Doação

Publicado em por em Oeste do Pará, Política

43 Responses to Doação

  • o mal do pessoal da várzea city é o seguinte : eles denominaram o nome do estado ! já decidiram que várzea city será a capitar ! já comporam o hino desenharam a bandeira e o diabo a quatro !! e o povo de monte alegre oriximiná óbidos altamira não foi ouvido e nem cheirado !!! e agora acham que devem e porque devem ter o apoio dessas regiões prá sua falida causa !!! e o povo do baixo amazonas que não é besta pensa assim: se antes de serem estado já tratam a gente assim imaginem quando forem estado !!!!! e então tão se lixando pros mocorongos pois sabem que esse negócio de virar estado é como trocar seis por meia dúzia e então é melhor deixar estar como está prá ver como é que fica!!!!! e o dia da porrad tá chegando e odesespero dos jacks estripadores aumentando !!!!

  • O paraense está passando por uma oportunidade ímpar de rediscutir a geopolítica do Estado. O Pará é um Estado grande, com um potencial enorme, mas com muitos problemas e pouco dinheiro. Existem várias sugestões de solução, como aperfeiçoar a Lei Kandir, votarmos o novo Código Florestal e vários outros itens que dependem muito até da atuação do Congresso Nacional, mas o projeto mais importante e que imediatamente aumenta o dinheiro repassado para o Pará é o da emancipação dos Estados do Tapajós e Carajás…

  • Definido as TVs que irão veicular propaganda do Plebiscito

    Teve início às 9h desta quarta-feira (19), na sede do Tribunal Regional Eleitoral do Pará, o sorteio da ordem de veiculação da propaganda gratuita do Plebiscito sobre a divisão do estado. A RBA TV é uma das três emissoras de televisão escolhidas para exibir os programas eleitorais das frentes plebiscitárias contra e a favor da divisão do Pará, no período de 11 de novembro a 07 de dezembro. A TV Record Belém e a TV Nazaré foram as outras duas sorteadas. As TVs SBT e Liberal ficarão de sobreaviso, caso haja necessidade de realizarem as transmissões.
    Representantes o TRE realizam ainda o sorteio para a escolha das rádios que também irão emitir a propaganda.
    O Plebiscito irá acontecer no dia 11 de dezembro. A propaganda será feita em blocos, das 7h às 7h10 e das 12h às 12h10, no rádio, e das 13h às 13h10 e das 20h30 às 20h40, na televisão, sempre às segundas, terças, quartas e sextas e aos sábados, conforme o horário de Brasília.

    SIM AO NOVO PARÁ

  • QUEREMOS A EMANCIPAÇÃO, QUEREMOS NOSSA LIBERDADE, PEÇO AO POVO DE BELÉM QUE NOS DEIXE SEGUIR NOSSO CAMINHO, SERÁ PARA O BEM DA REGIÃO, SERÁ BOM PARA O PARÁ REMANESCENTE, SERÁ O DESENVOLVIMENTO DE TODA A REGIÃO AMAZÔNICA.

    O endiabrado e eloqüente, Zenaldo Coutinho está a todo vapor contra a liberdade do povo do Estado do Tapajós.
    O inimigo número 1 da liberdade não medirá esforços para acabar com o sonho de liberdade e emancipação dessa região.
    É preciso derrubar esse ditador contra a liberdade do povo que quer se emancipar

    SIM AO DESENVOLVIMENTO

  • Precisamos de recursos para intensificar a campanha do SIM em Belém.
    São eles que irão decidir o plebiscito,
    Não existe custo zero, uma campanha gigantesco com um território imenso é preciso o empenho de todos, vamos nos libertar da opressão , da colonização e das migalhas que nos são enviadas.
    SIM ao DESENVOLVIMENTO

  • O momento é histórico , precisamos entrar de cabeça nessa luta.
    SIM ao Novo Pará.

