O que ela tem para nos oferecer? Casamento entre gays? Adoção por homossexuais? Alguém quer isso? Onde está a família em nosso país? Sem família não somos nada, somos um bando.
Jair Bolsonaro, deputado federal (PP-RJ), sobre Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais), que foi criada recentemente na Câmara.

Racismo é crime, Bosolnaro cometeu crime de racismo, então é criminoso. Além do mais é covarde, vil, velhaco, infame e desprezível, ou seja, é um canalha.
O resto é retórica de esgoto.
Chico Corrêa
Jeso, sugiro que publiques o comentário do Ivo do Mapiri na página principal do blog para que muitos outros leitores tenham a oportunidade de discuti-lo.
Questão difícil de opinar, mas vou tomar parte do discurso do Bolsonaro: onde fica a família??? Parafraseando Arnaldo Jabor, certa vez ele citou: antes, homossexualismo era PROIBIDO; depois, se tornou ACEITÁVEL; hoje, é NORMAL; vou embora daqui antes que seja OBRIGATÓRIO. Enquanto cidadão ADULTO, já com opiniões formadas, acho perfeitamente natural o debate, a exposição das questões referentes a GLBTs. Mas será que nossas CRIANÇAS têm que ser PRATICAMENTE OBRIGADAS a debater tal assunto??? Se é dito que isso “já nasce” com a pessoa que tem tal(is) opção sexual, porque não deixar transcorrer naturalmente então??? Não sou contra união gay, transexualidade, bissexualidade e congêneres, mas estão tornando a questão BANAL, e com riscos à unidade familiar, a partir da qual a sociedade é basicamente formada. Saneamento básico, saúde, educação, habitação, segurança pública, abastecimento: será que teremos que deixar tais questões em segundo plano para tratar assuntos referentes à GLBTs??? Tenham santa paciência!!! Ivo, teu comentário foi dos bons. Vamos parar com HIPOCRISIA, pois com certeza é o pior mal que aflige este país e o impede de desenvolvimento pleno.
Mandou bem!!!!
https://analisedeconjuntura.blogspot.com/
Nem Jarbas Passarinho atura Bolsonaro
Do Terra Magazine
O repórter pronunciou o nome “Jair Bolsonaro” e, do outro lado da linha, o ex-ministro Jarbas Passarinho abusou do fôlego de 91 anos para bendizer o deputado federal: “Ah, esse homem eu nunca pude suportar!”.
Desafeto de Passarinho, Bolsonaro protagoniza uma polêmica comportamental e política desde que declarou seu desapreço por um hipotético namoro de seu filho com uma negra, em entrevista ao programa humorístico “CQC”. Bolsonaro responderá a um processo por racismo, movido por 20 deputados.
Passarinho pega a contramão e desconstroi o discurso de Bolsonaro. “Ele irrita muito os militares”, garante. Para definir seu interlocutor ideal, recorre, ora vejam só, à escritora francesa Simone de Beauvoir.
– Já tive com ele (Bolsonaro) aborrecimentos sérios. Ele é um radical e eu não suporto radicais, inclusive os radicais da direita.
Pior ainda os da direita, porque só me lembram o livrinho da Simone de Beauvoir sobre “O pensamento de direita, hoje”: “O pensamento da direita é um só: o medo”. O medo de perder privilégios.
Ex-ministro do Trabalho, da Educação e da Previdência no regime militar, além de ocupar o ministério da Justiça no governo democrático de Fernando Collor, Jarbas Passarinho presidiu o Congresso Nacional e personalizou uma parcela dos militares moderados.
Depois de um ano de repouso, voltou a escrever artigos para a imprensa. Nesta entrevista a Terra Magazine, aceitou falar, a contragosto, daquele que Nelson Rodrigues poderia chamar de “personagem da semana”: Jair Bolsonaro, um homem que ele nunca conseguiu suportar.
Terra Magazine – O que o senhor acha da polêmica de Jair Bolsonaro? Ele sempre diz que representa os militares. Isso é real?
Jarbas Passarinho – Nem todos os militares estão ligados a ele, mas como ele é o único que aparece falando… Os militares, inclusive depois do meu silêncio por doença, perderam espaço. Eu perdi meu espaço no “Estado de S. Paulo”, no “JB” (Jornal do Brasil), que infelizmente faliu, no “Correio Braziliense”, no “Estado de Minas”. Então, desapareceu essa voz que tinha uma penetração na área mais nobre da mídia. Ele irrita muito os militares também, porque quando está em campanha, em vez de ele ir ao Clube Militar, como oficial, ele vai pernoitar no alojamento dos sargentos (risos). Pra ganhar a popularidade dele. Quando eu fui ministro da Justiça, recebi a visita de uma viúva de um brigadeiro de quatro estrelas. Ela era pensionista, portanto. Sabe que a pensão dela, naquela ocasião, no governo Collor, era o que um cabo recebia na ativa? O Collor me autorizou a tentar fazer uma modificação daquilo, pra ter pelo menos um pouco mais de dignidade. Ele (Bolsonaro) me viu fazendo isso. Ficou calado, veio com a esposa dele lá do Rio (de Janeiro), e em seguida ele foi pra tribuna e deu aquilo como projeto de lei dele. Por aí tu vês qual é a pessoa.
