
O nº 1 da Pró-Saúde em Santarém, Herbert Moreschi, não irá participar, como testemunha, da audiência de instrução e julgamento dos réus da Perfuga prevista para os próximos dias 13, 14 e 15 no fórum local.
Moreschi alegou “impossibilidade” de comparecer ao ato jurídico a ser presidido pelo juiz Rômulo Nogueira de Brito.
O magistrado acatou o pedido do gestor hospitalar.
Quem o arrolou como testemunha foi a ré Mary Glaucy Brito Chianca.
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A Pró-Saúde é a empresa responsável pela gestão terceirizada do HRBA (Hospital Regional do Baixo Amazonas), onde, segundo as investigações da polícia, o braço da saúde da quadrilha da Perfuga também atuava, via Setor de Regulação da Sespa (Secretaria de Estado de Saúde Pública.
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