Festival Folclórico de Alenquer: Ademir Santos, o contador de histórias do Zé Matuto

Publicado em por em Alenquer, Educação e Cultura, Pará

Festival Folclórico de Alenquer: Ademir Santos, o contador de histórias do Zé Matuto
Ademir dos Santos: experiência no festival das tribos em Juruti. Foto: reprodução

Embora ainda jovem, Ademir Pereira dos Santos tem uma grande história na comunicação em Alenquer (PA). Seu envolvimento na cultura acontece desde pequeno, já que seus familiares e amigos, que também sempre tiveram esse envolvimento, tornaram-se, de certa forma, intermédios para suas atuações nos eventos folclóricos da cidade paraense.

Ademir tem 40 anos, é psicopedagogo, mas também atua na comunicação como repórter e com produção cultural de áudio e vídeo. Amante de trilha de moto, de pesca e de futsal, é também o contador de histórias oficial do Zé Matuto.

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É uma pessoa bastante conhecida e respeitada em Alenquer, embora esteja fazendo carreira de comunicação no município de Juruti há alguns anos. Dono de uma voz inconfundível, o jovem abraça a missão de fazer com que seu item seja o mais memorável possível.

Não é a primeira vez que ele integra o Zé Matuto, pois já representou o item contador de histórias nas apresentações feitas entre as agremiações no ginásio Otávio Proença de Moraes, entre 2015 e 2016.

Contador oficial

Na seleção para a escolha de quem representaria este item na temporada de 2025, Ademir Santos se apresentou como candidato. No entanto, não teve concorrente, fazendo com que automaticamente ele fosse oficializado o contador de histórias oficial.

Para Ademir, seu sentimento em representar a agremiação é de honra. Além do mais, já possui considerável experiência nos eventos culturais de Juruti, tendo participado do Festribal, onde há a icônica disputa entre as tribos Muirapinima e Munduruku; foi apresentador do Munduruku Mirim e, por seis anos, foi apresentador oficial do Festival de Juruti.

Ademir Santos é atualmente comunicador da tribo Muirapinima Mirim, fazendo parte como membro da diretoria dessa agremiação. Ele afirma ainda que contará muito com sua experiência adquirida em Juruti para contribuir com o Zé Matuto, grupo do seu coração, pelo qual por muito tempo não foi possível atuar ativamente por sua ausência durante muitos anos de Alenquer.

“Minha essência”

Ademir Santos tem as melhores expectativas possíveis sobre a realização do festival, afirmando que o grupo está preparado para um ótimo espetáculo e que vai encher os olhos da galera, emocionando-a.

Em suas próprias palavras: “Ser Zé Matuto é representar a minha essência. Sou filho de pessoas simples, moradores do ‘pé da serra’. Ser Zé Matuto é ter orgulho de nossa história, ser o que somos, esse povo aguerrido, que não precisa de muito para ser feliz!”

Fonte:

  • Entrevista fornecida por Ademir Santos, contador de histórias oficial do Zé Matuto.

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