Dez governadores participaram de audiência pública na Câmara dos Deputados, em Brasília, ontem (19), para discutir o endividamento dos estados.
O vice-governador e secretário Especial de Gestão, Helenilson Pontes, representou o Governo do Pará.
A audiência foi convocada pelo coordenador do grupo de trabalho que analisa a dívida dos estados com a União, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP).

O grupo de trabalho é formado por 13 deputados. O presidente da Câmara, Marco Maia, optou por montar uma equipe suprapartidária, para evitar a politização do assunto e facilitar a discussão.
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Helenilson foi incisivo em seu discurso na audiência.
Disse que os estados têm cumprido fielmente seus compromissos, principalmente no que diz respeito à lei de Responsabilidade Fiscal e pagamento de dívidas, mas isso tem custado caro à população.
Leia mais em Vice-governador participa em Brasília de discussão sobre a dívida dos Estados.
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4 meses depois do plebiscito, a vingança de Jatene.
Boa Evaldo,,,,,,,, faltou dizer para o Ente Estadual investir em TECNOLOGIA no controle dos banco de dados da SEFA, para servidores desonestos não eliminarem do sistema valores de tributos,,,,,sem, contudo, serem penalizados. Dizem que isso é praxe das grandes empresas, pagam o minimo de ICMS, depois eliminam o débito do sistema, uma prejuizo enorme para o ESTADO.
Jeso,
O Sr. helenilson pontes, vice-governador do Pará, alega que o estado tem honrado integralmente seus comrpomissos e em especial a Lei de Responsabilidade Fiscal. Ora, honrar compromissos asumidos e ser rsponsável na gestão das finanças públicas é o mais básico e elementar dever de um governante. Precisa o Sr. Helenilson jactar-se desse extraordinário feito?.
Mas o que o Sr. Helenilson Pontes não diz, porque sinceridade, mínima que seja, pode deslustrar a imagem de competência do atual governo, prejudicando incursões eleitorais futuras, é que o Pará acumula dívidas num montante superior a R$ 3,5 bilhões, (tendo que ano a ano pagar mais de R$ 250,00 milhões de juros e encargos) sendo que parte substancial deste endividamento foi gerado pelo governo do Sr. Simão Jatene e por outros dos quais o atual governador fez parte.
Esse é o problema maior? Não! O mais grave é que o governo do Estado busca tresloucadamente meios para aumentar ainda mais o endividamento do povo paraense, inviabilizando futuros governos e penalizando severamente a população paraense, principalmente a do Tapajós e Carajás para as quais muito raramente são canalizadas os recursos captados via operação de crédito.
Um exemplo de irresponsabilidade deste governo, que diz ao público que tem tomado todas as medidas para resolver o problema de endividamento público, mas que se apressa em contrair mais empréstimos para alocar em obras de importância duvidosa, é a operação de crédito em curso que pretende contrair junto a Japan International Cooperation Agency, no valor de R$ 16,4 bilhões de iens, o que dá uma bagatela de R$ 3748,00 milhões.
E qual a finalidade e destino desses recursos e a justificativa para este fiado que o Sr. Jatene e o Sr. Helenilson Pontes pretendem contrair em nosso nome?
Resposta? Investir na 2ª etapa do Projétil (apontado para nós) Ação metrópole que nem de longe seria prioridade de um governo minimamente sério e preocupado com o povo paraense.
O que o Sr. Jatene tem de fazer é cortar despesas de custeio, racionalizar as despesas de pessoal, reduzir o número de órgãos da estrutura administrativa do governo do Estado e tomar medidas efetivas, reais e necessárias para combater a sonegação de tributos estaduais como, por exemplo, realizando concurso público para a SEFA que há 10 longos anos não sabe o que é isso.