A jornada árdua do "sim"

Publicado em por em Comentários

Do empresário Olavo das Neves, envolvido até a medula na campanha do “sim” Tapajós, sobre o post STF: plebiscito será em todo o Pará:

Quem disse que iria ser fácil? O desafio é grande e a jornada é árdua, mas juntos somos fortes suficientes para sensibilizar a todos os irmãos da importância da criação de novas unidades.

EU ACREDITO E VOU CONTRIBUIR FORTEMENTE PARA ESTA REALIDADE!

O resultado de hoje [ontem, 24] não deve ser encarado como derrota, mas sim como uma renovação de nosso compromisso em favor de dias melhores, mais ainda em honrar a memória de todos aqueles que se foram e que nunca deixaram de sonhar e lutar pela criação do Estado do Tapajós.

Digo Sim para o Tapajós e digo Sim para o Carajás. Deus conosco!


Publicado por:

16 Responses to A jornada árdua do "sim"

  • Segue uma carta escrita pelo Sr. Jorge Calderaro, SATANRENO, cientista, professor, estudioso e tudo mais que é de inteligencia, essa é uma carta resposta a uma senhora residente em Òbidos, região oeste do Pará, que questionou o abandono da região tapajônica.
    Senhora Marisa, causa-me espécie que aparentemente a senhora não conheça a história do Estado do Pará, outrora a ‘Província do Grão Pará’, o último a aderir a Independência, talvez no seu entendimento seja melhor a dilaceração do Estado por parte de alguns grupos interessados em somar mais as suas receitas (U$) e aos bolsos de seus executivos (R$) somados a alguns novos parlamentares que seriam escolhidos nas urnas pelo povo para a futura governança dos novos Estados.
    Solicito estudar mais um pouco a história do Pará e ver que o problema não é a separação que vai avantajar qualquer um dos novos Estados, ou quiçá o ‘Estado Mãe’, no caso, o do Pará. O que falta realmente é o que cito em meu artigo, falta de uma administração séria e concisa do governo Estadual que por ordem de ofício deveria no mínimo implantar ações de pronto que viessem ao encontro do anseio da população do Pará, independentemente da região. Porém, o que temos visto e acompanhado, e eu ao longo dos meus mais de cinquenta anos não é isso… São coisas totalmente politiqueiras e que denigrem nossa nação Pará, em todos os segmentos.
    Retornar os investimentos gerados por todas as grandes mineradoras instaladas no oeste do Pará deveria ser obrigação, porém parece que não existem políticos à altura para efetuarem essa cobrança energicamente. Novamente temos Maria do Carmo Martins como prefeita de Santarém, maior município do oeste do Pará. Atualmente um de seus irmãos está como Deputado Estadual na Assembleia Legislativa, e ou outro irmão assumiu recentemente a Chefia da Casa Civil do Governo do Estado do Pará, e, diga-se de passagem, essa é a segunda família que possui três membros atualmente no mesmo governo, ao mesmo tempo, então é o momento deles aproveitarem a oportunidade ímpar e efetuarem cobrança à governadora e seus discípulos, e à Assembléia Legislativa do retorno dos impostos arrecadados e que voltem como investimento aos municípios de origem principalmente na área de educação, saúde e segurança. Um alerta aos políticos, eles deveriam abrir as fronteiras do Estado do Pará para que grandes empresas pudessem se instalar no território paraense o que com certeza gerariam empregos e riquezas ao Estado. Sabes por que perdemos o lugar de subsede da Copa do Mundo? Não! Por falta de entrosamento e representatividade política. Sabes quem ganhou? Manaus! Sabes quem é o governador do Amazonas? Não! Eduardo Braga. Sabes onde ele nasceu? Não! Em Santarém, ele também é Mocorongo como nós. Aí chegam os importados por aqui e querem dilacerar nosso Estado. É por esse e outros motivos que o Pará não cresce e hoje vive esse momento em que querem dilacerar e dilapidar a grande riqueza do Estado mais rico da Nação.
    Por que ainda não elegemos um governador que tenha nascido no oeste do Pará? Somente exportamos intelectuais? Temos força ou não? Será que o sul e sudeste do Pará com seus ‘importados’ que migram para o nosso Estado e pouco se ‘lixam’ para nós, e que somente tem em mente o poder de nos subtrair em termos de riqueza? Eles também estão a bradar querendo a área mais rica do Pará, para dela fazerem o estado do Carajás. Se eles nem por aqui nasceram e ainda não conhecem nem nossa cultura, isso é muito lamentável. Será que teremos que morrer à míngua…? Lembre-se que a Amazônia é o pulmão do mundo… E nós juntos temos muitas riquezas, e se dilacerarmos, pensa nisso!
    O que não podemos é fatiar o Pará e criar mais políticos inescrupulosos que não pensem na população, pois como sempre a generalidade desses atos condenáveis a todos nós navegantes ficaremos como bem dizes no comentário do Blog do Espalha Brasa – ‘a ver navios’… A ‘ver navios’ estamos nós no Pará inteiro por falta de competência de nossos governantes e não são os de hoje, não, desde outrora, talvez não seja do teu conhecimento, mas nossa Nação Pará é a terra do “já teve”: já teve a borracha da seringueira, que foi levada para as colônias britânicas na Malásia, as quais se tornaram grandes exportadores e desbancaram o Brasil que passou a importar borracha; o Pará já teve o cacau, sendo levado para o Estado da Bahia que também o desbancou; o Pará ainda tem minérios, mas com a velocidade que são explorados e levados para industrialização em outros países para depois os importarmos na forma de produtos industrializados, logo também estarão exauridos, e por último agora, é só o que faltava, até um dos nossos mais extraordinários alimentos, o açaí, que até chegou a ser patenteado pelos japoneses está sendo exportado e vendido em Euros. A quem interessa essa separação? Quem perderá com isso realmente será o Pará por inteiro.
    Sou contra e por isso não serei prolixo. Sou Mocorongo de alma e paixão, me orgulho de ter nascido às margens do rio Tapajós, ser ribeirinho do Baixo Amazonas, ter tido um pai nascido entre Santarém e Alenquer, nas Barreiras do Tapará e de uma mãe que nasceu na Cidade Presépio, Óbidos, de onde me questionas. Só para vivar mais tua memória. Isso é Pai D’ égua! ‘Parente’, ‘Maninha’, ‘Cumadre’, e por aí vai o nosso vocabulário parauara. E eu vou ficar nesse emaranhado dessa terra abençoada, ‘Não à Divisão’. Tomar banho? Tomei muito aí e sempre que visito minha cidade natal, disso tenha certeza volto ao passado e mergulho nas águas verdes do Tapajós, às vezes, em Alter-do-Chão. Agora, ‘vergonha na cara’ como citas devem tomar os políticos que governam o Estado, e os que defendem a bandeira da separação. Égua! Como exclama o caboclo parauara. Diga Não a Separação!