  • Precisamos intensificar a campanha do SIM em Belém, por isso precisamos de mais cartazes e faixas.
    O SIM será revertido em desenvolvimento para nossa região.
    SIM AO DESENVOLVIMENTO.

  • Esse momento é histórico, não podemos perder essa oportunidade de desenvolver a região do Tapajós.
    Nossos filhos merecem um futuro melhor.
    SIM ao DESENVOLVIMENTO
    SIM ao NOVO PARÁ.

  • A cada dia que passa, a cada debate que acontece sobre a emancipação das regiões sul, sudeste e oeste do Estado para a criação do Carajás e do Tapajós, novas informações surgem para fortalecer a proposta de divisão do Pará. E as mais importantes desmascaram as argumentações falaciosas de que o Pará vai perder com a divisão. Veja abaixo apenas sete das mais destacadas:

    1. O Novo Pará ficará com a maior parte da nossa riqueza – O Produto Interno Bruto (PIB) do Pará, que é a soma total das riquezas produzidas pelo Estado, é de R$ 58,5 bilhões (Idesp/PIB 2008), e esse valor aumenta a cada ano. Com a criação dos dois novos Estados, o Novo Pará ficará com 56% dessa riqueza (R$ 32,7 bilhões). Só de recursos do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o principal imposto arrecadado pelo Estado, o Novo Pará ficará com 66% do valor atual – hoje, fica com 50%, pois os outros 16% são distribuídos entre os municípios do Tapajós e do Carajás;

    2. O Novo Pará terá mais dinheiro para investimentos – Com a divisão, o Novo Pará receberá R$ 300 milhões a mais de recursos do ICMS, e esse valor será maior ano após ano. Belém ficará com a metade desse valor, cerca de R$ 150 milhões. Com esse dinheiro a mais, o Estado poderá, por exemplo, construir 12 mil casas populares do programa “Minha Casa, Minha Vida”, ou asfaltar 1.150 quilômetros de rodovias estaduais, ou 600 centros de saúde em Belém e cidades do interior;

    3. A governança do Pará será mais fácil – O território do Novo Pará será menor: apenas 218,7 mil/km² (hoje é de 1,2 milhão de km²), distribuídos em apenas 78 municípios (hoje são 144). Também a população será menor: apenas 4,8 milhões de pessoas (hoje são 7,6 milhões). Isso facilitará muito o trabalho de gestão do Novo Pará pelos governantes, pois as demandas serão menores e de regiões mais próximas da Capital;

    4. Mais dinheiro para melhorar a vida dos paraenses – Com território reduzido, com população menor e mais dinheiro em caixa, o governo do Novo Pará poderá investir em obras de drenagem e pavimentação de vias urbanas e rodovias, de saúde e educação, de segurança e transporte público nos bairros da Capital e demais municípios. O povo sofrido das baixadas da região metropolitana de Belém, das regiões do Marajó, do Tocantins e do Salgado poderão ser mais bem atendidos pelo governo do Estado e pelas prefeituras;

    5. O serviço público de saúde de Belém vai atender melhor – Com a criação do Tapajós, novos hospitais e outras unidades de saúde lá serão construídos, novos e melhores serviços serão implantados. Hoje, milhares de pacientes do Tapajós vêm a Belém em busca de atendimento e ajudam a superlotar os PSM’s da 14 e do Guamá, o Hospital de Clínicas, o Ofir Loyola e centros de saúde dos bairros da Capital. Com o Tapajós, isso deixará de existir ou será minimizado, deixando as unidades de saúde locais para os moradores de Belém e Metropolitana, das regiões do Tocantins e do Marajó, de Castanhal e de Bragança. O atendimento poderá ser muito melhor;

    6. O plebiscito é um processo democrático – Esta é a primeira vez que o povo do Pará é chamado para tomar uma decisão importante, decisão que pode mudar sua vida para melhor. Mas as velhas elites políticas de Belém não gostam disso. Tudo que pode ser melhor para o povo contraria a vontade dessas elites, acostumadas a mandar e decidir pelo povo, a se dar bem com o dinheiro público. Esta é uma rara oportunidade que têm os paraenses para mudar o rumo da sua própria história e construir um futuro melhor para esta e as gerações futuras.

