Estadão Online
‘Deprimido’ por receber regularmente salário de R$ 22 mil há mais de 2 anos, sem trabalhar, o juiz federal Marcelo Antonio Cesca, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, usou a ironia e as mídias sociais para ‘protestar’ contra a situação.
Nesta semana, Cesca publicou no Facebook fotos em que está na praia com a namorada.
“Estou deprimido”, escreveu ele na legenda de uma imagem em que aparece de boné e óculos escuros.
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Em outra foto, sentado numa cadeira de praia com um drink na mão esquerda, desabafa: “Não é viver no Brasil”.
Na legenda de outra foto, tirada no mesmo dia, o magistrado ironiza.
“Eu agradeço ao Conselho Nacional de Justiça por estar há 2 anos e 3 meses recebendo salário integral sem trabalhar, por ter 106 dias de férias mais 60 dias pra tirar a partir de 23/03/14, e por comemorar e bebemorar tudo isso numa quinta-feira à tarde do lado de minha namorada de 19 anos!” escreveu o magistrado.
Ele ainda acrescenta, referindo-se à Lei Orgânica da Magistratura Nacional, que rege a atividade de juízes: ” Vida longa ao CNJ e à LOMAN!”
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Putz!!! O trabalhador com cpf preso em uma IR pode torná-lo heroi, a não ser que nossa indignação faça alguns cliques e formate um e-mail para denunciar este Sr pela profunda antítese criada pelo sentido de depressão conjugada com o paisagismo de seu lazer.
Viva o CNJ e a LOMAN sim!! E viva mais ainda a chapa e a espatula de um Macdonald´s, se for comprovado possíveis fraudes documentais que induziram ao erro o CNJ e provocaram rombo nos cofres publicos.
Divertir, ter seu momento de lazer sem problema, nada demais para um trabalhador. Matar, sim é crime, como mentir também, porque é a raiz da corrupção. Depressão não se cura com VANGLORIA, muito menos descansos praieros, a depressão não é um estado, é degenerativo. Mas pelo visto 2 anos e 3 meses fizeram bem a saúde psíquica deste Sr, mas o comprometeram na mensuração do tratamento, desde que… desde que encontre um psiquiatra afundado em dividas e vicios para lavar sua pretensa psicotica. Se não, a massa de hambúrguer espera junto com a chapa sua predisposição laborativa.
Eis o exemplo Se perguntado para alguns desses que ganham num TV ao vivo, alguns vão reconhecer é pura safadeza, mas justiça canhota da mente fechada em gabinete acha tudo moral, tá obrigada achar moral, corre o risco até de ser extinta se não for assim.
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https://www.estadao.com.br/noticias/nacional,marco-aurelio-autoriza-pagamento-de-supersalarios-na-camara,1131730,0.htm
Juiz com surto psicótico? Deveria, por questões humanitárias, no mínimo ser aposentado por invalidez pelo Tribunal. Os proventos seriam integrais. Descendo de sua torre de marfim para correr o risco de contaminar-se nas areias da praia, evidencia com sua postagem irreverente nas redes sociais uma postura incompatível, pois o deboche não se compadece com a liturgia do cargo. Numa única coisa ele tem razão. No Tribunal Regional Federal da 1.ª Região, talvez por sua ampla jurisdição, a demora nos julgamentos é histórica. Lá, principalmente quem é réu não ganha apenas tempo. Ganha a eternidade.
Só pra constar e refrisar o que o post já diz, e se os nobres comentaristas puderem se dar o trabalho de fazer uma breve pesquisa no Google verificarão isso, o juiz postou tudo isso em tom de IRONIA, questionando a leniência do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (do qual o Pará faz parte) em apreciar o processo administrativo sobre seu afastamento após ter sofrido um surto psicótico por dosagem incorreta de um medicamento…
O Juiz foi entrevistado pelo G1 (a reportagem pode ser lida neste link https://goo.gl/LIm626) e esclareceu sua intenção ao postar as fotografias: protestar contra a demora na decisão que o autorizaria a retornar às suas atividades:
“O juiz, que atuava na 2ª Vara Federal e recebe salário de R$ 22 mil, se diz indignado com a situação. ‘Isso é um absurdo e me afeta por vários motivos. Primeiro, não posso legalmente exercer outra profissão. Segundo, sem trabalhar, minha saúde piora, porque afeta minha autoestima. Terceiro, não posso me promover na carreira. Quarto, falta juiz, sobram processos e eu aqui olhando para o teto’, disse.
