Lula e Dilma inauguram eclusas de Tucuruí

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Do Globo Online:

A presidenta eleita, Dilma Rousseff, acompanha [nesta] terça-feira o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na inauguração das eclusas da Hidrelétrica de Tucuruí, a 390 quilômetros de Belém, no Pará.

É a primeira vez que Dilma acompanha Lula em uma inauguração desde que foi eleita. A presidenta eleita viaja no início da tarde, atendendo ao convite do Planalto. A previsão é que Dilma retorne a Brasília durante a noite.

Para acompanhar Lula, Dilma remanejou compromissos da transição previstos em sua agenda. Antecipou a conversa com o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, para a noite de segunda-feira e adiou para quarta-feira a reunião que teria hoje com especialistas em gestão na área de Saúde para discutir ações a serem implantadas no setor.

A obra a ser inaugurada por Lula nivela o Rio Tocantins e abre a Hidrovia Araguaia-Tocantins, ligando o Porto de Belém à região do Alto Araguaia, em Mato Grosso. O projeto inicial é de 1981. Durante muito tempo a obra ficou parada, sendo retomada em 2006 pelo Ministério do Transportes e Eletrobras. O custo total da obra é de R$ 1,6 bilhão.

Pela manhã, Dilma se reuniu na Granja do Torto com o ex-ministro Antonio Palocci, com seu vice eleito, Michel Temer, com o presidente do PT, José Eduardo Dutra e com o tesoureiro de sua campanha e ex-prefeito de Diadema, José de Filippi.


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One Response to Lula e Dilma inauguram eclusas de Tucuruí

  • Caro Jeso,

    Lá pela metade dos anos 1970, morando em Belém, já se falava e muito nessas eclusas, ouvir dezenas de vezes empresários defenderem a construção dessa obra, seria nossa redenção. Disputávamos com o Maranhão, eles com a ferrovia Carajás Porto do Itaqui. Ganhou Sarney, pois, o Pará embriagado pela briga dos coronéis (Jarbas Passarinho e Alacid Nunes) que comandavam a política deste estado e se preocupavam mais em ferrar um e o outro do que os legítimos interessem da população, não tiveram competência e força política para reverter à derrota, embora já naquele momento, os estudos apontassem a favor das eclusas

    Viabilizada pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), A obra impressiona pela grandiosidade. O volume de concreto usado na obra seria suficiente para construir 25 estádios de futebol do tamanho do Maracanã. São duas eclusas, com 210 metros de largura e 33 metros de comprimento cada – ligadas por um canal intermediário de 5,5 quilômetros – que permitirão a passagem de comboios de até 19 mil toneladas. Assim, esses comboios farão, sem dificuldade, o percurso de 445 quilômetros entre os portos paraenses de Vila do Conde e Marabá.

    Com a conclusão das eclusas, o transbordo deixa de ser necessário e a viagem ficará mais curta. O que resulta em redução de custos, além de viabilizar a implantação da siderúrgica Aços Laminados do Pará (Alpa). A Alpa representa um investimento de R$ 3,3 bilhões e a logística está inteiramente baseada no modal hidroviário.

    Até 2025, segundo o planejamento do governo federal, 29% de todo o transporte brasileiro será efetuado por hidrovias, meio que polui menos e reduz custos de transporte, tornando os produtos mais competitivos no exterior. Atualmente, apenas 13% da carga no país é transportada por via fluvial.

    PS. As fontes deste comentário foram extraídas de alguns blog’s sujos.

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