudes prejudicam a vida de milhares de pessoas, entravam o funcionamento da Universidade e colocam sob suspeição a atuação de outras instituições que acompanharam todo o processo de consulta que deu a vitória à Professora. Raimunda Monteiro e ao Professor Anselmo Colares, a saber: Ordem dos Advogados do Brasil, Polícia Militar do Estado do Pará e Polícia Federal!
Meu amigo Mário, primeiramente, que satisfação encontrar você por aqui, já que as nossas agendas parecem não combinar e não o consigo encontrar quando vou aí em Santarém, nas férias. Saudade de bater aquele agradabilíssimo papo em sua companhia, regrado a uma boa cervejinha num dos bares pitorescos da nossa belíssima cidade. Lembro de tudo, meu amigo, a história toda daquele tempo. O Aldo nunca me pareceu ter uma inteligência política privilegiada, por isso, em certa medida eu concordo com o Jeso, quando o vê como um títere. Porém, não há como negar também que ele é um animal político que sempre habitou estes espaços nebulosos das frestas da democracia, e de tanto habitar estes espaços talvez tenha se habituado a eles. Não escrevi com muita esperança de que o Aldo me ouvisse, talvez já seja um caso perdido, porém, fica sempre aquela torcida: quem sabe a vida, acostumada a pregar peças, não acabe surpreendendo. Ou, resta-nos aceitar uma das máximas do grande Barão de Itararé: “de onde menos se espera é que não sai nada mesmo”. Um grande abraço e vamos ver se nos encontramos para papiar quando eu for por aí.
Caro Jeso, meus sinceros parabéns pelo texto e pela coragem. Que continues isento, doa a quem doer.
Jeso, perfeito, acrescento apenas que não acredito que o Aldo seja apenas uma marionete neste processo todo. Uma saída digna para o Aldo seria escrever uma carta de reconhecimento não somente da vitória da chapa, mas da democracia. Nela, num gesto de um verdadeiro democrata, reconheceria seus erros e apontaria aquilo que acredita ser seus grandes feitos à frente da instituição, hoje e ontem. Caberia, ainda, um elogio ao processo democrático na universidade, indicativo de respeito pela vontade soberana da maioria e pelo seu apreço pelo jogo político bem jogado. Por fim, apontaria, para marcar posições, aquilo que sustentou em sua campanha como sendo os principais problemas que a instituição precisa enfrentar e expressaria o seu desejo de que os novos gestores também olhassem para estes problemas. Como democrata, tomaria a posição de um colaborador, mesmo como crítico construtivo e consciente, e não a de um inimigo insensato, autoritário e intransigente, como agora se demonstra. Porque o Aldo está se deixando conduzir nesta aventura golpista? É a falta de bons assessores? Um bom assessor deveria dizer ao Aldo que o risco moral presente neste tipo de postura é muito grande, extremamente desgastante, mancha de uma vez por todas a sua biografia e pode inviabilizar de vez as suas aspirações políticas. O Aldo e seus aliados precisam entender que vivemos sob um regime que, apesar de todas as suas imperfeições, é democrático, que precisam aprender a jogar o jogo democrático, que pressupõe saber admitir as derrotas políticas. Suspeito que seu grupo esteja contando com o aparente controle que o PSDB possui sobre grande parte do judiciário paraense, o que é uma atrocidade moral e política, pois passaram a contar com um poder sem voto para se sobrepor ao poder que nasce da força dos votos, da vontade da maioria: uma total inversão da lógica e dos princípios da democracia. Mas, se não é a falta de bons assessores, seria o que? O mero apego a qualquer preço ao poder? O medo de perder o controle sobre recursos públicos importantes para manter a hegemonia e vitalidade do seu grupo político? Ou seria o medo de que possíveis erros e abusos administrativos do seu grupo sejam revelados e julgados? É uma destas hipóteses ou são todas elas em conjunto? Não sei responder, mas, de certo, o não reconhecimento da derrota e a tentativa de golpe branco, jurídico, já significa uma segunda derrota de seu grupo, uma derrota também política, mas, acima de tudo, moral. Por fim, se o CONSUN compactuar com esta atrocidade, então, é política moral de terra arrasada, é o momento de se chamar à reflexão profunda o papel da UFOPa enquanto instituição que, além de formadora de profissionais, produtora e disseminadora de conhecimento científico, também tem a função e o dever de zelar pelas grandes conquistas da razão e da civilização moderna. É o momento da UFOPa demonstrar que é uma instituição efetivamente cosmopolita como se imagina que sejam as universidades modernas. Impedir que este provincianismo coronelista se perpetue à frente da instituição por meio de um golpe branco seria um grande momento na afirmação deste cosmopolitismo.