Cesca diz se considerar muito novo para estar parado e afirma que quer voltar a trabalhar. ‘É tudo o que eu quero.'”
Depois de todo esse burburinho, o CNJ pressionou o presidente do TRF1 a definir a data em que o egrégio tribunal irá decidir sobre o caso.
Abraços, Jeso!
Válber Almeida, fizeste uma síntese da síntese, dos três Poderes da República; consubstanciada na realidade cruel do nosso Brasil. Vendo este nabado, este folgado, este exibicionista com cueca sex (para o feminino). Os que devem estar deprimidos são os pagam os tributos e mais tributos. Os proletariados e menos favorecidos (com salário mínimo), que paguem “O pato”. ” Que país é este”, que, “Precisa ser passado a limpo”. Com está postura de mordomia monárquica. Agora quem ficou deprimido fui eu. Vai trabalhar seu …, o ócio faz mal a saúde. Tá dito.
O fato é que as imoralidades deste tipo estão escancaradas no Brasil. Isso, que esse “juiz” postou, é uma afronta à Sociedade que sangra, como bem denotou o comentarista acima. Não podemos mais suportar esse tipo de insulto. A sociedade precisa reagir!
Enquanto isso, eu e milhares de trabalhadores deste país temos que trabalhar de sol a sol, de domingo a domingo para sustentar nossas famílias e essa corja de bandidos que estão no judiciário e na política.
Esse mané, vagabundo, tá na dele. Agora tirar sarro do povo não, esse corno precisa levar porrada pra aprender a respeitar o ser humano que trabalha. Não aguento mais esses animais na sociedade.
Infelizmente, isso que ele postou em parte tem razão, mas não pode generalizar, existem juízes sérios e honestos em muitos Tribunais. Não podemos generalizar.
Cabra bom de ir para juquira, limpar ruas, ramais, limpar terrenos baldios etc. Ele estaria sendo mais útil e produtivo, ganhando salário menor é verdade, mas de forma honesta.
Enquanto isso, alguém deve estar trabalhando dobrado por ele, infelizmente é assim que funciona, por isso que no Brasil o princípio do mérito não funciona.
Na minha concepção, a relação estabelecida entre a cúpula do judiciário, do legislativo e do executivo no Brasil se não é criminosa, porque não é assim tipificada em nenhum código legal, é imoral, porque amparada na lógica de mútuos privilégios e no pacto tácito do “cada um no seu cada um. Ninguém mexe com ninguém e a gente convive bem assim”.
Juízes e promotores, no Brasil, são portadores de privilégios e rendimentos faraônicos, e isso não somente para os padrões de uma sociedade como a nossa, mas para os padrões de qualquer sociedade: um juiz ganha o equivalente a 15 vezes mais que a média nacional no Brasil, enquanto que, nos EUA, essa relação é de 3,6 vezes. Em países escandinavos, por sua vez, esta relação é equiparável. Isso, contando apenas o salário limpo, mas quando se inclui, aí, todos os benefícios ou vantagens, que chegam a elevar de 40 a até 150 mil reais por mês seus dividendos, a coisa fica muito mais escandalosa. Trocando em miúdos, nos países desenvolvidos esta realidade denota o caráter isonômico alcançado pelos regimes democráticos entre as diversas funções desenvolvidas pelos diferentes estratos profissionais. No Brasil, reflete o caráter hobbesiano e monárquico do Estado, onde os mais espertos amealharam para si a concentração de poder e se autodelegaram as mais elevadas benesses deste poder: elevadíssimos salários, adocicadas jornadas de trabalho, férias a perder de vista, blindagens legais sobre seus cargos, privilégios e mordomias em forma de benefícios (alimentação, transporte, moradia, segurança, diárias escandalosas e até auxílio paletó e gravata, entre outros). Os salários e benefícios dados a juízes não diferenciam daqueles recebidos por promotores Brasil a fora, e o que vale para estes vale, também, para a cúpula do legislativo e do executivo: vereadores, deputados estaduais, deputados federais, senadores, ministros, diretores e secretários