
Tomo a liberdade de expressar porque votar na chapa 2, dia 24 de outubro, na 4ª consulta eleitoral para reitor e vice-reitor da Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará), exercício 2026-2030.
Somos uma jovem universidade, onde uma disputa por estes cargos (reitor e vice-reitor) sempre foram acirradas, justamente pela potência de transformação que esta universidade no coração da Amazônia representa para a região do Tapajós, incluindo investimentos públicos significativos.
Um dos pilares da educação é o aprendizado e o ensino de pacificar dentro de cada um de nós, o desejo a conflitos. Isto é a condição para neutralizar a dualidade existente em uma sociedade polarizada por extremismos, que no fundo representa o individualismo e a mera vontade de poder de alguns.
A vida cumpre sua evolução somente quando conseguimos a neutralização dentro da polarização. Essa é a condição fundamental para se chegar a patamares mais elevados, alcançando novos degraus de consciência coletiva, incluindo o respeito a todos os seres e mundos.
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A vida é o palco que nos foi dado para elevarmos nossas consciências, vencendo o caos que vivemos desde a colonização até este modelo atual de desenvolvimento que só interessa aos indivíduos que só querem o poder. Esses chegam a pensar que só tem importância os que justamente têm cargos. Os demais são fantasmas que precisam fazer seus trabalhos com vocação espiritual, pois só aos iluminados cabe a tarefa do exercício institucional.
Ao apresentar a união de forças que se juntaram para vencer a indiferença, a chapa 2 mostra a vontade de superação. Assim, indígenas e não indígenas. Negros, pardos, ribeirinhos, brancos. Todos, independentes de suas vocações ou opções pessoais, políticas, comissionados ou não, discentes, técnicos administrativos e docentes, TODOS IMPORTAM!
Por isso, os professores Edilan e Jarsen representam a melhor opção de avanço institucional, pois viveremos sem o medo de retaliações, perseguições e monitoramento ideológico. Com respeito às diferenças, já construíram um processo.
Venha você também dar um voto de confiança, ajudando a trabalhar por uma Ufopa totalmente inclusiva e por um mundo melhor para todas as pessoas.

Jackson Fernando Rêgo Matos é professor titular da Ufopa. Atua nas áreas ambientais e culturais da Amazônia. Atualmente está realizando pós-doutorado na Universidade de Siena, na Toscana, Itália. Leia também dele publicado no JC: Lula em Santarém: um banho de ancestralidade no Tapajós. e ainda: Santarém e a COP 30: teremos protagonismo local?
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Estimado professor Jackson Matos, na condição de servidor da UFOPA, concordo com suas ideias e pensamentos em relação à eleição para reitor. Penso que indígenas, não indígenas, negros, pardos, ribeirinhos, brancos…Todos, independentes de suas vocações, religiões ou opções pessoais, políticas, comissionados ou não, discentes, técnicos administrativos e docentes, Todos Importam. Por isso meu voto também é na chapa 2.
Ótimo texto, a universidade precisa ser um ambiente de paz, humanizado, com livre manifestação do pensamento, praticado de forma respeitosa. Construída com todos e para todos.
E o comportamento de milícia digital de supostos “alunos” da Ufopa. Se dizem imparciais, mas fazem colab só com as atuais reitoras? Quem tá pagando essa conta?