Socializar as ações que estão sendo realizadas pelo projeto LAR (Terra, Água, Direitos), financiado por uma das mais respeitadas entidades de pesquisas da Europa (NWO), é o objetivo da I Conferência Internacional de Conflitos Socioambientais e Direitos Humanos nas Bacias dos Rios Tapajós (Brasil) e Cauca (Colômbia), realizada na UFOPA (Universidade Federal do Oeste do Pará), nesta quinta-feira (18).
Durante todo o dia, representantes da Universidade Nacional da Colômbia (UNC), Universidade de Utrecht da Holanda, Comissão Pastoral da Terra (CPT) e da ONG Amigos de la Tierra (CENSAT), da Colômbia, as quais integram o projeto, apresentaram aos participantes os estudos dos cinco subprojetos que estão sendo executados em comunidades do Brasil, na região do Oeste do Pará, e da Colômbia.
Integrantes de comunidades que estão diretamente envolvidas em conflitos ambientais, e até alguns que estão ameaçados de morte, também apresentaram suas experiências.
Adenilson Alves de Sousa, 21 anos, da etnia Borari, vive na comunidade Novo Lugar (Gleba Nova Olinda 1) às margens do Rio Maró, nas proximidades da divisa entre os municípios de Itaituba e Juruti. A vida para ele é uma “constante tensão”.
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