  • O QUE VAI OCORRER É UMA EMANCIPAÇÃO E NÃO UMA SEPARAÇÃO..

    Comentário: Paulo Betim

    O ser humano é muito egoísta, Pará, Tapajós e Carajás nunca vão se separar por questões geográficas.
    O que essa população que vive em situação de pobreza só deseja é se emancipar e construir um bem estar melhor, mais conforto, melhorias, infra estrutura, enfim um padrão de vida melhor.
    Todos irão crescer, o futuro Pará terá um PIB maior que os outros dois juntos.
    Não dá para ter uma região metropolitana de Belém desenvolvida e uma imensidão de território vivendo na miséria.
    Isso é egoísmo e ganância em detrimento do seu vizinho.
    Viva o futuro Estado do Pará, Tapajós e Carajás em prol de um Brasil melhor. Todos tem o direito de melhores condições de vida e a emancipação vai beneficiar a todos.
    Foi melhor para Goias e Mato Grosso e será melhor para desenvolver o Pará.
    Eu, friamente quero um país melhor e o melhor para essa região, é a emancipação dessa região esquecida.
    Por isso digo SIM. AO ESTADO DO TAPAJÓS E CARAJÁS QUE DEVEM SE EMANCIPAR, para acabar com o desmando e abandono dessa região.
    SERÁ O MAIOR PROJETO DE DESENVOLVIMENTO NA AMAZÔNIA.
    O povo já está cansado de sofrer, falta tudo nessa região, professores, médicos, falta a presença do poder público.