No programa do CQC, ele disse que considerava uma “promiscuidade” um hipotético namoro do filho dele com uma negra, e atacou os homossexuais.
Se alguém me procurar sobre isso, eu me recuso a dar opinião. Recuso porque eu tenho por ele uma verdadeira idiossincracia. Foi mau militar, só se salvou de não perder o posto de capitão porque foi salvo por um general que era amigo dele no Superior Tribunal Militar (STM). O ministro (do Exército), que era o Leônidas (Pires Gonçalves), rompeu com esse general por causa disso (em 1986, Bolsonaro liderou um protesto pelo aumento do soldo dos militares). Ele começou a se projetar quando aluno da escola de aperfeiçoamento de capitães. Deu uma entrevista falando dos baixos salários que nós recebíamos.
Quem era o general que o apadrinhava?
Já morreu. Comandou o II Exército, um general de muito respeito entre nós todos.
E o Bolsonaro…
Todos se aproveitam, usam como um modo de currículo. Com base nesse currículo, recebem votos.
As ideias de Bolsonaro são representativas para a maior parcela das Forças Armadas?
Não tem. Alguns sujeitos (apoiam), mas é raro. Tem um jornal mineiro, chamado Inconfidência de Minas… É o único grupo ativo de militares da reserva. Então, pela primeira vez ele pôs um artigo lá. Daqui a pouco, nem isso ele põe. Porque o pessoal recebe com restrição. Agora, claro que não vai botar contra ele.
Ele causa mal-estar nas Forças Armadas?
Não posso dizer isso, porque seria uma opinião pessoal. Ele já teve um aborrecimento comigo. Um cadete meu, que depois foi paraquedista e fez parte da luta contra a guerrilha do Araguaia, Lício Maciel, que esteve à morte, uma guerrilheira atirou na boca dele… Quase foi o fim. E o Lício Maciel foi na conversa do Bolsonaro, que o levou para uma sessão (no Congresso). Ele entrou e levou o Lício, que foi na conversa dele e começou a dizer: “(José) Genoíno, você tenha a coragem de dizer aqui na minha frente que foi torturado… Você mente! Você foi preso por mim, pelo meu grupo”. Depois eu soube, por uma mulher da esquerda, que ele (Genoíno) confessou que lá ele não foi torturado, mas depois.
Então, Bolsonaro submeteu esse rapaz a um vexame, porque ele entrou numa sessão do Congresso. Eu escrevi um artigo e mostrei a total imprudência e irresponsabilidade do deputado. Submeter um oficial brilhante, digno, que tinha exercido sua atividade contra a guerrilha sem nunca ter participado de uma violência física, e ao contrário, sofreu, para depois ser expulso de uma sala da maneira vergonhosa como foi!… Ele escreveu para o “Correio Braziliense” me metendo o pau. Era a primeira vez que ele tinha coragem, depois de tantos atritos. Ele (Bolsonaro) me insultou, dizendo que eu era um escondido da esquerda, um infiltrado, não sei o quê. E mais ofensas de natureza pessoal. O “Correio” não publicou. Ele ficou indignado. Eu não gosto nem de falar sobre ele, porque tudo isso vem à mente.
Elementar meu caro, se o Bolsonaro é desafeto do Passarinho, você queria que o Passarinho falasse bem dele ou o aturasse. No caso Preta Gil, mais grave do que praticar racismo (que não foi o caso dele, foi no máximo mal-educado, não racista) é fazer perguntas instigando o racismo como no caso da Preta Gil.
Como pessoa, o Bolsonaro, deveria demonstrar um pouco de educação e tolerância, o problema é que alguns “pseudos” artistas armam o circo pra cima dele com perguntas que não levam a nada.
Preta Gil é uma encarnação viva do racismo no Brasil e ninguém fala nada. Toda mundo acha bacana um negro ou uma negra pintar o cabelo de loiro, isso não é depreciação de uma raça? Esses artistas são todos ignorantes, chegam ao estrelato mostrando a bunda, seios ou por ter algum parentesco com outro artista.
Quem ainda não conhecia Jair Bolsonaro, ficou conhecendo depois que ele se desnudou na entrevista ao CQC.
A pergunta da Preta Gil era muito clara: “se seu filho se apaixonasse por uma negra, o que você faria?”. Ficou evidente pela resposta que, se ele vê relações entre brancos e negros como “promiscuidade”, ele é racista.