    7. O voto 77 é desenvolvimento.
    77 em dobro é crescimento.

  • É necessário mostrar para a população que a criação do Estado do Tapajós e representa a criação de mais uma força, um novo mecanismo de luta pelos direitos do cidadão e da cidadania.

    Mas para isso tem se que colocar peças publicitárias veiculadas na mídia, procurando transportar situações vividas no cotidiano das pessoas buscando identificação com a proposta do SIM,
    para que assim seja colocado o assunto em discussão, formando opinião a respeito e transformando o assunto em pauta diária.

    A idéia é levantar a auto-estima da população, fazendo com que a população assuma uma atitude positiva com relação a campanha, valorizando as pessoas comuns do futuro estado, fazendo com que cada um sinta-se participante do processo e seja pró-ativo.

    Cadê os publicitários santarenos?

    Toda criança sabe que até em casa, se cada um não respeitar o espaço do outro, fica tudo muito mais difícil.

    Muitas vezes é melhor saber dividir, pra poder somar.

  • A emancipação dos Estados do Tapajós e Carajás não é um mero caprichodos santarenos e marabaenses, vai muito além disso, na realidade busca-se uma distribuição menos desigual dos recursos financeiros empregados no Estado do Pará, considerando a falta de provimento dos seguidos governos de nosso Estado, preterindo estas regiões em detrimento de outras.

    Com relação ao futuro Estado do Tapajós, cuja população se aproxima de 1.700.000 pessoas, as distâncias dentre as cidades e lugarejos do oeste do Estado do Pará é considerado o principal motivo da inércia das administrações públicas nos últimos cem anos. A distância entre a Capital do Estado, e a cidade pólo desta região oeste, Santarém, é de aproximadamente 800 km em linha reta, com acesso apenas via aérea ou fluvial, considerando que as rodovias Santarém X Cuiabá e Transamazônica, as quais foram “inauguradas” há 40 anos, nos seus respectivos trechos no Estado do Pará ainda não há asfalto, inclusive as pontes existentes, em sua maioria, são de madeira, inviabilizando qualquer previsão de “chegada” em uma viagem via terrestre. Vale ressaltar que a mesma rodovia (Santarém X Cuiabá), no trecho do Estado do Mato Grosso, está duplicada, com asfalto de primeira qualidade.

    O custo do transporte aéreo inviabiliza o deslocamento da população menos favorecida. Quanto ao transporte fluvial, o custo é menor, porém o tempo de viagem (mais de 2 dias), compromete o deslocamento.

    A ausência do Estado também é sentida com a falta de água potável nas residências da maior cidade da região, Santarém. Apesar do subsolo rico com o segundo maior aquífero do Brasil, quem não tiver seu próprio poço, fica à mercê da companhia de abastecimento estadual.

    São regiões desguarnecidas, abandonadas, sem a presença do Poder Público, as quais merecem uma atenção especial.

    Quanto ao custo da implantação dos novos Estados, que sejam enternecidos entre o que será produzido nas regiões desmembradas e pelo governo federal, o qual tem a obrigação de investir no desenvolvimento igualitário da Amazônia Paraense.

  • Se o Estado do Tapajós não tivesse futuro, as elites de Belém não estaria brigando por ele.
    Para Belém, o Estado do Tapajós é só uma colônia.
    Basta ,
    O Estado do Tapajós terá um futuro brilhante e vai ser mais uma estrela na bandeira de nosso país.

  • TRÊS ESTADOS VALEM MAIS QUE UM.
    Quem só tem a ganhar com a criação de novos estados na região do Pará, é o próprio Pará remanescente, quem terá um PIB maior com uma população produtiva maior. Serão 3 estados que deverão receber mais investimentos do governo federal. Terão mais força para reivindicar mais recursos. Os três sairão ganhando. Se permanecer como está, os três vão afundar juntos e cair no esquecimento dos políticos de Brasília.