    Voto “SIM” AO DESENVOLVIMENTO

  • Divisão do Pará favorece crescimento econômico do país, diz senador pela Amazônia.

    O senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) informou que está marcado para dezembro deste ano o plebiscito sobre a divisão do Pará para a criação
    dos Estados de Tapajós e Carajás.
    Ao defender a reorganização geográfica do país, ele disse em Plenário,no Senado, que a redivisão de estados, especialmente da Região Norte, na Amazônia,
    favorece o desenvolvimento –
    a exemplo do que aconteceu com o Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Tocantins.
    A emancipação trará desenvolvimento.

    A posição contrária à divisão daquele estado por parte de alguns segmentos, ressaltou Mozarildo, deve-se a questões políticas.
    Para ele, não há justificativa que impeça a divisão do Pará.
    O senador informou que estudo da Consultoria do Senado afirma não haver aspectos que possam causar prejuízo à população ou ao governo federal.
    O estado do Pará, lembrou, possui território equivalente ao dos
    sete estados do Sul e Sudeste juntos.
    Na avaliação do senador, o modelo de gestão do país não contribui com a redução das desigualdades sociais e regionais, como prevê a Constituição.
    As políticas públicas, segundo ele, são destinadas a estados com maior número de eleitores.
    Por isso, continuou, a Região Norte não é atingida, pois possui 15 milhões de habitantes.
    Na hipótese de o resultado do plebiscito ser favorável à divisão do Pará,
    o Congresso Nacional precisará ainda aprovar projeto de lei complementar para regulamentar o assunto.
    A decisão democrática deverá ser acatada.

  • Vcs sabem a distancia entre Santarém e Jacareacanga?
    Mais de 800 km, se formos usar os argumentos dos esquartejadores do Estado, já já Jacareacanga vai quer se separar do Tapajós. E por que não falar da distancia de Santarém para a região Norte do pretenso Tapajós. Será que eles são mágicos e distancia não é problema?
    Vcs sabem que 70% da área do pretenso Tapajós, são áreas de proteção ambiental ou área indíginas ou reserva florestal, que nessas áreas ninguém pode mexer? Será que eles conseguirão prosseguir com a Santarém-Cuiabá até região norte do pretenso Tapajós?
    Os outros 30% são áreas urbanas que correspondem as áreas dos municipios dessa região, como os esquartejadores consiguirão fazer progredir um Estado que além de pobre ainda tem tudo isso de reserva em sua área?
    Quanto mais a gente se aprofunda nesse assunto mais certeza se tem, que tudo isso não passa de uma tremenda jogada politica.
    Quando eu souber da existência de algum projeto que não seja eleitoreiro, talvez eu desse uma repensada, mais o que se vê até, é só conversa de politico espertalhão.
    NÃO A DIVISÃO, NÃO MESMO.

  • Qualquer pessoa em sã consciência sabe que o Estado do Pará precisa ser dividido ao meio para ser melhor administrado.
    Se o Estado do Tapajós tem muitas terras federalizada, é um problema nosso, o Estado do Tapajós é nosso. por isso peço ao belenense que nós deixe em paz e nos permita a emancipação.
    Não seja egoísta e nos deixem viver em paz no nosso estado o Tapajós

  • O Estado do Tapajós trará equilíbrio igualitário a Amazônia.

    Haverá melhor distribuição de renda na região na região do baixo amazonas.

    Se o Estado do Tapajós não tivesse futuro, as elites de Belém não estaria brigando por ele.

