O programa Você é Um Sucesso, da TV Amazônia (RedeTV!), apresenta hoje à noite (29) o quadro mensal Tapajós em Debate, em que a criação dos estado do Tapajós e Carajás são debatidos por convidados.
Desta vez, os entrevistado do âncora Paulo Sena são o professor doutor Edivaldo Bernado, número 1 do presidente do ICPET (Instituto Cidadão Pró Estado do Tapajós), e o jornalista Jota Ninos, membro da comissão de marketing do instituto.
Uma pergunta provocativa feita por Sena aos dois foi se era verdade a dificuldades que estaria tendo o ICPET em convencer lideranças de cidades da Calha Norte, como Óbidos, Alenquer e Monte Alegre, a aderir ao “sim” no plebiscito por causa do nome “Tapajos”.
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O programa vai ao ar às 22h.
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Sem jornalismo não tem esclarecimentos de como deve ser feita a campanha, sem publicidade não tem guerra, sem guerra ou luta não tem vencendor…só digo uma coisa !!a gente aqui brincando de jornalismo e publicidade e os marketeiros em belém reunidos com bala e canhão na agulha prontos para o bombardeio.Atenção gente. vote 77
O que sei é que estão todos insatisfeitos.
Precisa fazer uma campanha convencendo que 3 estados irmãos, funcionariam bem melhor que um estado, que historicamente, não consegue resolver problemas de infraestrutura como: saneamento básico, estradas e pontes. Que dirá educação, segurança e saúde.
Esse discurso que se estados menores fossem sinônimo de riqueza, Alagoas seria um dos estados mais ricos da federação, não se sustenta.
Têm que ver o potencial econômico da região e temos um potencial econômico muito melhor que Alagoas, Tocantins e vários outros estados. É só concluir o que precisa, como: a br 163 , transamazônica, porto, aeroporto, ferrovia e aí tendo uma gestão estadual próxima, vamos ver se a região não crescerá.
É interessante que esse também é um problema do Brasil a chamada logística, que gera o chamado custo Brasil. E trava nosso crescimento econômico.
Com a “faxina” que a a presidenta Dilma realizou no Ministério dos transportes retirando mais de 20 funcionários do alto escalão, espero sinceramente que melhore o Ministério e com mais recursos se acelerem as obras, pois, esse é um gargalo que precisamos resolver
o mais rápido possível, para termos competitividade nacional e internacional.
SOBRE A DECLARAÇÃO DE SIMÃO JATENE ANALISANDO O PÓS PLEBISCITO
O Governador sabe o pepino que tem na mão. Quem consegue ver dois palmos à frente do nariz sabe o tamanho do problema pós-plebiscito. É óbvio que os eleitores de Tapajós e Carajás darão uma votação superior a 70% a favor do SIM.
Como o Pará irá administrar a insatisfação dessas regiões no caso de o NÃO sair vencedor devido à maior densidade eleitoral da região metropolitana, amplamente favorável ao NÃO?
Para nós do Tapajós que sonhamos com a vitória do SIM, qualquer que seja o resultado, ele nos será favorável. Servirá para fazer reverberar na região metropolitana, que mal sabe de nossa existência, a realidade de abandono que vivemos.
Pós Plebiscito, o Governo do Estado do Pará sabe que não poderá mais deixar O Oeste do Estado entregue à própria sorte. Terá que ampliar os investimentos e a descentralização administrativa, promovendo maior autonomia para a região.
O Governo Federal também saberá fazer a leitura do SIM nas regiões do Tapajós e Carajás, e perceberá com maior clareza nossas reivindicações, ampliando sua presença com maiores investimentos (hidroelétricas à parte).
Quanto a nós do Oeste do Estado, que estamos na luta pela criação do Tapajós, se quisermos ver o SIM sair vitorioso, temos que iniciar uma “guerra” de conquista dos eleitores de Belém, Ananindeua, Castanhal, Bragança, Marajó e outras cidades do novo Pará.
Cada cidadão do Tapajós precisa se mobilizar e pedir os votos dos eleitores da região metropolitana. Talvez o melhor caminho seja caminhar da periferia em direção a metrópole. Os habitantes das cidades periféricas do novo Pará desconhecem nossa realidade. Precisam saber que a vida deles irá melhorar pós-plebiscito e que a divisão será boa para todos.
Podemos realizar uma campanha conjunta com Carajás, principalmente nas regiões do Tapajós e Carajás, mas não devemos estar atreladas a Carajás em todas as regiões do Estado.