  • Se o Pará fosse dividido em
    4 estados, Pará, Tapajós, Carajás e Calha Norte a região Amazônica teria muito mais representatividade na Câmara Federal e no Senado. A bancada Amazônica teria mais poder e poderia desenvolver a região como um todo. A Amazônia teria mais representatividade no cenário nacional acabando com a hegemonia do eixo São Paulo e Rio de Janeiro.

  • O eleitor paraense que perdeu ou não se lembra onde guardou seu título eleitoral tem até este sábado (22) para requerer a segunda via do documento em qualquer Cartório Eleitoral, esclarecendo se a receberá na sua Zona Eleitoral ou naquela em que a requereu.

  • Vou parabenizar a equipe de criação desse tease, que em pouco tempo fez sucesso nas redes sociais e concerteza vai gerar bons frutos para a campanha, pelo menos foi por uma boa causa, aqui tem grandes profissionais de marketing e propaganda, o legal é valorizar a prata da casa pelo apoio ao novo Estado do Tapajós. Mais uma vez meus parabéns e digo: A boa campanha publicitaria é aquela que depois de 10, 20 anos é lembrada. Cristiano Santa Cruz

  • A gente quer dividir para multiplicar. Em vez de ter apenas um gestor para um estado do tamanho do Pará, teremos três gestores. Facilita a gestão”, disse o deputado à Agência Brasil. Usando como exemplo a divisão de Mato Grosso para criação de Mato Grosso do Sul e a divisão de Goiás para criar o Tocantins, Queiroz acredita que a divisão do Pará seria um avanço.

    O combate ao desmatamento e a diminuição dos conflitos agrários, aponta o coordenador-geral, seriam mais eficazes se o Poder Público estivesse mais próximo das zonas de conflito. Para Queiroz, esses problemas ocorrem, principalmente, pela “falta do Estado”. “Não tem Estado para regularizar as terras, para disciplinar a ocupação. O Estado não se antecipa. Hoje na Amazônia, 90% dos desmatamentos estão ocorrendo em projetos de assentamento. Precisamos de planejamento do governo para evitar isso”.

    Outras dificuldades enfrentadas pelos municípios mais afastados da capital do estado, nas regiões sul e oeste, onde se pretende criar Carajás e Tapajós, localizados a mais de mil quilômetros da capital do estado, são a baixa qualidade da educação e na saúde e a falta de segurança pública. Giovanni Queiroz argumenta que apesar da ascensão econômica dessas regiões, impulsionada pela exploração de minérios, a burocracia devido às distancias impede o desenvolvimento social. “Queremos uma faculdade que não existe, as políticas de saúde, educação tudo isso é muito precário em uma região que é pujante.”

    Para o parlamentar, o estado de Goiás cresceu a partir da sua divisão e a criação do Tocantins. Áreas de extrema pobreza do antigo estado de Goiás, pontuou o deputado, hoje são regiões “prósperas” graças à divisão. “Teremos 1,6 milhão de habitantes, o Tocantins tem 1,3 milhão. O Tocantins tem 42 universidades e nós temos duas. O Tocantins tem cinco faculdades de medicina, não temos nenhuma. O Tocantins, que era o corredor na miséria, tem oito faculdades de engenharia. Nós temos apenas uma de engenharia e uma de enfermagem. O atraso educacional é tão grande que chega dar vergonha”.

    “O Tocantins só conseguiu sair da miséria absoluta depois de criado o estado”, acrescentou Queiroz. Segundo ele, após a criação do Tocantins o Produto Interno Bruto (PIB) de Goiás e do próprio Tocantins somados cresceu cerca de 250% a mais do que o PIB do Brasil. “Da mesma forma cresceram as riquezas em Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul”.

