Brasão D’Arma da Ufopa

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10 Responses to Brasão D’Arma da Ufopa

  • A verdadeira academia, platôncia, foi criada exatamente pelo fato do homem ao natural ser considerado uma verdadeira praga ao Estado. Já a falsa, sofista, foi para colocar um vernil ao homem natural e deizá-lo pior do que isso. Qual das duas temos, é fácil de provar, pelos seguintes fatos:
    a) O Brasil é um dos mais corruptos da face da terra e, a exceção é Lula, sempre elle, nenhum corrupto de peso deixa de ter diploma de nível superior;
    b) Para saber qual é de fato o verdadeiro antro nacional de produção dos piores corruptos, vá na feira do peixo e veja quando roubam no peso e vá em qualquer universidade pública e peça conta de qualquer verba pública.

  • Sugestão aos futuros candidatos a reitor e ao Consun (se estiverem lendo e opinando aqui):
    Vençam a eleição (inclusive do Consun, abandonando essa besteira de boicotar as eleições e depois reclamar que não podem participar das discussões e decisões do Conselho); como presidente do Consun, o reitor pode propor mudanças, como extinguir o brasão, alterá-lo ou trocá-lo por outro; depois é preciso que o Consun aprove as mudanças.
    Se quiserem e puderem, façam um concurso para um novo brasão. A comunidade apoiará.
    Porém, sem participar das eleições do Consun, é impossível ser eleito para o Consun e participar dele. Será que o Sindufopa, DCE e outros opositores da Reitoria já aprenderam a lição? Ou vão boicotar de novo as eleições?

  • Sinceramente, eu preferia que o Muiraquitã que até então tem representado a UFOPA permanecesse.

  • Na condição de segundo suplente do Conselho Universitário, e naturalmente em uma reunião onde faltaram o titular e o primeiro suplente, acompanhei parte da discussão em torno da escolha destes símbolos. Estranhei por demais o procedimento. Tanto glamour em torno disso… enquanto outras questões mais urgentes e necessárias ficam sem apoio. Seria bom você divulgar o quanto custou para a UFOPA este trabalho.
    Na ocasião, o heraldista se apresentou como praticamente o único capaz e autrizado a fazer estes símbolos e, por isso mesmo, legalmente sua contratação dispensava licitação. Ele poderia cobrar o quanto entendesse. E com certeza pagaram.
    Interessante foi ele mesmo afirmar que universidades antigas e famosos ainda não possuem um brasão! E que a Ufopa estava de parabés por ser tão jovem e já estar com esta preocupação e em breve já dispor destes símbolos. Ora, ora, pensei eu: “se as niversidades velhas e famosas viveram sem isso… o que justifica tanto empenho para termos, assim, tão rapidamente?”
    Se dependesse da minha opinião, estes símbolos seriam construidos a partir de um concurso para o qual qualquer pessoa poderia se candidar, e assim teríamos a possiblidade de ver e de escolher conforme a expressão dos nossos talentos e a vontade da maioria dos integrantes da comunidade acadêmica da Ufopa.
    Mas a escolha destes símbolos ocorreu de outra forma. Muito similar a outros processos internos. Este heraldista iluminado fez uma série (acho que 10) de rascunhos, levou para aquela reunião do Consun, e lá ocorreu a escolha. Para todos os efeitos, democratica! Para todos os efeitos, legal e produto de um consenso. Todavia, como afirmam os estudiosos de ambos os temas, uma “democracia restrita” e um “falso consenso”.
    Lembro ainda de um fato que merece ficar o registro. Alguns dos modelos colocados para votação tinham uma figura humana estilizada, e, na minha perceção e de alguns poucos que estavam naquela reunião, parecia mais bonito e interessante, exatamente para caracterizar que a universidade é constituída de pessoas e que por elas e para elas existe. Mas, me surpreendi com a reação da maioria. Nada de gente! E venceram os símbolos que hoje o blog divulga.
    De fato, se faltava isso, agora a Ufopa vai a galope. Ôpa! não dá. Faltou o cavalo!
    (ou tem cavalo se sobra, e, neste caso, cavalos somos nós…)

    1. Concordo, Prof. Anselmo! Tanta coisa mais importante para debater! E poderia ter sido realizado um concurso na comunidade, pois Santarem dispoe de varios artistas talentosos. Mas D. Seixas, o Supremo, ama pompas e circunstancias e, principalmente, aparecer na midia local e em Brasilia. E nao leva fe na comunidade universitaria, nem na populacao, pois para tudo sempre chama gente de fora.

  • Agora falta o D. Seixas Lourenço I junto com o D. Aldo Queiroz I nomearem alguns súditos com os títulos de bispos, condes, barão, etc. para sua seleta Corte.

    1. Caro 09751, já faz tempo que tais títulos foram distribuídos entre os membros da corte dos lourenços.

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