
A corregedoria do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) deve começar já nesta terça (3) os trabalhos no inquérito aberto nesta segunda (2) como resposta às falas do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O foco são os ataques dele sem prova contra as urnas eletrônicas e ameaças contra eleições.
De acordo com a Folha de S. Paulo, o TSE deve começar chamando para depor os participantes da live da última quinta-feira (29), incluindo o presidente e seu ministro da Justiça, Anderson Torres. A investigação pode levar à inelegibilidade dos que atentam contra o sistema eleitoral do país.
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A sugestão de abrir um inquérito administrativo partiu do corregedor-geral eleitoral, ministro Luís Felipe Salomão.
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O TSE tomou duas medidas simultâneas para tentar frear Bolsonaro. Além desse caso, a corte eleitoral mandou a live para o inquérito de fake news, que corre no STF, sob relatoria de Alexandre de Moraes.
As decisões do TSE encurralam Jair Bolsonaro nas esferas criminal, ao incluí-lo formalmente na apuração sobre fake news, e eleitoral, em que pode acabar inelegível se a investigação a ser conduzida pelo ministro Salomão avançar.
A resposta do TSE, considerada a mais dura até aqui aos ataques de Bolsonaro, veio logo depois de discurso mais ameno do presidente do STF, Luiz Fux, e mostrou que será a corte eleitoral e seus ministros, em especial Luis Roberto Barroso, Salomão e Moraes, os responsáveis por tentar conter as investidas do presidente.
Em outra frente, Moraes autorizou o compartilhamento de provas das fake news e dos atos antidemocráticos com ações do TSE sobre disparos de mensagens que podem, no limite, levar à cassação de Bolsonaro.
Com informações da Folha de S. Paulo
Mimimimimi
Quando ele era apenas um deputado de quinta categoria e fazia tudo que faz agora ,ninguém fez nada. Querer fazer algo agora quando ele tem poder para acabar com tudo e com todos, é idiotice, ou coisa para boi dormir