Palavras
No peito o amor
Cheiro de flor
Gosto da cor da maçã
No sonho infantil
Um novo Brasil
Talvez amanhã
Saudade no peito
Estranho mau jeito
Com todo esse afã
Ao peito a viola
Que não me consola
Da dor malsã
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Prenúncio de fim
Sensação ruim
Dessa vida vã.
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De Floriano Cunha, poeta amazônico nascido em Santarém.
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Flor, lindo o Cheiro de Flor.