Tudo bem que o dinheiro do Carajás facilita as coisas, mas estar juntos na região metropolitana só é vantajoso para Carajás. É em Carajás que está o 2º maior parque de exploração mineral do País, e que não pára de crescer; possui um imenso rebanho bovino, carne de corte para exportação; grande produção de soja; esses tributos o Pará não gostaria de perder.
Também em Carajás, existem problemas de exploração do homem que remete ao período colonial, mas isso as elites políticas de Belém nunca quiseram saber ou foram coniventes, e quase sempre, precisou de intervenção Federal. Pelos problemas sociais e interesses econômicos que existem na região do Carajás, chego a pensar que ela deveria ser Federalizada, ser um Território Federal.
Na região metropolitana o NÃO deve ser atacado por dois flancos distintos, uma hora, a campanha do NÃO terá que fazer a opção de qual território é prioritário defender, e na “metrópole” a resistência a emancipação do Tapajós é menor. Temos a nosso favor uma luta de décadas. E o nosso isolamento histórico e geográfico é um bom argumento para sensibilizar o eleitor do novo Pará. Resumindo: temos muito mais História para contar.
A luta do Tapajós é mais legítima e justificada, não é apenas um consórcio de poderosos grupos e interesses econômicos em busca de maior poder sobre um território.
Precisamos de algumas iniciativas do Tapajós junto ao eleitor da região metropolitana. Tapajós e Carajás não são as mesmas coisas para o eleitor do novo Pará, isso a campanha do Tapajós precisa ver com clareza, caso contrário estará facilitando a campanha do NÃO, o que dificulta a realização de nosso sonho.
Gosto do nome NOVO PARÁ, é um bom slogan para injetar ânimo em uma população que vem sendo anestesiada com um sentimento de perdas. Não desanime Governador uma das melhores coisas da vida é a sensação do recomeço, trás alento ao espírito e revigora as energias. O Pará sempre será grande e sua cultura tão rica é o seu maior patrimônio, isso ninguém pode tirar do nosso querido, fraterno e sempre amado Pará, que como diz Gilberto Gil, nos deu régua e compasso,
Boa sorte Governador Simão Jatene, e não tema pela emancipação do Tapajós, no dia seguinte todos seremos mais fortes.
O homem é movido por vantagens, não adianta nós tentarmos sensibilizar o eleitor do novo Pará falando que temos uma luta de décadas, que estamos isolados historicamente e geograficamente, que temos muito mais Historia para contar, que a nossa luta é mais legitima e justificada. Temos que mostrar para eles as vantagens que terão em ficar sozinhos, por exemplo, agora eles terão o petróleo do Pré – Sal do Pará serão pequenos e ricos, como os estados do Paraná e Santa Catarina. Achar que vão votar no SIM porque sentem pena da gente é ilusão. Temos que mostrar as vantagens deles e não as nossas.
E mais: A eleição será no dia 11 de Dezembro domingo, dia 8 é feriado quinta feira. Quinta, sexta, sábado e domingo, bons dias para se enforcar, o voto não é obrigatório, quem irá ficar em Belém quem não tem dinheiro para sair da cidade, e quem não tem dinheiro quer dinheiro. Carajás terá os votos do Tapajós e vice versa, só faltarão os votos de Belém que com uma boa boca de urna e dinheiro na mão terá, e isso eles tem.
Para se ganhar uma eleição você precisa de duas coisas dentre três. Dinheiro, credibilidade e trabalho. Carajás tem duas, dinheiro e trabalho, Tapajós só tem uma, trabalho. “Por enquanto”, em minha opinião Carajás passa e o Tapajós não. O PT que o diga.
Vidente,não estou sugerindo fazer uma campanha emotiva tipo tenham pena de mim, tanto que afirmo “Os habitantes das cidades periféricas do novo Pará desconhecem nossa realidade. Precisam saber que a vida deles irá melhorar pós-plebiscito e que a divisão será boa para todos”.
Estou falando de vantagens: preservar Carajás e se ver livre do problema que é administrar o Oeste do Estado é uma grande vantagem para o Pará. O TAPAJÓS autônomo receberá investimentos que indiretamente beneficiará Belém, nosso principal centro de abastecimento, enquanto a BR163 não vem.
Minha sugestão é termos uma campanha autônoma junto aos eleitores do Novo Pará, marcar nossa diferença, e isso, passa por nossa história e isolamento do centro do poder, o que determina as desvantagens de sermos parte do Estado do Pará.