    Para Belém, o Estado do Tapajós é só uma colônia.

    Basta ,

    O Estado do Tapajós terá um futuro brilhante e vai ser mais uma estrela na bandeira de nosso país.

    A União nunca vai investir por aqui, a não ser que seja obrigada.

    E para obrigá-la, só a divisão.

    O Estado do Tapajós será mais uma estrela em nossa bandeira.

  • Olavo meu amigo,

    Como lhe falei ontem, hoje também já consegui convencer mais dois irmãos que moram em Belém, para votar pelo SIM, pois entendo ser esse um dos caminhos.

    Então, coragem e vamos a luta até a vitória de todos, por uma Amazônia mais forte!

  • DÁ-LHE MARCOS !!! DE PORRADA EM PORRADA O MOVIMENTO SEPARATISTA VAI DAR EM NADA !!! AGUARDEM A MANIFESTAÇÃO DOS DOIS MILHÔES EM OUTUBRO COM A PRESENÇA DA NAZINHA E TUDO O MAIS !!! OS MOCORONGOS QUE FIQUEM POR AÍ QUE AQUI NA MARAVILHOSA E ETERNA METRÓPOLE DA AMAZÔNIA NÃO FAZEM A MENOR FALTA!!!!

  • O ESTADO DO TAPAJÓS QUE QUEREMOS

    No Estado do Tapajós, o movimento de emancipação nasceu e cresceu sob três grandes pressupostos básicos:
    O isolamento geográfico;
    O abandono político; e as vantagens econômicas da emancipação, elementos esses, que sempre fizeram parte da retórica emancipacionista de diferentes gerações.
    Se a “ausência do Estado” foi o motor do anseio popular para um novo Estado, precisamos agora do combustível que fortaleça a perspectiva de sua criação, acrescentando mais elementos ao nosso projeto político.
    Em primeiro lugar reafirmando a Identidade Comum de nossa população com seu território, que hoje representa um conjunto de 27 municípios, unidos pelo mesmo perfil, social, econômico e ambiental.
    Uma identidade social e cultural construída historicamente, que solidifica e unifica a região.
    Em segundo lugar, prezando para a Sustentabilidade Socioambiental da grande região oeste do Pará, com uma significativa população nativa, mestiça e oriunda dos processos de colonização da região.
    Uma sustentabilidade associada aos valores humanos,
    capaz de trilhar um novo modelo de desenvolvimento;
    ambientalmente sustentável no uso dos recursos naturais,
    na preservação da biodiversidade;
    socialmente justo na distribuição das riquezas e
    na redução da pobreza e das desigualdades sociais;
    que preserve valores,
    tradições, e as práticas culturais regionais.
    Um novo Estado,
    o Estado do Tapajós que deverá se basear nos princípios da democracia e da participação,
    acima dos interesses oligárquicos e
    de grupos políticos que historicamente vem dominando a política e o poder no Pará.
    Um estado descentralizado,
    que não reproduza os vícios que tomaram o Pará e sua capital Belém, o centro monopolizador dos recursos públicos.
    Um Estado que deverá ser a negação de todos os malefícios e
    práticas políticas que historicamente foram os percalços para que o Estado do Tapajós não se desenvolvesse e o povo não fosse feliz.
    Queremos um Estado do povo para o povo,
    representativo de toda a população do Oeste do Pará,
    nas suas diversas formas de organização cultural e composição demográfica.
    Um Estado presente, atuante, indutor de políticas que promovam a justiça e a equidade,
    em oposição a ausência do Estado na região.
    Um projeto de Estado com dimensões menores,
    com a responsabilidade de formar novas lideranças para administrá-lo,
    sem o qual não superaremos o jogo de dominação que persiste nas regiões do Brasil e da Amazônia em particular.
    Enfim, temos o desafio de lutar pelo Estado do Tapajós
    sedimentado em valores modernos de democracia e
    sustentabilidade social,
    ambiental, econômica e cultural,
    que prisma pela “sustentabilidade” e não por um “crescimento” a qualquer custo.
    Um projeto de reorganização territorial que sempre esteve no imaginário de toda a população do Oeste do Pará.
    Vamos vencer esse sistema de colonização predatória.
    Vamos criar nosso próprio Estado.
    Vamos ser felizes, nos para cá e eles para lá.
    Emancipação Já.
    SIM ao Estado do Tapajós.
    Eu voto 77.

