Poetas amazônicos. Cheiro de flor

Publicado em por em Arte

Palavras

No peito o amor
Cheiro de flor
Gosto da cor da maçã

No sonho infantil
Um novo Brasil
Talvez amanhã

Saudade no peito
Estranho mau jeito
Com todo esse afã

Ao peito a viola
Que não me consola
Da dor malsã

Prenúncio de fim
Sensação ruim
Dessa vida vã.

– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – –

FlorianoDe Floriano Cunha, poeta amazônico nascido em Santarém.

Leia também:
Poema da Amada Escurecida, de Ruy Barata.
A Serpente, de Ruy Barata.
Um leão por dia, de Floriano Cunha.
Minha cara, France Castro.
Manifesto, de Jota Ninos.
Casas destruídas em Abaetetuba, de João de Jesus Paes Loureiro.


Publicado por:

One Response to Poetas amazônicos. Cheiro de flor

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *