Poetas amazônicos – Que rio!

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Excursionando Maria Fátima

Dedicada a minha ex-mulher, mãe dos meus filhos.

Estou a excursionar
em tua calma
neste turismo afetivo
de barco em vela
em cândidos ventos
Dezembros / dezembros

Que mar, Que rio,
foz / nascentes
luas /céu azul/ amplidão.
Que matas
Que pedras
Invernos / verões

Em ti
morro e renasço
nos remansos / saltos / cachoeiras
carnavais / festas juninas / natais.
No leme abraçam-me os filhos,
que belos acidentes previstos.
Estou Rei.
Que porto / que vida.
Não falte vento
Nesta vela,
nem vaze tanto o rio,
é primavera!

– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – –

De Edwaldo Campos, poeta amazônico nascido em Alenquer e residente em Santarém.

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3 Responses to Poetas amazônicos – Que rio!

  • Como é memorável sua inspirada poesia sobre alguém, que no fundo, tens carinho, respeito e acima de tudo admiração. Parabéns Panga, por mais esta lição de amor!

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