  • Olavo, Parabéns pela tua coragem e iniciativa, fique certo que você não esta só nesta jornada…
    Vamos à luta pelo 77.

  • Todo paraense tem o direito de opinar, sobre essa proposta ridicula de dividir o Estado, afinal esse esquartejamento do Pará, só irá beneficiar meia duzia de politicos caso isso ocorra. Como é sabido essa luta não é uma luta popular e sim uma luta das elites do oeste sul-sudeste do Estado. Eles querem tirar 83% do territorio paraense, eles querem tirar 50% da renda do Estado, elês querem Carajás a UHE Tucurui, Belo Monte, Juriti, Trombetas, sabe o que siginfica isso? Destruir o Estado para criaçãio de dois Estados pobres, seriam tres Estados pobres.
    O pior, não existe um único projeto que comprove que o povo sairia beneficiado.
    Eles só não querem diminuir o Pará na sua extensão territórial mas na sua importância no contexto nacional o Pará deixará de ser o maior PIB da região norte e talvez só venha a ganhar de Tapajós que seria mais pobre ainda do Pará remanecente.
    E pensar que tudo isso não passa de jogada politica, com a desculpa esfarrada de distanciamento da capital, abandono, Estado grande demais; se fosse assim todos os
    Estados brasileiros deveriam ser no planalto central e se Estados pequenos fossem sinonimo de progresso o que disser do Amapá, do Acre, de Sergipe, Alagoas, Rondonia, etc…….
    É por isso que todo paraense deve ser ouvido e convencido de votar NÂO -55-.
    Não ao oprtunismo.
    Não a trairagem desses politicos que juraram defender o Estado e agora viram as costas.
    NÃO A DIVISÃO

    1. Caro Marcos, antes de tudo devo dizer que não sou político e sou de Belém (Creio que você também é) e conheço bem a realidade em especial do Oeste do Pará. Se vc morasse lá (Oeste do Pará) e tivesse há 1h15 de boing da capital ou 3 dias pendurado numa rede em um barco e sem acesso rodoviário certamente mudaria seu conceito. Ver famílias inteiras viajar para Manaus ou Belém em embarcações de 3 a 4 dias buscando assistência médica, inclusive morrendo no trajeto é de partir o coração (Isso quando tem condições de viajar!). Educação não é diferente Marcos, pois muitos que tem condições mandam seus filhos estudar “fora” (Belém, Manaus, etc.). E os que não tem condições? Estes dificilmente poderão sonhar com seus filhos doutores, pois não há oportunidades.
      Pior ainda é ser obrigado a buscar oportunidades de trabalho em cidades como Manaus e sermos rotulados por uma minoria como “corja de paraenses”. Até mesmo Belém ficou surpresa quando viu o despreparo daquele político que desejou a morte de uma paraense da periferia daquele município. Lembra? Pelo fato de ser Paraense estaria explicado o fato de não querer sair de uma área de risco daquela cidade, pois não tinha para onde ir. Assim, Ele disse: Então morra…MORRA!!!! Isso não mexe com seus brios?
      Marcos, reitero que não sou político, sou belenense (provavelmente como você) e muito orgulhoso de ser paraense, mas voto SIM pela dignidade daqueles que ali vivem.
      Desculpe! Você fala com base apenas sentimental, mas precisa estudar um pouco mais o assunto e de fato discutir pautado na razão. Precisamos sim dividir para poder multiplicar.
      Pergunte aos municípios criados de Nhangapi, Marapanim, Curuçá, entre outros, se a emancipação melhorou ou piorou suas realidades? E aqueles que “perderam” estas áreas? Melhorou ou piorou? Quanto aos Estados emancipados e desmembrados não é diferente são laboratórios vivos e estão ai para todos que quiserem ver, Tocantins e Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, até mesmo Macapá que se emancipou de nós duvido que queiram voltar a ser dependentes, onde o próprio Pará não faria questão disso.
      Marcos, hoje o Tocantins com pouco mais de 20 anos já possui mais de 6.000 quilômetros de asfalto, nós no Pará com mais de 300 anos sequer temos 5.000 quilômetros de asfalto, e destes quase a totalidade absoluta ficará com o Novo Pará. Ainda no Tocantins a maioria absoluta é servida com água encanada e mais um detalhe potável. Em nosso Estado é vexaminoso nossa rede de abastecimento e você sabe disso.
      Para seu conhecimento São Paulo possui 70 Deputados Federais, e nós de TODA AMAZÔNIA somados (Todos os Estados) não temos este número. E representatividade política não achas importante? Saltaremos o número de deputados federais e no senado ganharemos mais 6 representantes.
      Marcos reavalie seu posicionamento, pois precisamos de você dizendo SIM para o TAPAJÓS e SIM para o CARAJÁS. Abraço forte!
      Olavo das Neves

