Advogado e ex-nº 1 da Susipe no governo Jatene I, José Alyrio Wanzeler Sabba volta à folha de pagamento do governo do Pará, desta vez na era Jatene II.
Agora não mais pela Susipe, mas pela Governadoria do Estado, como assessor especial II.
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Mesmos nomes,velhas práticas.
Ele filiado ao PPS.
A que ponto chegamos… Era mudança que queriam, então tá aí!!! Fuuuiiiii!!!! Também! DOBRA DOIS, DIRETO PARA O PLANETA X, SR. SPOCK.
https://analisedeconjuntura.blogspot.com/
Tucanos do Pará: Promotor processa Jatene por improbidade. Prejuízo pode chegar a meio milhão
Deu no Blog da Perereca
Factóide de Paulo Chaves repercute mal na internet.
Pegou mal entre os blogueiros a palhaçada que Paulo Chaves armou no Hangar, com o meu, o seu, o nosso dinheirinho.
O deputado Parsifal Pontes (PMDB) escreve: “A SECULT precisa prestar explicações mais convincentes no que se fundamentou para sitiar o Hangar com a Polícia Militar, em virtude da ex-presidente da OS que o administrava não ter prestado contas na transmissão do cargo que não houve”.
Isso porque, assinala, para garantir a integridade do Hangar bastaria a usual equipe de segurança. E a prestação de contas, que tem prazo, não acontece, necessariamente, na transmissão de cargo. (Íntegra aqui: https://www.parsifal.org/)
A blogueira Franssinete Florenzano observa que justamente por existir um prazo legal para a apresentação das contas do Hangar (que serão julgadas, aliás, pelo TCE, e não pela Secult), o ato de lacrar aquele espaço não tem nenhuma eficácia.
E comenta: “Além disso, o local é o mais importante equipamento do turismo do Pará, tem mantido arrecadação milionária e mandar fechá-lo significa causar prejuízo ao Estado”. (Íntegra aqui: https://www.uruatapera.com/blog/blog.asp )
Em seu blog, Marcelo Bacana Marques expressa um espanto, aliás, coletivo: “A PM ocupou o Hangar ? Com assim ? Teve invasão, bombas de gás? Teve reféns ou libertação de reféns ? Dá para alguém explicar o que significa ocupação do Hangar? Mais ninguém entra ? Nem sai? Como assim???”
E relata que a jornalista Esperança Bessa, assessora de Comunicação do Hangar, garante que a empresa de segurança contratada pela Associação Via Amazônia permanece, sim, naquele local (íntegra aqui: https://blogdobacana-marcelomarques.blogspot.com/2011/01/ana-chama-secretario-de-acai-de-15-no.html ), uma informação que a própria Joana Pessoa também repassou à reportagem de O Liberal.
Pergunta-se: se há segurança privada no Hangar e prazo para a prestação de contas, o que é que a PM está fazendo na porta daquele centro de convenções?
Cadê o Ministério Público? Ou será que só o MP ignora o que até as pedras do estado do Pará estão a ver?
O que o novo governo precisa entender é que esse tipo de factóide já não “cola”, como colava antes, quando o derrame das verbas de propaganda limitava o conhecimento dos fatos à versão oficial.
Hoje, com a força da internet, que aumenta a cada dia, as pessoas trocam informações e criticam esse tipo de circo. Especialmente, porque armado com o dinheiro de todos.
E fica aqui uma observação da Perereca: se eu soubesse que o governador seria o Paulo Chaves, jamais teria votado em Simão Jatene.
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Paulo Chaves sempre foi um sujeito insuportável.
E, também, um grandíssimo hipócrita.
Fala tanto em probidade, em “servir ao público”, etc&tal e, no entanto, quando era professor da Universidade Federal do Pará nem sequer aparecia para dar aula.
E quando aparecia, só fazia proselitismo. Até porque, me parece, não tinha nem noção do que deveria ensinar.
Sou testemunha disso – ninguém me disse, não: eu vivi isso na pele, como aluna de Comunicação Social, nos idos de 1985 ou 1986.
Paulo Chaves era, então, o pior pesadelo de qualquer aluno interessado realmente em aprender.
Hoje, apesar de tantos anos que se passaram, continua do mesmíssimo jeito: arrogante, prepotente, e sempre disposto a cometer o seu proselitismo de última, sempre à custa de dinheiro público.
Exemplo disso é essa “ocupação” do Hangar pela Polícia Militar, um factóide para vender, além de jornal, o próprio Paulo Chaves, como espécie de “Joana D’Arc no tucupi”.
O que Paulo Chaves quer, com a ajuda de alguns jornalistas que se tornaram meros assessores oficiosos do novo governo, é reescrever a História.
Como se fôssemos todos uns imbecis.
Aliás, para um fidedigno representante da elite da Borracha, devemos ser todos, mesmo, uns imbecis.
Ao transformar o Caso Hangar num mero factóide – como sempre, apenas para se promover –; ao partidarizar uma questão tão importante, Paulo Chaves presta um enorme desserviço à sociedade paraense.
(Mas por que ele se importaria com isso, né mermo? Afinal, o mundo dele é a “luminosa” Paris do século XVII…)
O que está em jogo nessa questão do Hangar não são “apenas” R$ 200 milhões – consideradas a enormidade que se gastou na construção daquele espaço e a grana que a gente não sabe onde foi parar, nesses três anos e meio.
É verdade: R$ 200 milhões dariam para um bocado de coisas, neste estado miserável que é o Pará.
Mas, infelizmente, a questão é ainda mais profunda.
O que está em jogo é o modelo de gestão através de Organizações Sociais (OS), em torno das quais o PSDB fechou questão – e que o PT, na prática, também referendou.
O que está em jogo é a própria existência dessas OS, como um mero instrumento de transgressão legal – logo por nós, que lutamos tanto pela Democracia…
O que está em jogo é o que fazemos muitas vezes da coisa pública, apenas para alcançar determinados objetivos partidários.
Não sei. Talvez eu esteja muito aquém ou muito além desse tempo.
Mas o fato é que ainda consigo me angustiar, quase que a me consumir, diante de questões como o Hangar.
Fico pensando no que se gastou no Hangar, durante a construção dele e depois.
E fico pensando nas escolas, nas estradas, nos postos de saúde, nos hospitais e na esperança que tudo isso poderia ter significado…
E fico pensando que, talvez, eu pudesse ter feito um pouco mais para impedir o que aconteceu ali…
E fico pensando que o Hangar não é um caso isolado: é a resultante de um modo de pensar o uso do dinheiro público e até a gestão da coisa pública.
Precisamos pensar o Hangar não apenas do ponto de vista do que foi a sua gestão, mas, também, a sua construção.
Precisamos pensar o caixa dois, a acumulação de recursos para as campanhas eleitorais.
É claro que nenhum de nós é a “Chapeuzinho Vermelho”.
Mas a verdade é que toda essa “coisa” já começa a feder demais.
Precisamos chamar o xerife, o Ministério Público, para passar o pente-fino em tudo isso, ainda que dolorosamente a todos nós – desde os primórdios do Hangar até a sua gestão.
É isso, ou seguiremos a tentar esconder uma sujeira que já não dá mais para esconder.
Com esses factóides miseráveis – mais miseráveis que devem andar os nossos corações…
A dona Maria e o seu José, definitivamente, não merecem toda essa imundície.
E logo de nós, tucanos e petistas – ou petistas e tucanos, como vocês preferirem – que tanto nos estapeamos por essa enorme honra de representá-los.
FUUUUIIIIIIII!!!!!!!!!