    “Então [a divisão] é um instrumento de crescimento econômico extraordinário”. Queiroz acrescentou que antes de se tornar estado, a área ocupada hoje pelo Tocantins possuía 120 quilômetros (km) de rodovias pavimentadas. Hoje, segundo ele, a mesma área tem mais de 6 mil km de rodovias estaduais pavimentadas. “O Pará, que é cinco vezes maior que o Tocantins, com a população cinco vezes superior e mais de 150 anos como estado, tem pouco mais de 4 mil quilômetros de rodovias pavimentadas”.

    Para o defensor da divisão do Pará, o aumento das despesas públicas com a possível criação dos dois novos estados representarão “migalhas” em relação ao benefício que será proporcionado para a população. “Não vai aumentar R$ 1 de imposto para o cidadão e melhora a condição de vida para todo o mundo”. Na Câmara dos Deputados serão criadas 13 novas vagas, já que Carajás e Tapajós terão direito a oito cadeiras cada e o Pará, que atualmente tem 17, perderia três e ficaria com 14. Já no Senado seriam abertas seis novas vagas, isso porque todos os estados são representados por três parlamentares.

    “Em termos de custo, isso não pesará em nada. A receita do estado é proporcional às receitas da União e vai ser mantida. Serão migalhas as despesas a mais que terão a mais na Câmara e no Senado.” (

  • Só uma pergunta antes, o José Sarney é a favor ou contra? se conntra, não só não contribuo, como digo com toda certeza adeus ao sonho da emancipação.

  • A guerra será travada em Belém , onde os movimentos de emancipação e contra deverão intensificar seu trabalho, o de conscientização da importância do voto.
    Quem tiver melhor desempenho em Belém, decidirá o plebiscito.
    Belém tem mais que o dobro dos votos das duas regiões juntas, Tapajós e Carajás.
    Vamos fazer campanha e divulgar o SIM, 77.
    Portanto as pessoas do oeste precisam doar.

    1. Simplesmente ridicula a entrevista do separatista Lira Maia na tv Liberal, se a criação do pretenso estado do Estado do Tapajós depender do discurso desse ficha suja, já era.
      Ele enalteceu tanto o Pará e esqueceu de mostrar serviço e dizer como os estados seriam viáveis, justamente porque não existe é só conversa de politico em época de campanha eleitoral

  • Enquanto Tapajós e Carajás não se emanciparem, vão continuar ocorrendo mortes, violência e desmando no Pará.
    Não há como governar uma região abandonada pelo poder público.
    É preciso descentralizar a administração do Estado para criar políticas locais.
    O maior investimento na região amazônica será criar novos estados.
    O Pará é imenso por isso é preciso emancipar para que todos se desenvolvam, inclusive será melhor para a região de Belém e Ilha do Marajó.

  • A questão é: Porque a região de Belém não quer a emancipação do Estado do Tapajós, porque esse já existe de fato, só falta ser emancipado. A resposta é: porque o Estado do Tapajós dá lucros a região de Belém. Se não desse lucro, eles seriam os primeiros a quererem se livrar desta região. Então senhores deputados do contra, esse discurso que o Estado do Tapajós não terá desenvolvimento, é mentiroso. O Estado do Tapajós tem um futuro brilhante pela frente.
    SIM ao DESENVOLVIMENTO

  • ACORDA MEU POVO. AGORA OU NUNCA.

    Estas mesquinharias de nosso oeste que dificultarão e embaraçam a unificação das forças

    políticas para o grande embate do momento, que é o plebiscito pela criação do Estado do Tapajós.

    Na capital os “contra” estão se unindo e questões do tipo como divergências políticas ou

    partidárias estão sendo deixadas de lado, tanto assim que vejo aqui na capital todos juntos

    PSOL,PSDB,O LIBERAL, DIARIO DO PARÁ, OS CHAMADOS INTELECTUAIS e formadores de opinião,

    todos com profundas divergências ideológicas, mas estão relevando as diferenças e deixando para

    depois, em 2012 os debates para eleições municipais e todos se reunindo, se articulando, formando

    discurso único e comitês contra o nosso ESTADO DO TAPAJOS, enquanto por Santarém, principal

    cidade , as discussões são besteiras insignificantes que não contribuem , mas só atrapalham o

    movimento, como do tipo onde será a capital do Tapajos, quem será o Prefeito de Santarém. Ora,

    burrice, isto é secundário no atual momento.

