Trabalho escravo em Prainha e Goianésia

Publicado em por em Oeste do Pará

O MPF (Ministério Público Federal) no Pará denunciou nas duas últimas semanas dois casos de submissão de trabalhadores a trabalho escravo.

Em um dos casos, o denunciado era o responsável por uma carvoaria em Goianésia do Pará, no sudeste do estado, onde foram encontrados sete trabalhadores submetidos a condições semelhantes às da escravidão.

No outro caso, o flagrante foi em Prainha, no oeste paraense, onde 11 trabalhadores foram libertados.

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De acordo com o Código Penal, a redução de pessoas à escravidão é punida com até 8 anos de reclusão, além da pena correspondente à violência.

A denúncia mais recente foi feita pelo procurador da República Carlos Eduardo Raddatz Cruz, na última quarta-feira, perante a Justiça Federal em Santarém.

Foram denunciados o proprietário da área conhecida como Lote 6, na zona rural de Prainha, Francisco Eugênio de Oliveira Gondim, e o responsável pela contratação dos trabalhadores, José Ferreira Lucena.

Leia mais em MPF denuncia responsáveis por trabalho escravo em Prainha e Goianésia, no Pará.


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2 Responses to Trabalho escravo em Prainha e Goianésia

  • Jeso sou de Prainha, gostaria de saber onde encontro com mais detalhe informações a respeito de trabalho escravo em Prainha.

    1. Acácio, acredito que no próprio Ministério Público do Trabalho tu consigas mais informações sobre esse tema.

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