O governo Maria II planeja construir um jardim botânico no imenso imóvel público, localizado no bairro do Diamantino, entre as avenida Curuá-Una e Turiano Meira.
Quem informa é o jornalista Alaílson Muniz, no blog dele.
No local, seria erigido o centro de convenções previsto pelo governo Jatene II.
Seria.
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O titular da pasta estadual Cultura, Paulo Chaves, quer uma outra área para construção de centro, preferencialmente às margens do rio Tapajós.
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Dudu Dourado,
Excelente a tua idéia cara. Sempre pensei em algo assim, unindo o últil ao agradável, e vc foi além. Brilhante. Tomara que as autoridades levem essa tua idéia a sério. Parabens!
Prédio construído é tudo que Paulo ‘Japiim’ Chaves mais gosta. Impõe-lhe a mão cheia de dedos, e a coisa se transforma em ouro. A outra mão, e o que tiver nela, mete no bolso. E então, parvulamente, empina o nariz , para receber os estrepitosos aplausos da gente do “não”, habitantes da velha e maltratada Mangueirosa. Esse o padrão que tem se repetido na sede gão-tucanato paraora. E agora exportado para o hinterland.
Sempre previsível, o manjado midas papachibé, com quatro anos à frente da secretaria municipal de cultura e nove na mesma pasta no Estado, há treze anos vem se repetindo, sempre defendendo os interesses dos maiorais e dos Maioranas de Belémi: ocupa prédio pronto, passa o serviço para empresa da esposa, quadriplica o preço inicial da obra, passa a fatura ao Estado. E o resto é com o contribuinte, isto é, nós, os incautos!
Já ouvi de alguns que temos é muita sorte!
Sorte? Como assim?
É que os fornecedores do Centro Sul são gente de ‘honra’, que em hipótese alguma ‘retribuem’ ao tal ‘bom gosto’ do secretário por seus produtos com mais de 15%. Que sorte!
Mas não chega a espantar a notícia de que a Martinalha mocoronga tá de namoro com o Príncipe do Não da mangueirosa. Uma vez já tentaram o aproach. Foi em pleno governo Ana Júlia, quando o grupo de Paulo Japiim Chaves dava repouso às mãos, que a Martinalha quase o jogou em nossos colos mocorongos. Houve gritaria, aqui no blog inclusive, e a coisa não andou. Dessa vez, parece que vai. Vejo sugestões e aplausos…
Isso, sim, espanta!
Da Martinalha já se esperava esse achego, afinal foi o velho Martins, no mesmo estllo japiim repetido em nossos tempos pelo atual secretário de cultura do Estado, que ocupou o prédio do Teatro Vitória, destituindo-o de suas funções originárias para outros fins, até vir a cair, hoje, na mão dessa gente astuta e plutocrata, remanescente da famiglia de nossa velha rabulagem brasileira.
Será que a gente do ‘sim’ resolveu esquecer tudo e estender a mão que não está no bolso à gente do ‘não’?
Talvez. Infelizmente.
Dudu,
Aproveitando o embalo do Jeso, tens uma ideia melhor para o local onde funciona o Mascotinho? aliás, quando é que vão desapropriar as casas pros lado da antiga Celpa e abrir toda a frente da cidade para a população? alguem sabe se existe alguma movimentação a respeito?
Abs por ai,
Telma
Na área da Tecejuta seria ótimo um Centro de Convenções. Nas diretrizes do meu TFG da Hidroviária (Trabalho Final de Graduação), já destino o local dos galpões para tal atividade. Se isso ocorresse, seria uma intervenção urbana bem sucedida, pois haveria uso diurno (terminal hidroviário) e noturno (centro de convenções) de uma só área: vividez do espaço urbano.
Abraços, Jeso.
É Maria controe um jardim, e o que te resta pra ver se este teu segundo termina de uma maneira melhor.
(É Maria constroe um jardim, e o que te resta pra ver se este teu segundo mandato termina de uma maneira melhor.)
Ali no lugar da Cargil, já imaginou um Centro de Convenções ali? Com a criatividade e bom gosto do Paulo Chaves com certeza sairia um projeto maravilhoso. Um projeto que interagisse a construção com a água. Manda a Cargil lá próximo do Maicá, com os caminhões varando do Piquiatuba para lá, evitaria a entrada deles pelo centro da cidade. Em vez daquela obra horrorosa na frente da cidade teríamos um projeto arquitetônico criativo e bonito junto com o rio Tapajós. Tá na hora de Santarém começar a ter a beleza arquitetônica e não depósitos de armazém somente.
Como sempre, o Dudu cheio de boas ideias. Sou teu fã, garoto!
Ô, Jeso, essa estória, que o Eduardo tá falando, do deslocamento da Cargil lá pras bandas do Amazonas é antiga. É de autoria do Quincó, felizmente divulgado agora. Há uns dez anos, ouvi, com entusiasmo, as soluções que ele oferecia como alternativa à presença da Cargil onde hoje está instalada. Ele aponta detalhes muito interessante do que me pareceu ser o resultado de uma séria reflexão sobre o problema. Ele tem dados técnicos sobre o assunto
Sugiro uma entrevista com ele sobre o tema.
Prefiro o Ari Rabelo, o Nei Imbiriba, o R. branco …
“disconcordo” da ideia de lecar a cargill ou qualquer parada para a area do Maica. A area do Maica nao deveria ser exposta a nenhum tipo de ameaça a sua integridade. Estive la ontem, dia maravilhoso.