Leia AQUI o contraponto oficial do IFPA (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará), assinado pelo titular da Pró-Reitoria de Extensão, Rui Chaves, a propósito das denúncias de irregularidades no Pronatec feitas pelo professor Walber Marques e repercutidas neste blog.
– … o que professor Walber Wolgrand [Marques] em sua afirmativa deixa claro é que os servidores receberam injustamente, ou seja, sem trabalhar. O que é um grande equívoco, pois ficou evidente que houve empenho de todos para que o Pronatec saísse do papel – esclarece o pró-reitor no contraponto.
A desculpa dada é boa, mas não explica nada. O primeiro exemplo dado, é o do servidor Ivo Paes. Ao que parece, seu trabalho no Pronatec, nada mais foi o de divulgação via e-mail, e site da reitoria, Mas esse é seu trabalho no Instituto, visto que o mesmo é servidor estavel permanente, e tem FG1 na função de Assessor de Comunicação, ou seja, já recebe pra realizar esse tipo de trabalho. O referido servidor ganhou R$ 6.000 extras, pra realizar um trabalho que já é sua obrigação é já é remunerado pra tal??? Esse é só um exemplo dos descalabros que ocorrem no Pronatec, já que parte das pessoas que aparecem na lista denunciada por Wolgrand não executaram nenhuma função que não fosse a sua obrigação, já remunerada, e outros nem ao menos trabalharam. O resto, parece servir de cabide de emprego de parentes e apaziguados do Reitor. Muito me espanta é o Prof. Rui Chaves se prestar a esse papelão. É o caso do Ministério Público Federal investigar bem esse pagamento de bolsas no Pronatec e as bolsas da Rubrica auxilio financeiro ao estudante, que está servindo pra pagar os mesmo envolvidos no pronatec e a um monte de outras pessoas que não são estudantes do IFPA, nem de lugar nenhum. fato que levou a AGU a estar lá no Instituto exigindo comprovante de matriculas. Matriculas estas que estão sendo providenciadas a toque de caixa em cursinho pela cidade.