    Enquanto isto, nesta Belém, ocorrem os debates sobre a divisão do Estado do Pará, formação

    de frente pela manutenção da integridade territorial do Pará e os nossos lideres nossos dai não

    aparecem, deixam campo aberto contra nós.

    O que precisamos fazer é nos articular em um mesmo discurso pela EMANCIPAÇÃO ,

    precisamos usar a cabeça que não é de enfeite. O importante é defendermos a tese de

    que a emancipação do Tapajós e do Carajás também é benéfica para o

    Pará remanescente, que, com um território e uma população menor,

    poderá assistir melhor os paraenses. Ganharemos todos.

  • A LUTA DO ESTADO DO TAPAJÓS É LEGÍTIMA.
    SIM A EMANCIPAÇÃO,
    Me preocupa, também, o rumo do debate.
    Sou do Pará que remanescerá menor e melhor.
    Nasci e moro por estas bandas.
    Sou plenamente favorável ao redesenho geográfico.
    Não tenho dúvidas que os três novos Estados ganharão com isso.
    Se a população do Estado do Tapajós e Carajás tiver ampliada, ao menos, a possibilidade de participar, pressionar, vaiar, espernear,
    criticar seus representantes, mais de perto fisicamente, olho no olho,
    já me contento com a mudança.
    De Santarém, por exemplo, ao Palácio dos Despachos são longos 5 dias de barco.
    Do aeroporto do Carajás à Assembleia Legislativa vai mais de uma hora de avião. Esse meio de transporte pelo preço, aquele pela demora,
    afastam a população de baixa renda de qualquer participação nos rumos do Estado.
    Alguém perderá com a reorganização?
    Sim, os grandes estados, que terão repasses da União diminuídos.
    Eixo São Paulo-Rio.
    Não é atoa que a Folha e outros jornais de grande circulação estão antecipando campanha contra a divisão.
    Apontem qualquer liderança política ou empresarial dos estados do sudeste que seja favorável ao rearranjo!
    Nem mesmo sob uma arma na cabeça,
    Haverá, de imediato, ampliação montante de recursos públicos,
    na hipótese de divisão, por diminuição ( redistribuição no repasse da União para os estados) da cota dos demais estados ( sul, sudeste e nordeste).
    Isso é distribuição de renda!
    Isso é diminuição de diferenças (intra e inter)regionais!
    Não é isso, afinal, que todos queremos?
    Ou seja, os valores públicos per capita dos moradores dos três novos estados, unidos,
    aumentará no dia seguinte, comparativamente ao Pará, como é hoje.
    Não posso ser perverso, egoísta no meu voto.
    Sou humanista e não vou dizer: “Se eu não ganho, ninguém ganha!”
    Meu voto é SIM e SIM

  • ALMIR GABRIEL APOIA O TAPAJÓS E A CRIAÇÃO DO ESTADO CALHA NORTE OU MONTE ALEGRE.

    O ex-governador Almir Gabriel, que ocupou o Palácio dos Despachos entre 1995 e 2002, classificou a atual proposta de divisão de “burra”. Segundo ele, o ideal seria dividir o Estado em dois: a margem direita do Xingu seria o Pará remanescente e a margem esquerda o Tapajós. Almir defende ainda a criação do território do Calha Norte ou Monte Alegre, que, diz ele, em 50 anos poderia ser transformado em Estado.

    Primeiro passo é criar o Tapajós que depois seria um degrau para criar o Estado do Calha Norte.

    Se o Pará for fosse dividido em
    4 estados, a região Amazônica teria muito mais representatividade na Câmara Federal e no Senado. A bancada Amazônica teria mais poder e poderia desenvolver a região como um todo. A Amazônia teria mais representatividade no cenário nacional acabando na a hegemonia do eixo São Paulo e Rio de Janeiro.

