Manifesto
O que de ti eu traduza
Em cada palavra e gesto
Que minha razão produza
A endorfina que manifesto
Ao sentir o suor da blusa
No calor do prazer que atesto
Da boca que em mim, abusa,
Tua língua que me faz o resto
Porque se és despudorada musa
Disso, eu mesmo me contesto
Pois sem a flor que eu mesmo introduza
No teu recato, eu mesmo me detesto
Poeta calmo que tua alma abusa
De um grande amor, em nada imodesto…
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De Jota Ninos, poeta amazônico nascido em Belém e naturalizado tapajônico.
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