MPT abre investigação contra empresa que coagiu funcionários a votar em Bolsonaro

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MPT abre investigação contra empresa que coagiu funcionários a votar em Bolsonaro
Abrãao Rocha: suposto assédio eleitoral contra seus funcionários. Foto: Reprodução/Vídeo

O MPT (Ministério Público do Trabalho) abriu investigação nesta sexta-feira (21) contra a empresa Rocha Distribuições, com sede em Santarém (PA), por suposto crime de assédio eleitoral contra seus funcionários.

O caso foi revelado pelo JC na manhã de hoje. A procuradora do Trabalho Elysa Tomazi é quem está à frente das investigações.

A notícia de fato (denúncia) chegou ao MPT em Santarém logo após a publicação da reportagem. Recebeu a numeração 000254.2022.08.003-0.

O principal alvo das investigação é o empresário Abraão Rocha, que se diz, no vídeo, um dos donos da empresa e pede votos para Bolsonaro no segundo turno das eleições presidenciais deste ano.

“Que vergonha [se] nós elegermos um ex-presidiário”, discursa, em referência ao candidato do PT, Lula da Silva, que lidera a maioria das pesquisas de intenção de voto.

O vídeo com a suposta coação foi anexado à denúncia. Ao final, Abraão Rocha promete pagar um churrasco a todos os funcionários caso Bolsonaro seja reeleito.

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9 Responses to MPT abre investigação contra empresa que coagiu funcionários a votar em Bolsonaro

  • Esses que chamam o Lula de ladrão são mordidos,porque não tiveram a oportunidade de roubar mais que ele, grandes moralistas, é só pesquisar a vida pregressa desses hipócritas que vão encontrar lama podre.

  • Será que a empresa é dele e esta em nome de “Laranja”, pois, vi na postagem anterior que esta registrada em nome de uma mulher.

    Será que não é uma empresa criada para fraudar impostos? Ganhar licitacoes fraudulentas? Tem que investigar isso, dizem que tem uma turma que ganha muito dinheiro em Santarem e em prefeituras do interior com essas empresas de vender notas frias para esquemas.

  • Se o adepto do fascista cometeu crime eleitoral, que a juíza do MPT aplique a lei, essa turma quer seguir o delinquente mor, que vive desrespeitando as leis da segundo ele “pátria amada Brasil”. Aplique a lei juíza e doa a quem doer. E esse não deve ser o único que já fez essa palhaçada de ficar coagindo funcionários, até parece que ele paga uma fortuna de salário.

  • Lula não é e nunca foi ex-presidiário! Não tiveram coragem para mandá-lo preso para um presídio! Tudo mundo sabe que Lula ficou numa dependência da Polícia Federal em Curitiba! Foi preso injustamente por ordem de um juiz parcial e por um processo nulo desde o início! Então é errado dizer que ele é ex-presidiário. E mesmo que fosse ao ser livre para concorrer às eleições o resto é puro preconceito! Eu sempre disse se Lula fosse preso injustamente iria sair da cadeia e se vivesse seria Presidente! Mandela foi preso, ao sair tornou-se Presidente da África do Sul e aqui o mesmo vai acontecer!

  • Estamos vendo um uso criminoso da máquina pública em favor do presidente Bolsonaro. O Poder Judiciário tem que acabar com esse abuso

  • Muito bom o vídeo, parabéns ao empresário, são 170 funcionários sob sua responsabilidade, certamente se fosse em porta de fábrica e sindicatos fazendo isso seriam até elogiados.

  • Tá certinho o empresário, se o funcionário vota em um ladrão é porque não tem caráter, capacidade de diferenciar certo de errado e a empresa dele pode ser roubada. Eu não contrato gente que vota em PT e que estuda em universidade pública, onde até professor que devia ser exemplo de moral defende bandido.

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