  • TAPAJÓS E CARAJÁS DEVEM SER EMANCIPADOS.
    SERÁ BOM PARA O PARÁ, SERÁ BOM PARA O BRASIL.

    “A criação dos estados do Tapajós e Carajás é o maior projeto de desenvolvimento econômico do País que se discute hoje, temos que levar em conta os benefícios da região Norte e da Segurança nacional da Amazônia, acredito que esta estratégia que os municípios estão articulando, tem que ser feita urgentemente já que o nosso tempo é de cerca de 2 meses, para a realização do plebiscito”, Chega de colonialismo, vamos desenvolver a região do Tapajós e Carajás com mais política de investimentos e crescimento.

    1. quem vai administrar é o lira maia???? tou fora!!!! tá doido!!!!!arrumem outro!!!!!

  • QUEREMOS DESENVOLVIMENTO,
    QUEREMOS A EMANCIPAÇÃO DO ESTADO DO TAPAJÓS.

    SIM E SIM

    SIM AO DESENVOLVIMENTO
    SIM AO NOVO PARÁ

  • Até que enfim uma campanha pra resolver o problema, a falta de dinheiro. Parabéns. Vou dar sim.

  • FRENTE CONTRA O DESENVOLVIMENTO DO NOVO PARÁ.

    Frente em Defesa do Pará contra a emancipação do Estado do Tapajós e Carajás promoveu, na tarde de sábado (15), na Assembleia Paraense, a “Feijoada do Não e Não”, com objetivo de arrecadar dinheiro para a campanha do plebiscito.
    Cerca de mil e quinhentas pessoas estiveram presentes no evento,
    entre elas o deputado federal inimigo número 1 da emancipação do Estado do Taoajós , Zenaldo Coutinho que presidente a Frente,
    além de Sérgio Bitar, presidente da Associação Comercial do Pará, esse não quer perder a boquinha do comércio no Taoajós
    e o vice-presidente do movimento contra a emancipação, Eduardo Costa, presidente do Conselho Regional de Economia (Corecon)
    também o diretor da Frente contra a emancipação , os deputados estaduais Celso Sabino
    e Eliel Faustino, da Frente contra a emancipação do Estado do Tapajós,
    os vereadores de Belém Abel Loureiro e Alfredo Costa, o secretário Sidney Rosa e
    a prefeita de São Miguel do Guamá, Márcia Cavalcante.
    O valor arrecadado com a venda dos ingressos será destinado à produção de material gráfico da campanha publicitária contra a emancipação.

    Em seu pronunciamento, Zenaldo Coutinho questionou quem teria elaborado o mapa da divisão, que deixa 64% da população paraense em apenas 17% do território. “Eles erraram até na dose”, declarou o deputado.
    Porém , Zenaldo Coutinho se esquece que o Estado do Novo Pará terá o tamanho do estado de São Paulo, , o mais rico deste país, e com uma população de cerca de 40 milhões de pessoas,
    O que deixa claro que tamanho não e sinônimo de riqueza, pelo contrário, a imensidão do Pará é sinônimo de miséria.

    Sérgio Bitar enfatizou que a finalidade do evento é continuar a luta em defesa do Pará imenso. “Essa campanha não é barata.
    Nós estamos fazendo a nossa parte com seriedade, dentro dos critérios da lei”, destacou.

    Para Celso Sabino, é preciso intensificar os trabalhos contra a emancipação do Estado do Tapajós

    “Tão importante quando levar informação para quem não tem, é fazer com que a pessoa vote no dia do plebiscito.
    Para isso, a gente precisa de bastante material de campanha do “NÃO e NÂO” e um programa de televisão digno”, disse.

    De acordo com o presidente do Corecon e diretor da Frente contra a emancipação do Tapajós e Carajás, Eduardo Costa, a emancipação não irá melhorar a vida da população paraense. “Pelo contrário. O gasto com a máquina pública inviabiliza a administração nesses três Estado.

