Alenquer, Óbidos e Oriximiná em 3 notas curtas: demissões, pregoeira e licitação
Prefeitura de Alenquer, gestão do prefeito Tom Farias (MDB): folha de pessoal acima do teto da LRF. Foto: Reprodução/Arquivo do BJ

Alenquer

Como as despesas com pagamento de pessoal ultrapassou o teto da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), o prefeito Tom Farias (MDB) resolveu cortar na carne do funcionalismo público municipal: demitiu. O enxugamento da folha, oficializada semana passada, atingiu cerca de 70 servidores. A gestão atual canalizou em maio passada para pagamento de salários (2.171 funcionários) R$ 3,3 milhões.

 

Óbidos

A Câmara de Vereadores, gestão de Jalico Aquino (PL), paga quase 30 mil reais todos os meses para 2 profissionais de fora do município que poderiam ser perfeitamente contratados em Óbidos se o presidente da Casa tivesse compromisso com sua terra natal: a pregoeira de Oriximiná Gilmara Varjão (R$ 13 mil), cujo contrato é apontado como ilegal, e o escritório de contabilidade L.A. de A. Melo Acoutting (R$ 15 mil), de Belém.

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Oriximiná

Entre as exigências esdrúxulas e despropositadas do processo licitatório de transporte e merenda escolar, modalidade pregão eletrônico (nº 005), tocado pela gestão do prefeito Delegado Fonseca (PRTB), inclui-se o alvará de habilitação do CRA-PA (Conselho Regional de Administração do Pará) das empresas interessadas em participar do certame. É como se, para abrir uma empresa, o dono tivesse que ter diploma superior em Administração. Aí tem.

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