Empresário é condenado a 20 anos de prisão

Publicado em por em Oeste do Pará

Depois de quase 30 horas de julgamento, terminou ainda há pouco a sessão do júri “Caso Paulo Boca Larga”.

O empresário de transportes coletivos urbanos Paulo Pimentel de Oliveira, o Paulo Boca Larga, e Argemiro de Oliveira Gomes, o Miro, ex-presidente do Sindicato dos Rodoviários de Santarém, foram condenados como mandante e intermediário, respectivamente, do assassinato do mototaxista Jonathas Lemos de Oliveira, crime ocorrido em 2002, na estrada Santarém-Jabuti.

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O juiz Gérson Marra Gomes aplicou a pena total de 20 anos e 11 meses para o empresário, e 19 anos e 6 meses para o sindicalista.

Os advogados dos réus José Ronaldo Dias Campos (Paulo) e Benones Agostinho do Amaral (Argemiro), devem recorrer da sentença, já que não foi decretada a prisão dos réus, que aguardarão eventual recurso em liberdade.

A leitura da sentença pelo juiz na escuridão, já que no momento faltava energia no fórum.

Fonte: 10ª Vara Penal/Jotas Ninos


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7 Responses to Empresário é condenado a 20 anos de prisão

  • são dois covardes que pagaram o pra matar o gaúcho,que vergonha pra família deles, são exemplos de covardia.

  • isso é uma palhaçada, esse boca larga já tá é no inferno demorou, e a vez do miro tá chegando.

  • Respondendo ao questionamento do Bruno, afirmo que há um impedimento legal de que réu não pode servir de testemunha no mesmo processo, o que ocorreu no caso. Quanto ao Benjamim em seu comentário sobre a liberdade dos dois, ocorre que ambos os condenados responderam primeiramente pela pena de detenção, ou seja, pelo crime que comporta a pena mais branda, o que prevalece nesse caso é o chamado “indubio pro reo”.

    Abraços
    Othon Vinholte

    1. Na realidade, o réu não pode ser testemunha compromissada. Mas poderia ser ouvida como testemunha informante.

      E os réus estão em liberdade por não ter sido decretada a prisão preventiva de ambos, já que a sentença condenatória não transitou ainda. Ou seja, caso a defesa recorra, a sentença ainda não vale, devendo o Tribunal julga o recurso. Por isso que ainda estão soltos.

      Abraços.
      Bruno

  • As provas são inconsistentes para haver uma condenação. Estamos diante de mais um erro judicial. Assisti todo o julgamento e as provas da culpabilidade mostradas pela acusação não passam de meras conjecturas sobre indícios. Para que haja uma condenação se deve ter certeza. Torço muito para que o júri seja anulado, via recurso da defesa, e que haja um julgamento digno. Assim, os direitos de cada um de nós, que possamos um dia estar sendo acusado inocentemente, sejam respeitados. Por quê a acusação não deixou o Neguinho ser ouvido no julgamento??

  • Jeso,
    mais-como-então? Os cabucos são condenados a 19 e 20 anos de prisão e ficarão em liberdade?
    Que maravilha!!!

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