As 10 piores cidades do PA para os jovens

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ananindeuaAnanindeua, a cidade mais violeta para jovens no Pará

A cidade mais perigosa do Pará para os jovens, com taxa de 118,8 assassinatos para cada grupo de 100 mil habitantes, é Ananindeua, localizada na região metropolitana de Belém.

Em seguida, de acordo com o Mapa da Violência 2013, aparece Marituba, também na região metropolitana de Belém, com 107,4 assassinatos por 100 mil jovens.

Santarém, entre os 144 municípios do Pará, aparece na 63ª posição, com 13,8 assassinatos/100 mil habitantes.

No oeste do Pará, Novo Progresso e Altamira são as cidades mais violetas.

O homicídio é a principal causa de mortes não naturais e violentas entre os jovens, seguido de acidentes com algum tipo de meio de transporte, como carros ou motos.

Abaixo, o top 10 das cidades do Pará mais violentas para os jovens

1º) Ananindeua – 118,8;

2º) Marituba – 107,4;

3º) Marabá – 107,2;

4º) Goianésia do Pará – 83,8;

5º) Novo Progresso – 83,5;

6º) Tailândia – 77,6;

7º) Altamira – 75,4;

8º) Castanhal – 71,0;

9º) Santa Maria do Pará – 64,7;

10º) Parauapebas – 60,5.

Fonte: Mapa da Violência 2013

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5 Responses to As 10 piores cidades do PA para os jovens

  • Acredito que hoje 28 de janeiro de 2014, e fizessemos uma pesquisa mudaria muia coisa. tenho quase que certeza que Castanhal é a mais violenta do estado . Meus caros amigos venham morar aqui e me falem. Aqui ninguem tem paz.

  • Li,sim, prezada Telma Amazonas. Foi porque li que desejei emitir uma opinião.

    O essencial na minha postagem é o critério adotado para aferir o grau da criminalidade violenta, seja ela contra jovens ou não. Porque é daí que podem advir as políticas públicas de segurança e a necessária destinação de recursos.

    Sempre questionei isso. Belém, por exemplo, por esse critério (o do número de homicídios)foi escolhida juntamente com outras cidades para receber recursos do Programa Nacional de Segurança com Cidadania, o PRONASCI.

    Sabe o que aconteceu com Ananindeua e Marituba, que hoje encabeçam a lista “das cidades do Pará mais violentas para os jovens”? Ficaram de fora do programa do governo federal, ou seja, não receberam recursos. Taí o belo resultado.

    É fato que só recebe recursos do Pronasci quem lê pela cartilha de Brasília. O que digo aqui eu disse também para a comissão do Pronasci durante seminário promovido aqui em Belém. Mas isto já é outro assunto.

    Abraços.
    Pedro.

  • Ananindeua é a cidade mais violenta para jovens no Pará? A deduzir pelo mapa da violência 2013, sim. Mas essa é uma conclusão verdadeira? A resposta tanto pode ser sim, quanto não.

    E quais são mesmo as cidades mais violentas do Pará? Um outro ponto de vista é possível? Acho que sim. Então, a minha resposta é: depende do critério adotado.

    O governo do Brasil adotou, e os Estados (e até pesquisadores) repetem o critério do homicídio versus determinada população, por entenderem que esse delito é um atentado ao bem mais importante do ponto de vista jurídico. E é. A vida sempre será o maior bem jurídico a ser protegido pelo Direito.

    Tá legal. E qual o crime que mais intranqüiliza a sociedade, em particular, a grande maioria da população, aquela que anda de ônibus e sobrevive nas periferias das cidades?

    Deixemos de lado, de propósito, a minoria que tem outros meios para se proteger da criminalidade violenta. E não falamos aqui da maior das violências, aquela cometida na surdina, aparentemente sem violência, própria dos crimes apelidados de colarinho branco.

    Voltando. E qual o crime que mais intranqüiliza a sociedade? Ouso responder que é o crime de roubo e não o homicídio. Falo do roubo, não do furto. Experimentem perguntar isso para as pessoas, para os seus pais, para os seu vizinhos, para o cobrador de ônibus, caixa de supermercado, feirante…

    Assim, se o critério do homicídio fosse substituído por roubo a lista das cidades mais violentas do Pará, seja para os jovens ou para a maioria da população, seria outra.

    E como diria aquele locutor afamado, este é, pelo menos, o meu ponto de vista.

    Pedro.

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