Procurador vai pedir cassação de Jader e Paulo Rocha

Publicado em por em Política

Da Agência Estado:

O procurador eleitoral Daniel César Avelino vai pedir ao Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) a impugnação das candidaturas dos deputados federais Jader Barbalho (PMDB) e Paulo Rocha (PT), que concorrem ao Senado.

Embora só comece a analisar a partir de amanhã os pedidos de registros dos candidatos, Avelino entende que Barbalho e Rocha, que renunciaram ao mandato para escapar de eventual processo de cassação, estariam inelegíveis, de acordo com a nova Lei da Ficha Limpa.

Barbalho se diz tranquilo quanto ao deferimento de sua candidatura pelo TRE. O fato de ter renunciado ao mandato de senador, em 2001, segundo ele, ocorreu em meio a um processo político e à postura da Comissão de Ética do Senado, que à época era “pressionada” a abrir processo de cassação.

“A minha renúncia foi uma medida preventiva”, disse Barbalho. Ele acrescentou que só irá se manifestar sobre pedido de impugnação de Avelino depois que tiver acesso aos argumentos do Ministério Público Eleitoral.

Para Barbalho, a lei do Ficha Limpa, no aspecto em que aborda a inelegibilidade de quem renunciou para escapar de eventual cassação, seria “inconstitucional”. E ironizou: “a Constituição brasileira, pelo que sei, foi escrita em português e não em aramaico”.

Já o deputado Paulo Rocha não foi encontrado para comentar a intenção do procurador eleitoral.


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7 Responses to Procurador vai pedir cassação de Jader e Paulo Rocha

  • Infelizmente sempre há “brechas” em nossas leis que beneficiam esses pilantras. Nesse caso tudo acabará em pizza, e o povo paraense ainda elegerá os dois senadores.

    1. Esse é o problema .. se o povo julgasse bem Jesus não teria sido crucificado.
      Melhor o julgamento do MP mesmo !!!!

  • Se tiver Justiça pra eles que cassem!!!!!!

    Mas, como pra politico ladrão e corrupto sempre tem um jeito!!!!

    Eu pago pra ver!!!!

  • Eis a hora dos peixes grandes cairem na rede. Assim diria o “PIACÁ”, um velho pescador de Santarém. Quem o lembra lá da Travessa 7 de Setembro?

  • Jader Barbalho, nesse aspecto, tem todas as razoes.

    Câmara e Senado poderiam ter cassado o mandato dele ou de qualquer outro parlamentar por “ene motivos”.
    Mas geralmente quando os parlamentares “cassam” algum colega é sempre por motivos políticos, nunca éticos.
    O pretexto pode até ser ético, mas a cessação é politica.
    Se os parlamentares tivessem que cassar alguém pela “culpa em cartório”, não sobraria ninguém, nem dos bons.

    Lembram do choque que o Jader teve com o DEMO coronel baiano, António Carlos Magalhães, que pediu a cabeça dele?

    É pura “execução politica” nada de judiciário, sempre de interesse dos demais grupos e desafetos…

    Nesses casos, se não se tem balas na agulhas para resistir … renunciar é o mínimo.

    Tiberio Alloggio

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