Em evento que acontecerá hoje à noite, a partir das 19h, o PCdoB relembra o golpe militar de 1964 que deixou marcas profundas na história do país e comemora o aniversário do partido, que completou 94 anos de história no Brasil (25/03) e 9 anos em Santarém (28/02).
Filiados e simpatizantes participarão do evento que terá palestrantes convidados, como o vice-reitor da Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará), Anselmo Colares, e o padre Edilberto Sena.
Leia também – Líder da oposição assume a vice-presidência do PTN em Santarém.
O tema do debate será “A Democracia e o Meio Ambiente precisam de caras novas como a sua”.
O local é a sede da Associação de Moradores do Bairro Jardim Santarém, na rua Verbena, próximo ao posto de saúde).
— ARTIGOS RELACIONADOS
Fundado em 25 de março março de 1922, o PCdoB fez parte do ambiente de mobilizações democráticas e renovação cultural que influenciaram classes populares e a intelectualidade da época num acontecimento que está inscrito na mesma cadeia de eventos do qual fizeram parte a greve geral de 1917, a Semana de Arte Moderna de 1922 e as revoltas tenentistas democráticas, entre elas a Coluna Prestes.
Em Santarém, o PCdoB passou a existir a partir da nomeação de sua primeira Comissão Municipal, no dia 28 de fevereiro de 2007. Atualmente é presidido pelo jornalista Jota Ninos e tem cerca de 300 filiados, tendo participado com candidatos próprios nas eleições municipais de 2008 e 2012, e nas estaduais de 2010 e 2014, e contribuído na eleição de vereadores e deputados das coligações em que participou.
O partido dialoga atualmente com lideranças do PSOL e da Rede Sustentabilidade, para a formação de uma Frente Popular que represente a uma via alternativa, no atual quadro político local que poderá ter um segundo turno para definir quem comandará a Prefeitura a partir de 2017.
[Fonte – PCdoB]
Ótima iniciativa.
Poderiam também explicar as marcas deixadas pelos regimes comunistas no mundo, já que o partido trás esta marca no nome.
O Decreto contra o comunismo publicado pelo Santo Ofício no dia 1 de Julho de 1949, durante o pontificado do Papa Pio XII, ainda está em vigor. Este documento confirmou a excomunhão automática de todos os católicos que, em obstinação consciente, defendiam abertamente o comunismo e colaboravam com organizações comunistas e afins. A sorte do Padre Edilberto é que o PCdoB de comunista só tem o nome! kkkkk