Ou seja, além de perseguir gays, de defender a ditadura militar e a tortura, ele poderia muito bem integrar a Ku Klux Klan. Claro que para tentar se livrar de futuros processos, ele sai pela tangente com o velho discurso homofóbico.
Esse sujeito já é deputado há 20 anos, mas só agora o “país do futuro” acordou para mais uma realidade do passado
Parabéns Ivo do Mapiri. Não sou nenhum pouco fã do deputado Bolsonaro, porém seu comentário foi muito esclarecedor.
Hora de jogar o imbecil no xilindró
Eis a oportunidade que faltava para nos livrarmos de Jair Bolsonaro. Seu afastamento da Câmara, apesar de perfeitamente justificável, não pode esgotar o caso. É necessário processá-lo e metê-lo atrás das grades. Simples assim.
Não podemos aceitar qualquer resposta vaga do Judiciário. Tem que se pressionar o Poder Público até que o cretino seja retirado de circulação para sempre.
Acionemos a descarga sobre esses excrementos reacionários antes que eles conquistem a notoriedade que desejam.
Não concordo com muitas das posições do deputado Bolsonaro, mas nesse caso especifico estou com ele. Muito bom o texto do Ivo do Mapiri, acertou a questão em cheio.
Ivo do Mapiri,
Gostei de sua colocação.
Estamos na tirania do politicamente correto. A Deputada Federal Roriz aparece numa filmagem recebendo dinheiro ilegal e ninguém se mostra horrorizado com o roubo a mão armada dos cofres públicos (inclusive os deputados dessa bancada LGBT). Em verdade, estou começando a crer que é mais digno roubar do que expressar uma opinião sobre determinado tema.
Temos de parar com essa hipocrisia do politicamente correto. Toda sociedade tem uma população constituída de valores conservadores e liberais. O ponto de equilíbrio da razão humana está na conjugação equilibrada desses dois princípios. Todos nós,que nos intitulamos conservadores ou liberais, sobre qualquer assunto podemos assumir uma posição conservadora ou liberal. Exemplo: Existe indivíduos que são a favor da união gay (liberal), mas são contra a liberalização das drogas (conservador). O que nos torna impar no meio da multidão são as nossas imperfeições e valores.
Outro ponto, opção sexual se discute a quatro paredes, não no trabalho ou no meio da praça pública. Estamos num país que, assim quero crer, existe liberdade de expressão sendo vedado somente o anonimato. Assim se expressa o deputado Bolsonaro, que sobre determinados temas assume posições fortes e conservadoras, faz parte da democracia é um direito dele (mostra coerência). O que ele pensa depois de eleito, já acompanhei, é o mesmo em campanha, ou seja, o eleitor é cônscio do seu voto. Pior é o que presenciamos muitas vezes, o político fazer campanha como candidato com posições liberais e assumir depois posturas conservadoras. (exemplo de Dilma em relação ao aborto).
O pior de tudo são os meios de massa e políticos liberais xiitas tentarem impor e padronizar crenças liberais para todos, existe até na internet uma piada que demonstra muito bem essa pecualiaridade que não é só do Brasil, como também do mundo:
“Se um conservador não gosta de armas, ele se abstém de comprar uma.
Se um Liberal não gosta de armas, ele quer que todas as armas seja consideradas ilegais.
Se um * conservador é um vegetariano, ele se abstém de comer carne.
Se um liberal é um vegetariano, ele quer que todos os produtos de carne sejam banidos.
Se um conservador é homossexual, ele leva sua vida tranquilamente.
Se um liberal é homossexual, ele exige respeito legislado.
Se uma pessoa de cor é conservadora, ele se vê dessa forma independente de sucesso ou não. Seus colegas liberais se vêem como vítimas que precisam de proteção do governo.
Se um conservador é um não-crente, ele se abstém de ir à igreja. No caso do Liberal, ele normalmente pleiteia a elaboração de legislação proibindo qualquer menção a Deus ou Religião.”
E assim vai……, paremos de viver na hipocrisia do politicamente correto, socializando nossos problemas, milindres e complexos de inferioridade. Respeitemos nossas indiossincrasias, sejam elas liberais ou conservadoras.
Esse fascistoide de quartel deve ser um dos maiores “ídolos” do comentarismo do araque de Plantão aqui no Blog.
Tiberio Alloggio
Ptibério , petista miope e esquerdista cego lê o texto do Ivo acima e tenta abrir tua mente e saber que fora do mundinho que você vive existe outro .
Não tinha dúvida nenhuma que os admiradores desse “energúmeno” iriam se manifestar e reverencia-lo aqui no Blog.
Fazer o que?
Viva o politicamente incorreto !!
Tiberio Alloggio