    Porém, de tanto eles afirmarem que o que a emancipação do estado do Tapajós e Carajás, é inviável, eles estão exatamente fazendo o contrário, de tanto medo de perder essas regiões e estão provando que essas regiões são viáveis e com um futuro brilhante. O que eles tem medo com a emancipação é que vão deixar de mamar nas tetas das vacas gordas do Tapajós e Carajás.

    Essa é uma eleição atípica, nosso candidato é o Estado do Pará”, enfatizou, a Frente em Defesa do Pará contra a emancipação do Estado do Tapajós e Carajás tem intensificado sua luta contra a emancipação inclusive no interior do Estado do Pará,
    marcando presença em diversos municípios, entre eles:
    Castanhal, Capanema, Abaetetuba e São Miguel do Guamá.

    Está confirmado ainda o lançamento da campanha em Santa Maria do Pará, no dia 02 de novembro, e
    em Igarapé Açu, no dia 03.

    No dia 30 de outubro, a Frente realizará uma GRANDE CARRETA EM BELÉM,
    com concentração marcada para às 8h30, em frente a Escola Superior de Educação Física, na avenida João Paulo II.

    OS DEPUTADOS DO PARÁ QUE SÃO CONTRA A EMANCIPAÇÃO DO ESTADO DO TAPAJÓS e do CARAJÁS DIZEM QUE OS ESTADOS NÃO SÃO VIÁVEIS, POIS BEM, SE NÃO SÃO VIÁVEIS, PORQUE ELES NÃO QUEREM PERDER ESSAS REGIÕES . SE É UM FARDO PORQUE ELES NÃO QUEREM LARGAR ESSE FARDO.
    É EXATAMENTE O QUE ELES ESTÃO PROVANDO, OS ESTADOS DO TAPAJÓS E DO CARAJÁS SÃO RICOS E VIÁVEIS E NÃO QUEREM PERDER AS TETAS DAS VACAS GORDAS.

    SIM AO DESENVOLVIMENTO
    SIM AO NOVO PARÁ

  • Vamos lá, galera, vamos quebrar o porquinho, afinal precisamos investir, cada um, um pouco no nosso futuro Estado, mas esperamos que seja veiculado com a clareza e simplicidade como se quebra e confere as moedas do nosso porquinho, No que esta sendo gasto e trabalhado com essa imensa colaboração em massa, EU VOU COLABORAR. TAPAJÓS JÁ.

  • Muito RUIM essa propaganda….

    Sem apego nenhum com a causa gloriosa do Tapajós e vulgar no segundo sentido

    Tem maneiras menos venais para pedir apoios.

    Mesmo assim temos que DOAR…. não DAR

    Tiberio Alloggio

    1. Tibério, vc é muito sisudo e não tem nenhum um pouquinho de humor… rsrsrs… essa campanha pelo menos quebra a pasmaceira que se registra até agora na campanha pelo plebiscito como um todo. Não tenho vergonha de dizer: EU VOU DAR, que é o mesmo que DOAR!!
      Tibério, vá também DAR sua contribuição…

    2. Tibério, se vc acessa as redes sociais (Facebook, Orkut, etc.) deve ter acompanhado como ela envolveu a juventude que participa dela. Entrando na brincadeira proposta por quem bolou a campanha, a juventude se utiliza da mensagem de duplo sentido e embarca na onda. Só espero que isso se traduza em recursos para a campanha.
      E aí italiano, VAI DAR OU NÃO VAI DAR? kkkk

  • tentei a transferência e ocorre o erro: ”codigo identificador inválido” por favor verificar os números de agência e conta!

    1. Daniel, no lugar do “x” coloca o número zero. Acho que assim irá dar certo. Confirme-me isso!

      1. PQP ainda vem c/ dado errado ..da doa libera transfere joga torra qem qer e o purgante do sociologo cabeça de pi** tem razão!

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