Ministro vota pela absolvição de deputado do PT

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No Valor Econômico

Deputado João Paulo CunhaO ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, revisor do caso do mensalão, votou pela absolvição do deputado João Paulo Cunha (PT-SP – foto), candidato a prefeito em Osasco, pelo crime de corrupção passiva.

Segundo Lewandowski, não houve comprovação de que João Paulo teria favorecido a agência de publicidade SMP&B, de Marcos Valério, na época em que presidia a Câmara dos Deputados.

João Paulo foi denunciado por corrupção por receber R$ 50 mil de Marcos Valério para, em troca, privilegiar a SMP&B em uma licitação para serviços de publicidade da Câmara, segundo entendimento do Ministério Público.

O dinheiro foi retirado pela mulher de João Paulo em uma agência do Banco Rural, vindo de uma conta de Valério.

Não há dúvida quanto a isso”, assumiu Lewandowski, referindo-se ao recebimento do dinheiro. Mas, segundo o ministro, o valor foi usado para o pagamento de pesquisas eleitorais em Osasco – justificativa apresentada pela defesa.

Leia mais em Lewandowski absolve João Paulo da denúncia de corrupção passiva.

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10 Responses to Ministro vota pela absolvição de deputado do PT

  • Como sempre , no fim das contas e no Brasil onde so pobres sempre são culpado os culpados continuam sendo inocentes .

  • O Golpe paraguaio do “mensalão”começa a perder seu folego.

    Apesar da pressão do PIG em cima do supremo, as acusações vazias do sósia de Jó Soares do Ministério Público não pegam como previam nossos golpistas paraguaios.

    Joaquim Barbosa caiu no ridículo ao anunciar que ia replicar ao Lewandowski

    Tiberio Alloggio

  • Caro Jeso,

    A propósito do tema, sugiro a leitura do artigo crítico do jornalista Luciano Martins Costa, do Observatório da Imprensa:

    https://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/balde_de_agua_fria

    É oportuno, especialmente, aos que ficam repetindo a lenga-lenga midiática e querem que o Supremo Tribunal Federal apenas legitime o julgamento sumário (sem direito ao amplo direito de defesa) que os acusados têm. A mesma mídia (que se convencionou chamar de “grande imprensa”) também condenou sumariamente o ex-ministro Luiz Gushiken, agora inocentado pelos dois ministros (relator e revisor). A ver o resultado final do julgamento.

    Saudações democráticas,

    Samuca

    1. Meu Caro Professor, leio sempre o que pessoas como v. indicam. Isso facilita minha vida pois o que há de melhor já vem filtrado. O “link” sugerido diz que o “Mensalão” ruma para o entendimento de que não houve a prática mensal de pagamento a deputados para apoiarem o governo. No entanto, o jornalista esclarece que embora a prática não seja nova e venha desde a década de 60 do século passado, o dinheiro foi supostamente desviado do erário para pagar campanhas eleitorais de candidatos aliados à chapa de Lula, o que também é crime com as mesmas digitais. Seria, um, digamos, PACOTÃO, como o ex-deputado Roberto Jefferson confessou ter recebido e guardado no armário atrás de sua mesa no gabinete parlamentar, se não de falha a memória, uma quantia de 5 milhões. O jornalista sugere então que no interesse da sociedade e para os jornais manterem a credibilidade, corrijam a rota e informem o que começa a parecer ser. Na minha humilde apreciação, o voto objeto da presente discussão parece ser “Laços de Família” ou “Obrigado, Padrinho”. Não lhe parece? Quanto à mídia, é lamentável que, no geral, na busca de “platéia”, fazem condenações antecipadas e que nem sempre são chanceladas pelo Judiciário, com evidente prejuízo aos envolvidos pois os desmentidos quando feitos, nem sempre o são com o mesmo destaque. Com essa colocação não estou dizendo que no caso em comento haja inocentes. Estou convicto que não importa o nome, houve sim lesão ao patrimônio público. Mudando de assunto e entrando numa seara que concordamos em gênero, número e grau, em novembro, se compromissos profissionais permitirem, estarei em Santa. Não é pra dar inveja? Com a admiração e o respeito de sempre, TAPAJOARAMENTE AZUL,

  • Tomara que os processos do Lira Maia não passem pelas mãos deste cidadão se não ele vai voltar de vez e não mais precisará de sua irmã.
    Coitado do FUNDEF.

  • Honestamente, não foi surpresa o ministro absolver os “notáveis” mas que foi vergonhoso foi.

  • Será que esse Lewandowski é o mesmo que quando no TSE votou pela cassação da Maria do PT e no STF mudou o voto?

  • Um pai de família é preso por furtar uma pacote de leite em S,Paulo e esses ladrões roubam o povo descaradamente e milhões e milhões e são inocentados, Patifaria, roubalheira e corrupção. Vamos votar em candidato limpo e em quem os cerca também!!!

  • A estratégia do revisor sempre esteve muito clara: ele é o ponta de lança do PT no STF, encarregado de absolver o chamado “núcleo politico” do partido que concebeu, estruturou e comandou a execução do “mais atrevido e escandaloso esquema de corrupção da história do Brasil”. Para Lula e o PT o que interessa é que o revisor livre a cara de Dirceu, Delúbio, Genoino, Silvinho, Gushiken e do próprio Lula, e, “para dar uma satisfação à sociedade” (e isso é o cúmulo da hipocrisia, do sofisma e da dissimulação!) condene somente os paus mandados: o carequinha Valério e seus sócios e mais um ou outro bagrinho. Isso está mais do evidente no voto do revisor que, aliás, muda em 180º o seu entendimento, da noite para o dia, como ele mesmo confessou (um ato falho?) ontem. Por que será, heim?

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