No site de O Paraense, do jornalista Ronaldo Brasiliense:
Os paraenses estão divididos sobre o esquartejamento do Estado com a criação dos Estados de Carajás e Tapajós, segundo a pesquisa LCP/UFPA/Veritate, mas quase a metade dos entrevistados (49,5%) se posicionaram contrários à divisão, contra 32,2% que são favoráveis e 18,3% que não responderam.
A criação do Estado do Tapajós tem o respaldo de 90% da população do Baixo-Amazonas, bem mais do que no sudeste do Pará, onde 62% dos entrevistados se manifestaram a favor da criação do Estado de Carajás.
A maior oposição ao separatismo encontra-se na região metropolitana (75% são contra) e no Nordeste paraense, onde 58% dos entrevistados se disseram contrários à divisão territorial do Pará.
— ARTIGOS RELACIONADOS
Pesquisa LCP/UFPA/Veritate:Divisão do Pará por Mesorregião
B.Amazonas: A favor(90%)/Contra(7%)/ s/Resposta(3%)
Marajó: A favor(9%)/Contra(48%)/ s/Resposta(44%)
Metropol. : A favor(12%)/Contra(75%)/ s/Resposta(12%)
Nordeste: A favor(12%)/Contra(58%)/ s/Resposta(30%)
Sudeste: A favor(62%)/Contra(23%)/ s/Resposta(15%)
Sudoeste: A favor(52%)/Contra(34%)/ s/Resposta(14%)
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Nota do blog: Os separatistas têm motivos de sobra para comemorar os resultados dessa pesquisa. Se campanha alguma, ainda assim os favoráveis à redivisão do Pará somam mais de 30%. Nada mal.
Gente, o que precisamos não é de mais políticos, mas sim políticos melhores. O Pará não é o estado mais complexo do país para se administrar. Tem outros estados mais complexos, que têm apenas um único governador, onde o tema do separatismo é remoto.
Vamos fazer assim: primeiro definamos qual é o objetivo: criar burocraticamente mais cargos ou melhorar a situação das populações reclamentes? Segundo: vamos ver quais são os melhores caminhos para a primeira finalidade e os melhores caminhos para a segunda finalidade. E terceiro e principal: vamos deixar nítido a qual aglomerado de pessoas cabe a ênfase no primeiro objetivo e a qual aglomerado cabe a no segundo.
Dividir um estado não é finalidade – para ninguém -, é meio, seja para o primeiro obejtivo, seja para virtualmente o segundo. É mais simples e mais frutificante dedicarmos-nos a atividades-fim (melhorar a qualidade dentro da estrutura existente) do que a atividades que, muito indiretamente, “podem” melhorar algo – desprendendo energia e verbos.
Senhores, a criação de novos estados é inviavel, conforme estudo do IPEA, percebe-se que existe um aglomerado de grupos sociais heterogêneros,sob a égide de um seleto grupo de interesses, manipulando esse aglomerado de grupos.Se tomarmos como base o PIB os novo estados ficarão bem aquem no que tange a esse item, ficando em 23º(Carajás) e 26º(Tapajós).Tal indicador econômico é reflexo de desenvolvimento de um Estado.Com a divisão do Estado somente os municípios cujas cidades se tornariam sedes dos novos Estados se beneficiariam, não se tendo garantia que os demais municípios se beneficiariam, acarretando mais problemas sociais.Segundo o IPEA poucas unidades teriam condições de arcar com os custos estimados para a criação e funcionamento da máquina pública,.Para se ter uma idéia da inviabilidade da criação de novos Estados, para manter a maquina pública em funcionamento ,o Estado do Tapajós gastaria quase 40%do PIB, um absurdo!!.Além de terem baixa o cupação populacional com grande extenção territorial, implicando maiores investimentos, depedendo de recursos da União.Portanto, senhores deixemos de ser iludios por politicos oportunistas com interesses particulares e deixar que o proselitismo deles nos vença, pois somente com um estado uno e forte, conseguiremos avançar nas nossas conquistas e lutarmos para mudar o eixo de desenvolvimento econômicos dos grandes centros econômicos para as áreas em crecimento.
Jairo Santos- Belém-Pará-Brasil
Povo do Baixo-Amazonas, cuidado com os candidatos tucanos, são todos contrários à divisão, alguns inclusive contra até o plebiscito.
Jeso, Isso nos anima a lutarmos para que o plebiscito seja feito só na área diretamente interessada a emancipar-se. Quando começar a campanha do SIM no Oeste, é possível alcançarmos os 100% do Baixo Amazonas.