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Com o jeito sereno, a fala mansa e sorriso acanhado, Sebastião Tapajós (foto) passa até ‘batido’ pelos corredores dos teatros. Mas é quando o paraense dá as primeiras dedilhadas no violão é que se entende por que ele é um dos músicos mais respeitados do mundo.
O violonista quebra o jejum de cinco anos sem tocar em Manaus neste domingo, com concerto matutino, às 11h, no Teatro Amazonas. Sebastião Tapajós é o convidado da Orquestra de Violões do Amazonas (Ovam) e na bagagem trouxe o músico argentino Sérgio Abalos e a vontade de compartilhar conhecimento. “Estava sentindo falta de vir aqui e estou muito surpreso com a ‘garotada’ que encontrei, o cenário da música mudou da água para o vinho”, disse.
Durante toda semana, Tapajós ministrou oficinas para integrantes da orquestra e alunos do Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro, ambos coordenados pela Secretaria de Estado da Cultura.
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“Há cinco anos, não tínhamos essa qualidade, encontrei músicos interessados, gente com muito potencial”, disse.
Voltar a Manaus faz parte do ‘momento amazônico’ vivido pelo artista. Depois de longas temporadas fora do País, em turnês e apresentações, ‘Sabá’, como é chamado nos ensaios pelos colegas, voltou a morar em Santarém, sua cidade natal, e tem dedicado suas composições a temas regionais.
“A música é um idioma que se entende em qualquer lugar do mundo, eu estando aqui, ou na Alemanha, o sentimento é o mesmo para quem toca e para quem ouve”, afirmou.
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Walid, fui assistir, quando cheguei havia uma fila imensa para entrar, hehehe.
Foi lindo, um verdadeiro espetáculo.
Sebastião Tapajós é F-A-N-T-Á-S-T-I-C-O… Somente quem toca esse instrumento maravilhoso como o violão (ou pelo menos tenta, no meu caso) é que sabe que Sebastião Tapajós é gênio! Um virtuoso das cordas!!! Pra quem estiver em Manaus é uma dica execelente assistir esse grande violonista!
Sebastião estará domingo, 19, na Signus, o local certo seria na Casa de Cultura, infelizmente não foi liberada para o nosso Babá, enquanto que lá em Manaus liberam o grande teatro Amazonas. Esse revanchismo burro é que atrasa a nossa cultura.
Quem sou eu para comentar o trabalho do Babá, porque, na minha opinião, sobre gênios não há comentários, há endeusamento!