Picadinho, preço e merenda escolar

Publicado em por em Negócios, Oeste do Pará, Política

Preço do quilo do picadinho comprado pela Prefeitura de Santarém, destinado à merenda escolar da rede pública municipal de ensino: R$ 12,00.

Quase 40% mais barato que o adquirido pela Prefeitura de Vitória do Xingu em Belém.

Carne adquirida com nota fiscal e quejandos junto ao Frigorífico Ribeiro.

Sobre a compra feita pela gestão do prefeito Vando Amaral, leia neste link a explicação do secretário Washington Queiroz, de Planejamento, Orçamento e Finanças.


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10 Responses to Picadinho, preço e merenda escolar

  • Acho incrivel a ignorância, alienação e capacidade da pessoas falarem, argumentarem sem deter de fundamento algum para o que falam.
    Vejo apenas a inveja latente de quem não conseguiu e nem consegue ter o sucesso que as pessoas que trabalharam arduamente conseguiram, como o caso de Eneas.
    Percebe-se que não se aceita que ele tenha conseguido tudo o que conseguiu com o proprio suor. Tem que se dizer que cresceu com a ajuda politica de um ou outro. Quem REALMENTE CONHECE Eneas Ribeiro sabe do seu potencial para administrar e conseguir as coisas com seu arduo trabalho.
    Jr Silva acha imoral o fato da diferença de valores na carne, mas fala sem fundamento. No posto de venda o valor é 7 reais por ser picadinho com uma baixa porcentagem de gordura, enquanto o da merenda escolar é picadinho especial, isento totalmente de gorduras.
    Sem mencionar que no posto de venda o pagamento se faz a vista, quem garante que a prefeitura tambem paga a vista? E o custo com transporte de distribuição da carne?
    SERA QUE NÃO HÁ PORQUE NÃO TER DIFERENÇA NOS PREÇOS?
    Na verdade, não entende de administraçao, sobre custo e produçao. Primeiro é necessário procurar fundamentos coesos para se falar algo.
    O que se percebe mesmo nesses comentários infelizes é a velha frase: “So se joga pedras em árvores que dão bons frutos”.

  • Entendo que seria muito oportuno saber quanto custava o quilo do picadinho comprado pela Prefeitura de Santarém, em dezembro/2012.

  • Caro Jeso,

    Acho imoral o preço que a prefeitura de Santarém paga também….se você ou qualquer outra pessoa ou empresa for no Frigorifico Ribeiro comprar o mesmo “picadinho” pagará por ele R$ 7,00 (Sete Reais) o quilo. É um ganho de 71,42 % sobre o preço de compra…….um verdadeiro absurdo. E se esse valor for negociado para grandes quantidades certamente ele será menor.

    Ou seja…..tem gente enfiando a mão com gosto na prefeitura e em outros orgãos…..e a gente é que paga essa conta absurda.

    Jr. Silva

  • Jeso, corrija por favor! O picadinho de Vitória é mais caro que o de Santarém poié 12.00 o quilo e o de Vitória pasmem 16,60. Éque o de Vitória vem com uma vitamina a mais embutida…Pó de ouro!

  • Senhor Jeso, boa tarde!

    Vitória do Xingú é no momento notícia nacional, por conta da istalação da hidrelétrica Belo Monte. Mas anote o que vou dizer; “Será notícia nacional em breve por outros motivos.

    – O prefeito Vando, responde processo, por motivar a câmara de Vitória, aprovar lei, para baixar de 5, para 4% o ICMS pra Norte Enérgia, principal contribuinte daquele município, por conta da hidrelétrica e é acusado por adversários de ter embolsado só 86 milhões por isso .

    – O prefeito Vando, é o único prefeito do Brasil à administrar uma cidade e morar em outra.Cadê o MPE ou a população de Vitória, que não se mobiliza através de abaixo assinado e pede o cargo que ele acha que é “dele”?

    -Antes de ser prefeito o mesmo era pedreiro, e hoje mora em uma das mais luxuosas mansão em Altamira, onde carros importados é comum na garagem.

    Você mexeu só com a ponta do fio, e meada parece ser bem volumosa.

  • O Lira Maia é sócio do Enéas do frigorífico Ribeiro, querias ok? Sorte é que o CAPU do Cipoal brigou com o Mathias, senão era a Grafórmula que estaria fornecendo, onde o picadinho não ía mas a Nota Fiscal, superfaturada.

  • Correção: cadê o MPF, pois parece que a merenda escolar é financiada pelo MEC.

  • A prefeitura de Vitória do Xingu comprou os produtos em Belém a preços superfaturados. Ponto. Aliás, faltou especificar na nota fiscal em que Mafripar a compra foi feita. Foi no centro de distribuição, e onde fica? Foi na unidade de Ananindeua? Só citar o nome da empresa sem fornecer a localização é estranho, já que o Mafripar é um frigoríifico instalado em Xinguara. Como é estranho também o frete ser zero. Zero por que? O que é o número 9 (se por conta do fornecedor ou do comprador?). Que empresa levou os produtos para Vitória do Xingu? Não cobrou nada? Cadê o MPE?

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