10 paraenses gays com muito orgulho. Dia Internacional do Orgulho Gay
Fábio, Mateus, Camila, Gustavo e Aíla: orgulho gay paraense. Foto-montagem: BJ

Hoje, 28 de junho, é o Dia Internacional do Orgulho Gay, leia-se LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e pessoas intersex).

A data é celebrada e lembrada mundialmente neste dia por causa de um episódio ocorrido em Nova Iorque, em 1969.

 

Naquele ano, as pessoas que frequentavam o bar Stonewall Inn, até hoje um local de frequência de gays, lésbicas e trans, reagiram a uma série de batidas policiais que eram realizadas ali com frequência.

O levante contra a perseguição da polícia às pessoas LGBTI durou mais duas noites e, no ano seguinte, resultou na organização na 1° parada do orgulho LGBT, realizada no dia 1° de julho de 1970, para lembrar o episódio.

O Blog do Jeso relaciona 10 paraenses, residentes em diferentes lugares do país, que são orgulhosamente gays.


🄂 Fábio Jennings

Paraense de Santarém. É médico reumatologista, membro da Sociedade Brasileira de Reumatologia. Mora em São Paulo, capital.


🄃 Mateus Carneiro

Paraense de Santarém, 26 anos, designer de moda e servidor público da Seduc (Secretaria de Educação do Amazonas). Mora em Manaus.


🄄 Camila do Amaral Diniz

Paraense de Santarém, advogada, pós-graduanda em Direito Homoafetivo e de Gênero, conselheira suplente e presidente da comissão especial de Diversidade Sexual e de Gênero da OAB, Subseção Santarém.


🄅 Gustavo Imbiriba

Paraense de Belém, 29 anos, é médico anestesiologista. Mora em São Paulo, capital.


🄆 Aíla

Paraense do bairro de Terra Firme, em Belém, é uma das principais apostas do pop brasileiro contemporâneo. É voz LGTB importante no cenário nacional. Mora em São Paulo, capital.


 

🄇 Samuel Gomes

Paraense de Santarém, 19 anos. É DJ, performer e encarna a drag queen Samu.


🄈 Jaloo

Paraense de Castanhal, 32 anos. É cantor, DJ e produtor musical. É considerado um dos nomes modernos da música indie brasileira. Mora em São Paulo, capital.

paraenses gays. castanhal

🄉 Antônio Lucas

Paraense de Santarém, é arte finalista e acadêmico de Design de Produto. Mora em Santarém.


🄊 Mateus Tavares

Paraense de Oriximiná, é acadêmico de Enfermagem. Mora em Santarém.

paraenses gays. Oriximiná

⑽ Rick Star

Paraense de Óbidos, 25 anos, é cabeleireiro, maquiador artístico e artista visual. Mora em Óbidos.

paraenses gay. Óbidos

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7 Comentários em: 10 paraenses gays com muito orgulho. Dia Internacional do Orgulho Gay

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  • Cristina Caetano disse:

    Parabéns pelo tema abordado Jeso!
    Julio César Guimarães, belo e pertinente texto/comentário.
    Esse tema precisa mais abordado para que as pessoas possam ter mais compreensão.
    Quem sabe assim possamos chegar a mais amor e respeito e menos ódio e preconceito.

  • LUCIANA CARDOSO MACHADO FREIRE disse:

    Como é que fica o coração vendo minha estrela nessa reportagem? Hahaha o Samu é uma pessoa e artista incrível! Com pouca idade, mas entende e ama seu compromisso com a comunidade LGBTQI+ de Santarém: mostrar que é possível! Fico feliz de acompanhar essa trajetória de perto com as melhores expectativas pro futuro ♥️

  • Endel disse:

    Falta eu aí ahhahahaah

  • Júlio César Antunes disse:

    Conheço vários santarenos e santarenas que não podem dizer o que sentem. Homens que casam-se com mulher, mas tem relação com homens, a fim de buscar fôlego no mar de sofrimentos que mergulharam.

    Garotos e garotas que vivem escondidos da família, amigos, escola e igreja. Forçados a aceitar a identidade que não o correspondem a sua essência.

    Vivem aprisionados, escravos, reprimidos de seus sentimentos. Vivem em uma ditadura heteronormativa, imposta a partir de suas famílias. Se contarem, podem ser agredidos, expulsos de casa, mortos.

    Por isso, muitos filhos/filhas correm risco de depressão, desvios de conduta, porque não tem a possibilidade de compartilhar, pedir ajuda a seus pais.

    É preciso saber como lidar com sua homoafetividade, ou biafetividade, ou lesbiafetividade, ou trasafetividade…

    Há uma linha bastante distante entre promiscuidade e afetividade. Ser LGBTQI+ não é “opção”, “safadeza”, “vergonha”, “desrespeito” como muitos pensam. É condição natural da vida, é respeito, é diversidade, é missão. É uma questão bio-físico-psicológica.

    Pais, mães, perguntem a seus filhos, num diálogo possível, sobre a questão. Vocês são a base para ajudá-los. Salvará vidas.

    Pais, mães, vocês podem ajudar seus filhos LGBTQI+ a serem pessoas brilhantes, com carreiras profissionais fantásticas, intelectuais e ter a oportunidade de viver uma vida feliz com a pessoa que ama e respeita, independente das condições de gênero e afetividade.

    Não culpemos as famílias. E, aqui, é importante dizer que não sejamos contra a ideia de família. Muito pelo contrário, o papel da família é fundamental, como já exposto. Seja ela qual for o tipo: homem e mulher, mulher e mulher, homem e homem, mãe e filho, pai e filha, avó e neto, e tantas, e tantas mais.

    Vamos atentar à ignorância humana. Por isso, vale ressaltar que quando não temos explicações plausíveis, concretas, procuremos informações, observar com respeito, entender, ter empatia, buscar, ajudar, estudar os casos cada vez mais. A vida possui diversos mistérios. Só assim teremos um mundo melhor: Liberdade, Equidade e Fraternidade.

    É uma questão biológica, físico e mental. Muitos foram gerados a partir de relações heteroafetivas, mas ainda não há como explicar. Somos assim. Nascemos assim. Deus nos fez assim.

    Parabéns pela postagem, Jeso. Posts como esses devem ser cada vez mais produzidos, divulgados e refletidos.
    Observo no perfil das dez pessoas citadas nesse post, grandes profissionais LGBTQI+, grandes seres humanos. Sugiro que faça os 10 LGBTQI+ com elevada expressão social em Santarém.

    Forte abraço!

  • Lene disse:

    Tenho muito orgulho dos meus amigos e respeito, lindos e empoderados.
    Meu orgulho lutar ao deles.😍

    1. Jeso Carneiro disse:

      Orgulhosamente emponderados. Oportuna observação, Lene.

      1. Iza TAPUIA disse:

        Tudo começa pelo Respeito, e com as diversas formas de amar não é diferente, cada quem é livre para ser quem seja, nada tira de si a dignidade de ser humano. Me orgulho de ter amigos(as) maravilhosos(as) em todos os grupos GLBTI+, conhecer suas histórias e lutar junto por Direitos é a melhor maneira de se juntar as suas lutas, respeitar seus corpos e afetos. Todos somos resistência. Vale a Luta!