executivos. É uma verdadeira casta parasitária que, em conjunto, representa, anualmente, um desfalque bilionário aos cofres públicos. Amparados em uma legislação que lhes outorga direitos diferenciados e excepcionais -fóruns privilegiados, cujo nome já diz tudo, e outras blindagens excepcionais-, estas castas são, para lembrar o lendário Rogério Magri, “imexíveis”, o que significa dizer que os seus membros são reis dentro de seus feudos, neles impõem suas próprias leis e neles fazem o que bem entendem, sem qualquer temor de que a sociedade possa fazer alguma coisa contra eles, porque eles sabem que ela não pode. Mesmo que a sociedade acione os precários mecanismos de controle externo sobre estes feudos, quem julga os membros destes são exatamente os seus próprios membros, prenhes de elevados sentimentos e valores corporativistas, que, quando punem, são punições que mais parecem recompensas. Para estas castas, aqueles que estão nos estratos sociais mais baixos só podem parecer, de fato, idiotas, que pagam tantos privilégios a elas para que possam, simplesmente, viver de mordomias, porque os retorno que dão à sociedade é, na maioria quase absoluta das vezes, negativo. Muitos dos membros destas castas são psicopatas, que nutrem uma personalidade sádica derivada de uma cultura ancestral e presente das elites pátrias. Para eles, quanto mais o povo puder sangrar, melhor, mais divertido. É nessa direção que a brincadeira do juiz “deprimido” deve ser analisada: é um psicopata, sádico, que se diverte sangrando os valores e os recursos das pessoas honestas. O nosso judiciário é, em si, uma fraude. Já até sei o que poderá acontecer com este juiz: será punido com aposentadoria compulsória, ganhando 24 mil reais, é claro, porque 22 mil está abaixo do teto. Quer punição mais terrível que esta? Para a sociedade, é claro.
[ Na minha concepção, a relação estabelecida entre a cúpula do judiciário, do legislativo e do executivo no Brasil se não é criminosa, porque não é assim tipificada em nenhum código legal, é imoral, porque amparada na lógica de mútuos privilégios e no pacto tácito do “cada um no seu cada um. Ninguém mexe com ninguém e a gente convive bem assim”.]
O quê foi mesmo a abertura lenda e gradual? um acordo entre imorais para legalizar e moralizar tudo. Antes se feito pelos golpistas era imoral, mas agora tudo era legalizado. Pior ainda, universidade pública não somente seguiria o mesmo rumo, como ainda iria impregnar o seu processo de diplomação/formação que nada mais era do ser uma fábrica de diplomados em nível superior para alimentar e fornecer corruptos às pencas para que tudo continuasse indefinidamente e até piorasse
E depois disso, ainda se pergunta por que os concursos para juiz têm tantos inscritos, por que tanta gente quer estudar Direito (sem ter vocação nenhuma), tantas faculdades de Direito se multiplicam pelo país como cogumelos (ou ervas daninhas)…
Mas é preciso ficar quieto; se alguém reclamar muito, pode ser preso por desacato!
O Poder Judiciário está isento do voto popular. Não é meus caros “defensores cegos de leitura crítica” do voto?
E se cometer algum crime recebe como punição a aposentadoria compulsória. Como é difícil a vida de juiz no Brasil… Eis os grandes Marajás do Brasil: Juizes e Políticos que estão na ponta dessa mordomia. “Marajás normalmente são pessoas que possuem um altíssimo padrão de vida, ganham salários astronômicos normalmente pago por “idiotas”, tipo eu e você, que na maioria das vezes assiste a vergonhosa gastansa de dinheiro. Alguns desses marajás folgam e mamam nas tetas de grandes corporações, trabalhando muito, mas muito pouco mesmo e possuem inúmeros benefícios desconhecidos pela população comum”. E nós, otários, pagamos impostos escorchantes para manter essa mamata. Até quando vamos silenciar. Enquanto tudo isso acontece os blacks blocs quebram tudo por nada.