As denúncias dos mais variados calibres contra a gestão do reitor da Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará), Seixas Lourenço, subiram à tribuna de mais um parlamento.
Depois da Câmara dos Deputados, via Zé Geraldo (PT), agora foi a vez da Alepa (Assembleia Legislativa do Pará).
O deputado Edmilson Rodrigues (PSOL –foto) fez coro ontem (29) na Casa às irregularidades enumeradas junto ao MPF (Ministério Público Federal) pelo DCE (Diretório Central dos Estudantes) da Ufopa.
A UFOPA é o retrato fiel de como seria o Estado do Tapajós:
Uma cachoeira de corrupção e interesses para mamar nos cofres públicos
Antenado… liga tuas antenas para captar em que pés andam as denuncias contra a ALEPA. Simplesmente não se falou mais nisso depois do plebiscito. E em nenhum momento eu disse que o Edmilson não se manifestou… o que eu disse é que TODOS SE CALARAM para essa questão que é tão importante quanto a do reitor, pois trata-se de desvio de dinheiro público. Aprenda a ler e a interpretar as coisas antes de mandar alguém se informar mais.
dá -lhe ed !!! o terror dos corruptos !!! futuro prefeito de belém !!!!!!
Legal essa atitude de mostrarem as irregularidades na UFOPA, porque queremos que o nosso dinheiro seja empregado da maneira correta, em investimentos na universidade. Por falar em dinneiro público que foi pro ralo, seria interessante ver os deputados se movimentando sobre o caso do desvio de dinheiro da ALEPA também, pois eles se aproveitaram do alvoroço criado pelo plebiscito para jogar tudo debaixo do tapete, e o povo “vitorioso” da capital, como sempre, esquece de cobrar alguma resposta.
Heriberto, o Edmilson foi o primeiro deputado a denunciar o escândalo dos funcionários fantasmas da ALEPA no ano passado.
Vá se informar mais!
Típico de puxa-saco esse seu comentário. Não lembro de ter ouvido nenhum deputado fazer nada sobre o caso ALEPA depois do plebiscito. Leia mais e acompanhe os jornais antes de mandar alguém se informar, largue essa postura medíocre de bajulador e olhe com senso crítico para as questões.
Se esse REItor não morasse na em Brasília e falasse com a comunidade acadêmica talvez não estivesse passando por isso.