O gerenciamento do Oeste, hoje, é um problema para o Pará. As distâncias tornam qualquer ação do Estado na região uma operação problemática. Veja: TERRA SANTA 900 Km de Belém, JURUTÍ 850 Km, ORIXIMINÁ 820 Km, ALENQUER 700 Km, isso em linha reta, só que aqui envolve avião e barco ou estradas impraticáveis; NOVO PROGRESSO 1.200 Km, JACAREACANGÁ 2.000Km, toda a região da BR163 e Transamazônica, para chegar, envolve avião escasso até Itaituba e estrada precária. Carajás também tem problema parecido, apesar do acesso rodoviário melhor e menores distâncias, mas compensa com uma contribuição significativa para os cofres do Estado.
e vc? Parece estar sugerindo que compremos os votos dos eleitores de Belém, ta falando sério?
Jeso, cadê o texto? ele tá nesse contexto.
Cidmil, estava agendado para ser publicado amanhã, mas parece que te adiantaste.
rsrsrsrs…tranquilo jeso, fico aqui na ansiedade, escrever tem sido a única forma de participar do processo de emancipação de nosso Estado.
O João Paulo de Sousa Pinto falou bem.
Vamos parar de picuinhas.
De brigas entre Jornalistas e Publicitários entorno das migalhas de um punhado de empresários.
Especialmente agora, que precisamos do Povo para acrescentar algo mais ao Tapajós que queremos.
Só ganhamos com o Povo.
Vamos a luta !!
Tiberio Alloggio
Não existe briga nenhuma ô Tio Bério. Não sei onde você enxergou isso. Não seja tão radical quanto o ministro da Economia italiano, Giulio Tremonti: “ou faz-se revolução ou as reformas”. Vamos com calma.
Seu Luiz Carlos, relações públicas nunca foi atribuição do jornalismo. Para isso há profissional específico da área (profissão regulamentada). Não cause problemas aos jornalistas.
Esse debate se é jornalismo ou publicidade que ajuda a massificar a votação do sim para a criação do Estado do tapajós não leva a nada. Esse é o debate menos necessário neste momento. O que vale agora é todos unidos por um proposito só – ganharmos de forma massiva o plebiscito de 11 de dezembro. O que interessa agora é todos nós vestirmos a bandeira do nosso estado, o Estado do Tapajós, e irmos as ruas, aos bairros, as igrejas, nas escolas, a orla, aa comunidades rurais, aos muncipios e onde mais quer que seja, para que todos possam se apropriar desse projeto como seu. Se isso é jornalismo ou publicidade; o nome disso pouco interessa agora. Precisamos superar essas frescuras e papos furados em torno da campanha do sim. Precisamos transformar essa bandeira numa luta popular sem raça, cor, partido, igreja ou interesse politico qualquer. Depois de 11 de dezembro nós precisamos ter criado nesta região o Estado do Tapajós, o resto é conversa fiada!!!
Se as coisas fossem tão simples assim João Paulo o Tapajós já era estado. A questão é e tirar sim qualquer ideologia da frente e encarar a luta, mas tem que ter técnica.
É bom não esquecer que a maioria dos políticos que pregam a divisão estão há décadas na vida pública, com mandato eletivo. Por que nunca fizeram algo de concreto em favor das regiões que dizem defender? Por que permitiram que as sucessivas gestões distorcessem prioridades? Por que calaram quando deveriam ter gritado?
E a publicidade requer um tempo para que dê certo, vide a igreja, repete a mesma coisa a milhares de anos que hoje tornou-se verdade. O tempo urge, não quero dizer que precisa fazer publicidade literalmente falando, já que a justiça eleitoral deu um prazo para que isso aconteça, mas as noticias podem te um formato publicitário, e para isso basta ter criatividade e conivência dos proprietários dos veículos de comunicação.
O jornalista escreve o fato já existente, o publicitário cria fatos.
Concordo com o jornalista fazendo informe publicitário, mais não existe nada melhor do que uma equipe de publicitários para fazer a coisa acontecer e aqui tem muitos que não querem aparecer mais querem ajudar.
Acho que está faltando algo nessa campanha do estado do Tapajós. Quem sabe o prof. Bernardo e o J. Ninos consegue clarear hoje melhor esse quadro.
Vou assistir, mais eu dou um aviso. O movimento de criação do estado tem mais jornalistas de que publicitários. Agora a propaganda que é mais valiosa não estão fazendo corretamente. Jornalismo serve somente como relações publicas pouca coisa mais serve, agora a publicidade é fundamental.