Uma das vozes ruralistas na Câmara dos Deputados, Lira Maia (DEM – foto) informou hoje (5) à imprensa que a bancada deve impetrar mandato de segurança no STF (Supremo Tribunal Federal) amanhã contra a MP (Medida Provisória) o novo Código Florestal.
Os ruralistas também querem evitar que a votação da MP ocorra em meio à Conferência da ONU sobre o meio ambiente, a Rio+20, a ser encerrada no próximo dia 22.
O ex-prefeito santareno criticou a decisão da presidente Dilma Roussef de vetar pontos do Código Florestal aprovado pelo Congresso e enviar, em seguida, medida provisória tratando do mesmo tema.
Leia mais em Deputado: relatório sobre MP do novo Código Florestal pode ficar pronto em julho.
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Taí o futuro (que nunca existiu) do governador do Tapajós. O povo mocorongo ainda falava em “estado sustentáve”. Taí o governador de vcs!
Tenho que concordar com vc Carlos Ribeiro. Eu sou totalmente à favor do Estado do Tapajós, mas tinha vergonha de ver Lira Maia, que responde processos por desvios de verbas da educação e merecedor do troféu motosserra de ouro encabeçando a campanha do SIM. Foi muito triste e seu argumento é bastante pertinente. Lira Maia na ânsia de se promover politicamente acabou ferrando o Estado do Tapajós.
Jeso,
É bom lembrar que o DEMO deputado Lira Maia, votou contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 438/01, que permite a expropriação de imóveis rurais e urbanos onde a houver exploração de trabalho escravo.
Lira Maia (Tapajós) e Giovanni Queiroz (Carajás) foram dois dos 55 deputados escravagistas.
Ruralistas do atraso, eles não suportam Trabalhadores e Arvores.
Tiberio Alloggio
Mais uma vez vc passa por desinformado, essa famigerada PEC não trazia nada além de um grito totalitário de um governo demente com tendências comuno/facistas. Essa famosa PEC encarregava um fiscal de decidir arbitrariamente se um imóvel urbano ou rural tinha trabalhadores em situação análoga a escravidão. Para sua informação a norma do ministério do trabalho que regula o trabalho rural tem mais de 240 itens a serem observados, um único descumprimento na cabeça de um fiscal com tendências totalitárias de destruir a propriedade privada, um do alicerces da sociedade livre, e pronto, o imóvel é considerado como usado para trabalho escravo, ou seja, traria a maior insegurança jurídica ao país desde a tal comissão da verdade. Porque o Sr. não fala que fiscais do ministério do trabalho encontraram trabalhadores em situação análoga a escravidão em uma obra do programa minha casa minha vida no estado de SP, e sugere a desapropriação do imóvel, talvez as famílias que seriam beneficiadas com o programa agradeceriam, e também revela que o governo federal fomenta o trabalho análogo a escravidão em obras da construção civil.
Não adianta tentar queimar a batata e fazer fumaça.
A tua já foi assada e o povo brasileiro está saboreando.
O caminho é tortuoso, mas….
aos poucos vamos sair da escravidão sócio-politica do ruralismo.
atraso é atraso.
Tiberio Alloggio