
Coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, hoje, 10:
O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que uma cabeleireira que é transexual poderia não apenas usar prenome de mulher como também mudar, nos documentos, o sexo, de masculino para feminino.
A novidade é que ela ganhou o direito sem precisar fazer cirurgia, como era exigido até então.
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O relator do caso, Luis Salomão, afirmou que a jurisprudência da corte deveria avançar nesse caminho.
A cabeleireira, que é casada e mora em Paris, apresentou à Justiça laudo afirmando que desde jovem foi diagnosticada como portadora de transtorno de identidade de gênero.
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