Um grupo de 13 ativistas, entre as quais freira Henriqueta Cavalcante, da Comissão de Justiça e Paz, da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) estão juradas de morte no Pará.
E o pior: com pedidos de proteção autorizados, elas ainda não receberam assistência por falta de efetivo policial.
‘Temos apenas sete militantes protegidos no estado. A falta de estrutura nos impede de garantir a segurança de mais gente”, afirma o defensor público Márcio Cruz, coordenador regional do Programa Nacional de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos.
“A Secretaria de Segurança Pública alega não ter agentes treinados. É preocupante. Diante dos conflitos que temos no Pará, a tendência é a demanda aumentar.”
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O Pará, no entanto, não é exceção. Ao contrário, é regra nacional.
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Bando de covarde feladaputa
Polícia Militar, policiamento de quartel ou ostensivo?
Os atributos da PM estão capitulados no art.144 §5° da CF, que disciplina: “Às policias militares cabem a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública; aos corpos de bombeiros militares, além das atribuições definidas em lei, incumbe a execução de atividades de defesa civil”.
As atribuições do CBM estão bem próximos e isso parece confundir os militares da corporação paraense. Em nosso Estado, o que se percebe é um famigerado aquartelamento dos policias tanto na capital como no interior.
Percebemos bem essa realidade em Santarém, quando passamos em frente ao batalhão da PM e percebemos grande movimentação de pessoas usando camiseta regata branca, shorts verde, tenis preto e meia branca, andando de uma porta á outra do prédio. Quando não, ao passarmos em frente à seccional da borges leal chegam até a formar fila e lá permanecendo por longo tempo.
Com fundamento no texto constitucional, fica evidenciado que a polícia militar é esponsável pelo policiamento ostensivo e preventivo, e pela manutenção da ordem pública nos diversos Estados da Federação.
Ostensivo para o dicionário de língua portuguesa significa: “Próprio para se mostrar; aparente”.
Isso denota que agir com ostensividade indica presença, fazer ser visto, ou seja, estar efetivamente nas ruas assegurando os direitos fundamentais, emitindo sensação de segurança, de bem estar.
A PM não é plantonista, não deve esperar pelo chamado para atender ao pedido, como se fosse resgate, saindo assim de sua base (quartel ou delegacia), para as pressas “sair em perseguição”.
Infelizmente vive-se em Belém na insegurança, em Santarém, Marabá. Falo isso porque sou santareno mas moro em São Paulo, estive de férias em janeiro e tive passagem pelas 3 cidades paraenses e em todas foi assim, muito difícil ver um policial na rua, um carro fazendo ronda.
Isso explica o porque de tanta dificuldade em melhorar a segurança púbica no meu querido estado.
No Pará a polícia passa sem ser vista!
O caso é sério. Infelizmente é uma realidade. Um faroeste.
O próprio Dom Esmeraldo aqui da nossa cidade, um tempo atrás vivia sobressaltado , coitado.
Gente q/ não dispensa nem o bispo! Um absurdo, covardia, bando…
Eu particularmente, se alguém viesse me ameaçar ou trazer “um recado” , ía ser o 1º a levar ferro, FOSSE QUEM FOSSE. Mandaria fazer terrorismo p/ o cão lá nos 5º…