Perfeito, Prof. Válber. Assino embaixo!
Então deixem o morto descansar em paz gente. Alma penada é assim, fica vagando pelo limbo, precisa de orações. Orem!
Um apelo ao Seixas: De um enterro digo ao ALDO Canino. Depois de anos sendo capacho e ao mesmo tempo intimidando as pessoas ele merece o reconhecimento da derrota nas URNAS.
A comunidade acadêmica é consciente, muito diferente do seu restrito grupo de FIÉS CANINOS.
Campanha: ‘HORA DE LARGAR O OSSO!”
Jeso, parabéns pelo texto!
O termo Fidelidade Canina é bem adequado ao Aldo Queiroz. É uma pena que situações como esta aconteça em pleno século XXI. Desapega Aldo!
Importante uma reflexão de todos os envolvidos na campanha da Chapa 1, ou será que o termo FIDELIDADE CANINA se adequa a chapa como um todo? Assim sendo sugiro a campanha “Hora de largar o osso”. Que tal?
Esse texto me faz lembrar outro cachorrinho de coleira, de quem você Jeso Carneiro, sempre mostrava as piruetas aqui no seu blog. Lembras de certo puxa-saco lambedor de botas da charge “vai lá, bate nele”, que publicaste aqui? Visita aí os teus arquivos para a gente refrescar a memória.
Enquanto isso técnicos que apoiaram a chapa vencedora estão sendo perseguido pela atual gestão, principalmente aquelas pessoas que realmente fazem a coisa acontecer como ex: ctic e almoxarifado…
kkk Já tá é fazendo visagem pr ai ! Alguém avise a essa visagem que finados já passou.
Essas pessoas sabem, bondoso Jeso, que vão demorar voltar ou nunca voltarão para o comando da UFOPA, se a reitora e seu vice legitimamente eleitos proceder como devem proceder, ou seja, revisar tudo o que feito por essa corja.
É inevitável dizer que no Brasil as instituições dirigidas por essas espécies nos últimos tempos são catastróficos.
Vergonha! Alias, esse sentimento essa gente não tem!!
Chico Corrêa
Após ouvir Aldo Queiroz chorar vigorosamente por 45 minutos, Joaquim Barbosa olhou nos seus olhos e disse: Cara…, eu acredito em você…
Ridículo…
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK….. Barbosa, Seixas, Aldo, Jatene, Aécio Never. Todos do PSDB serão enterrados na mesma lápide.
“sob a mesma lápide”… Ninguém é enterrado na lápide.
Que vergonha!
Vergonhoso!
O que o povo quer saber e se não estão dando fim em documentos, é comum quando sai uma gestão e entra outra ai não se encontra nada começa tudo de novo.
A gestão atual não vai chamar uma coletiva e fazer uma prestação de contas.
Atualmente todos querem saber como anda esta Universidade e esse interesse ultrapassou seus muros.
SIM SEM DUVIDA É IMPORTANTE ESSA REFLEXÃO, MESMO PORQUE PARA DEPOIS NÃO SERMOS ENGANADOS PELOS NOVOS DIRIGENTES DA UFOPA, DE QUE NADA PODEM FAZER POR CAUSA DA FALTA DE INFORMAÇÕES E DOCUMENTOS, O QUE TAMBÉM É DE PRAXIS DE TODOS AQUELES QUE ASSUMEM CARGOS DE DIREÇÃO EM ÓRGÃOS PÚBLICOS! A CONFIANÇA TERMINA QUANDO COMEÇAM AS MENTIRAS, POR ISSO ATENTOS A NOVA DIREÇAO, QUE POR CERTO CARREGA UM ENORME FARDO DE TER SUA COMANDANTE CONDUZIDO MAL O TIMÃO DO IDEFLOR,
MUITO TRISTE….
HOMOLOGA CONSUN!!!!
Edna Marzzitelli
Programa de Educação
ICED/UFOPA
Parabéns pelo texto, Jeso! Sintetiza de forma incisiva o imbroglio em que estes senhores envolveram a UFOPA.
JESO, BOM DIA…
ELE JÁ TÁ NO FORMOL?? SE NÃO, A FEDENTINA VAI SER INSUPORTÁVEL!!!
CHAGUINHA
Por maior que seja a fedentina, vai passar quando for enterrado o cadáver, o que é só uma questão de tempo.
Pior é a fedentina das ruas de Santarém, que não acaba nunca e só cresce, e quase ninguém reclama.