      1. “Grande” Olavo…Parabéns pela peia intelectual, que deste neste nobre conterrâneo.
        Vota SIm, Macos…

      2. Prezado Olavo, eu tinha dicidido não ler mais esses argumentos que são ditos aqui neste blog ou site sei lá o que é isso, simplesmente pelo fato dos argumentos citados pelos separatistas seja forasteiros ou não, não me convencem a mudar de idéia de ser radicalmente contra a divisão.
        Cabe aqui algumas perguntas: – O que têm feito os politicos que são eleitos pela sua região em beneficio dela?
        – Qual a cobrança que o povo desta região tem feito diretamente a eles?
        -Se o PIB de Tapajós será o 22º ou mais do pais, de quanto será o custo para administração dele?
        Qualquer empresa, Estado, Municipio ou pais é viável econômicamente quando não se levam
        em considerações as despesas de custeio que são fixas e inevitáveis.
        Isso sim, presado, é uma grande enganação ao povo do Estado do Pará, prometer um desenvolvimento sem se levar em conta o seu custo é somente enganar o povo.
        Divulga de quanto será o déficite do pretenso (futuro) Estado para am população da região.
        Todos sabem que seriam seriam os verdadeiros beneficiados de uma divisão os politicos (que, aliás nada fazem pela região, apenas em proveito próprio) e seus aliados.
        O povo terá o grande “beneficio” de pagar a conta por essa aventura promovida por um grupo de politicos inteligentes.
        Será que eles tem a varinha de condão que dividindo tudo se resolve?
        O caos ( se, é que existe) na saúde, educação em infraestrutura continuará existinto, pois os politicos que pleiteiam essa divisão, para terem poder e status de governador e etc… são os mesmos que estão no poder há mais de vinte anos e até agora não fizeram nada por essa região e foram eleitos com os votos do povo da região oeste do Pará e até agora não fizeram nada por ela
        As viagens em busca de atendimente médico,ou em busca de emprego ou de vida melhor continuará acontecendo tanto para Manaus ou Belém, por que esse pretenso Estado é totalmente inviável, um Estado que gasta 58% do seu PIB só para manter a maquinna adminstrativa é viável?. O que sobrar servirá para pagar salários para os politicos e seus parentes, afinal eles não estão nessa luta a toa.
        Ah só para saberes sou paraense, mais não sou de Belém, não, inclusive fui lá poucas vezes, sou nascido e criado em Xinguara bem no coração dos separatista nem por isso sou a favor do esquartejamento do Estado, e olha aqui tem muita gente como eu radicalmente contra essa sacanagem, que esses politicos querem fazer com o Pará.
        NÃO A DIVISÃO VOTE 55

    2. o que a gente precisa é de políticos melhores, não de mais políticos.
      Voto 55.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *